Lutar, até que o povo acorde. Neste blog publicarei as minhas opiniões e a de outros com as quais concorde. Denunciarei as injustiças e a corrupção de forma simples e pragmática para que os mais desatentos entendam a forma como somos roubados, por quem e para quem. Fá-lo-ei de forma anónima, usando o mesmo principio do voto secreto, e porque quero poder dizer o que penso sem condicionalismos de espécie nenhuma. Embora pensemos que vivemos num país democrático, o certo é que cada vez mais somos controlados pelos poderes e corporativismos instalados, que não olham a meios para atingir os fins.

É importante saber que não tenho partido, religião, clube ou qualquer outra doutrina ou forma de associativismo que condicione a minha forma de pensar. Tento estar atento ao que me rodeia e pauto-me pela independência, imparcialidade, justiça e bom censo.

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2013/02/10

Aurora (2013) - Movimento Zeitgeist Portugal 3


O terceiro capítulo da série documental "Aurora" foi lançado no passado dia 5 de Fevereiro de 2013. Neste capítulo é explicado o paradigma político de Portugal bem como o fracasso da Democracia Representativa e da presente organização do poder. A partir deste ponto, é exposto um novo método de decisão baseado na lógica e no saber popular. Como tal, é sugerida e fundamentada uma alternativa política, estruturada na Democracia Direta e Participada, como a solução mais exequível aos nossos dias, tendo em conta as condições técnicas e sociais que hoje possuimos. Pretende-se com este novo modelo o despertar da consciência do Povo enquanto unidade social, e também do caminho para uma eficaz e verdadeira Soberania Popular.

2013/01/14

PS, PSD e CDS, roubam para os mesmos


Tenho visto muitas entrevistas a políticos do PS que fogem sempre à questão quando lhes perguntam o que fariam de diferente deste governo. Infelizmente, a fuga a esta questão quer dizer uma de duas coisas, ou não sabem, ou não querem dizer. Qualquer uma destas duas hipóteses não serve os eleitores. Mesmo que dissessem, nada nos garantia que não fizessem como o PSD e CDS que fizeram promessas eleitorais, e depois de eleitos fizeram exactamente o contrário.

Para um partido politico que governe, o orçamento do estado que é o conjunto de todo o dinheiro que sai dos cofres do estado pode dividir-se em 3 bolos.

Bolo 1 – dinheiro que serve para pagar as despesas sociais, como segurança social, serviço nacional de saúde, ordenados de funcionários públicos, militares e outras despesas que são mesmo necessárias ao bom funcionamento do país, e que são devidas aos portugueses como pagamento do seu trabalho, ou como serviços a que os portugueses têm direito em troca dos seus impostos e contribuições. São os trabalhadores portugueses que pagam o estado social e ainda sobra para os roubos.

Bolo 2 – Dinheiro que nos é roubado para dar aos bancos, às grandes empresas de construção civil e aos grandes grupos económicos, normalmente roubados através de parcerias público-privadas, privatizações (venda) de empresas publicas ao preço da uva mijona, concessões de exploração de recursos nacionais que são dados a empresas privadas, ou através da nacionalização (compra) de empresas privadas falidas e com dívidas monstruosas como é o caso do BPN (empresas de amigos dos políticos). Estes roubos também se fazem através de isenção de impostos, e consentimento da existência de paraísos fiscais para certas empresas.

Bolo 3 – Dinheiro que nos é roubado para dar aos partidos, aos políticos seus familiares e aos boys dos partidos, normalmente roubado através de institutos de regulação, governos civis, empresas municipais, falsas fundações, observatórios, e outras organizações inúteis que só servem para isso mesmo, roubar dinheiro ao estado para alimentar a clientela e os apoiantes dos partidos. Outra forma dos partidos roubarem para os seus, são as contratações milionárias a empresas de amigos e filiados nos partidos e membros das maçonarias, que prestam serviços ao estado com adjudicações directas, sejam empresas de advogados ou empresas para fornecerem diversos tipos de estudos, pareceres e grupos de acompanhamento de qualquer coisa.

Enfim, as formas de roubar são muitas, e seria impossível enumera-las todas. Os bolos 2 e 3 muitas vezes misturam-se e confundem-se, mas dividi-os em dois grupos porque diferem dependendo do partido que está no governo.

Em tempos de vacas gordas, o partido que está no governo dá ao país o bolo 1 para o seu funcionamento, dá aos grandes grupos económicos o bolo 2 e fica com o bolo 3 para si e para os seus. Como o PS, o PSD e o CDS roubam os 3 para os mesmos grupos económicos o bolo 2 é-nos sempre roubado, e vai sempre para os mesmos grupos económicos independente do partido que estiver no poder. Deste modo, a luta pelo poder entre os partidos, é para conseguir para si o roubo do bolo 3.

Com o governo de Sócrates e devido ao aumento desmesurado da corrupção e dos roubos generalizados, as despesas do bolo 2 e 3 aumentaram em muitos milhões de euros. Seguindo aquela máxima do que interessa é roubar agora à ganancia e quem vier atrás que feche a porta, e com a impunidade que existe no nosso país, Portugal entrou em banca rota. Para agravar a situação, veio a crise europeia e os ataques dos mercados aos países do sul da europa, e o dinheiro disponível reduziu-se substancialmente.

Entretanto com o PSD e o CDS no governo, como não querem cortar nos roubos do bolo 2 (que é para os mesmos grupos económicos para quem o PS também rouba), nem quer cortar no roubo do bolo 3 que é o dinheiro que rouba para si e para os seus e alimenta e mantem a sua base de sustentação, só resta cortar no bolo 1 que é o dinheiro que mantem o país em funcionamento. Nunca se ouviu nenhum politico nem do PS, do PSD ou do CDS, falar em cortar nas parecerias público-privadas, começar a taxar os bancos, ir buscar o dinheiro roubado no BPN que não desapareceu e está em qualquer lado (bolo 2), como ninguém ouviu nenhum politico destes 3 partidos falar em cortes nas fundações, institutos de regulação, empresas publicas municipais, e nas chamadas gorduras do estado (bolo 3). O que se ouve é que vão despedir funcionários públicos, cortar nos ordenados, nas reformas, na segurança social e no serviço nacional de saúde (bolo 1).

Por isso o PS não diz o que faria diferente do governo, porque também ele PS não quer cortar no bolo 2 nem no bolo 3, só lhe restando cortar também no mesmo bolo 1.

Só um governo composto por homens honestos e fora da influência dos partidos, poderia acabar com a corrupção e os roubos generalizados, e cortar nos bolos 2 e 3. Se o dinheiro dos nossos impostos não fosse roubado, dava perfeitamente para o país viver sem cortes e sem austeridade. A austeridade só existe porque os governos não querem acabar com a corrupção e os roubos generalizados ao erário publico. Estudos internacionais dizem que se não houvesse corrupção em Portugal, teríamos o desenvolvimento e nível de vida semelhante ao da Dinamarca.

Os políticos do governo têm a lata de dizer que temos que escolher entre ter impostos mais altos ou reduzir no estado social, como se não houvesse mais onde cortar. Mas há, no bolo 2 e bolo 3.

Quem tem ineteresses em continuar a roubar no bolo 2 e no bolo 3 diz que é no bolo 1 que se gasta 70% do orçamento geral do estado e é aí que se tem que cortar, mas é mentira. primeiro tem que se cortar nos outros 30% onde se encontram a maior parte dos roubos ao erário publico, e depois, se for preciso cortar mais, pode cortar-se no bolo 1 porque também nessa despesa há muito dinheiro roubado.

Pode cortar-se na educação, mas não é despedindo professores ou fechando escolas, é acabando com o roubo do dinheiro que vai para o grupo GPS que são empresas privadas (colégios privados) que são sustentadas pelo dinheiro publico.

Também se pode cortar na saúde, mas não é aumentando as taxas moderadoras, ou cortando nos tratamentos e nos remédios dos portugueses, é acabando com o roubo das parecerias publico privadas na saúde e nos dinheiros roubados ao estado que entram nas instituições hospitalares privadas.

Também se pode cortar nos ordenados dos funcionários públicos, mas não é nos que trabalham e ganham ordenados baixos, é nos que não fazem nada e ganham ordenados milionários, alguns filhos e amigos de políticos que com menos de 30 anos roubam ao estado mais de 5.000 euros por mês, e aos ordenados milionários dos gestores públicos, directores gerais e outros boys dos partidos, assim como nas subvenções vitalícias dadas aos políticos que nunca fizerem nada na vida sem ser roubar e chular o estado.

O estado social é pago por quem trabalha e ainda sobra dinheiro, por isso a divida publica foi gerada pelos roubos (rendas fixas que o estado paga a empresas publicas e privadas), e toda a espécie de roubos que são feitos aos nossos impostos. Aumentar os impostos ou cortar no estado social como o governo propõe, é aumentar ainda mais o roubo a que já somos sujeitos.

Para acabar com a austeridade, e começarmos o desenvolvimento económico de Portugal, basta acabar com a corrupção e os roubos generalizados ao dinheiro dos nossos impostos, não é preciso cortar em mais nada. Todos nós temos que exigir leis claras e eficientes que condenem a corrupção e o roubo do dinheiro dos nossos impostos.

Assokapa

Aqui ficam uns filminhos elucidativos


                      


                      

2012/12/12

Porque não acabam as portagens


Muitas pessoas não percebem porque é que o governo não acaba com as portagens na via do infante no algarve, já que manter as portagens dá tanto prejuízo ao estado. Para além das dificuldades que provoca ao desenvolvimento da economia da região, perderam-se 20% de turistas espanhóis que vinham ao algarve deixar tantos milhares de euros.

Mas a razão pela qual o governo não acaba com as portagens, é fácil de entender e mais uma vez está ligada à corrupção e aos roubos que os ladrões do governo fazem aos dinheiros dos nossos impostos.

As portagens introduzidas nas antigas SCUT, foram a desculpa (contrapartida) para o governo pagar elevadas rendas fixas aos consórcios concessionários das autoestradas. Antes da introdução das portagens, o governo pagava em rendas aos consórcios 178.000.000 (cento e setenta e oito milhões de euros). Com a renegociação fraudulenta (roubo descarado) feita pelo governo de Sócrates com os consórcios, os roubos aumentaram 58 vezes mais. Ou seja, o estado passou a pagar (roubar) 10.000.000.000 (dez mil milhões de euros),(muito mais do que o estado gasta por ano com o serviço nacional de saúde).

É esta a verdadeira razão pela qual o governo não quer acabar com as portagens. Se acabassem as portagens, acabava-se a razão pela qual o estado rouba para os cofres dos consórcios (bancos e construtoras, onde trabalham antigos governantes e políticos ligados aos partidos do poder, PS, PSD e CDS). Os ladrões dizem que se tem que cortar no estado social, mas rouba quase o dobro do que gasta no serviço nacional de saúde. Para os roubos continua a haver dinheiro e não se pode cortar.

Assokapa

Junto uma reportagem da TVI e mais uns testemunhos onde está tudo explicadinho.






2012/12/07

Corrupção no MInistério da Educação


Esta reportagem é um escândalo nacional. Se o governo quer cortar na educação, pode começar a cortar na corrupção e nos roubos. Pode cortar na transferência de verbas dos nossos impostos para os amigos que têm colégios privados subsidiados por todos nós. Mas aposto que os cortes vão ser apenas nas verbas destinadas às escolas publicas, à semelhança de todos os outros sectores onde os cortes são apenas para o povo. Para os roubos e para alimentar os amigos do governo, há sempre dinheiro.

É fácil de perceber que a corrupção e os roubos generalizados dos dinheiros dos nossos impostos, são o problema do nosso país. Também é fácil perceber como todas as instituições publicas que deveriam zelar pela legalidade, são cúmplices destes roubos. Depois desta reportagem, o que se esperava dessas instituições (presidência da républica, assembleia da républica,  procuradoria geral da républica, DCIAP, das policias secretas, e de todas as instituições que têm responsabilidades na politica portuguesa) era que investigassem estes roubos e condenassem os corruptos. Mas a prova de que estas instituições são cúmplices destes roubos, é que vai continuar tudo na mesma... como sempre.

Assokapa

2012/11/26

Corrupção ao mais alto nível




Qualquer um destes filmes mostra bem o estado a que chegou a corrupção em Portugal. A corrupção está ao mais alto nível na politica Portuguesa. Os governos são altamente corruptos e roubam os cofres do estado, e nada é feito porque têm a cumplicidade do presidente da républica, da assembleia da républica, da procuradoria geral da républica, do DCIAP, das policias secretas, e de todas as instituições que têm responsabilidades na politica portuguesa.

2012/11/15

Agressão da policia a manifestantes pacificos




Vi em directo as manifestações de ontem em frente ao maior centro de corrupção em Portugal (assembleia da républica), e acompanhei as intervenções de quadros superiores da policia e os directos dos jornalistas das estações de televisão que faziam a cobertura no local.

Nem acreditava no que estava a ouvir. Chefes da policia e jornalistas a dizerem que era errado atacar a policia que também são povo e que também sofrem a austeridade. Se são do povo, não deviam defender os criminosos que nos governam, e não deviam atacar o povo. Como não são agredidos pela policia, os jornalistas não são imparciais nas suas declarações. Se eles têm o direito de lá estar porque estão a trabalhar, o povo também tem o direito de lá estar porque o direito à manifestação é um direito constitucional.

Os polícias são os cães dos políticos para se defenderem do povo que se revolta com a corrupção e os roubos dos políticos. Se são povo, deviam estar do lado dos manifestantes. A partir do momento que se põem do lado dos criminosos terão que ser tratados como tal.

Como convém aos políticos que os manifestantes sejam agredidos para não se manifestarem, a policia introduz nas manifestações policias à paisana para estes começarem os desacatos e justificar a carga policial.
A prova disso, é que apesar de dizerem que a manifestação foi pacífica e ordeira, e apenas alguns “profissionas” dos desacatos é que se tornaram violentos, a policia atacou indiscriminadamente toda a gente que estava na manifestação incluído pais com crianças ao colo, mulheres, velhos e moradores locais. Se a intenção da policia não fosse bater nos manifestantes, tinha sido fácil apanhar os tais “profissionais” dos desacatos, e não necessitavam de agredir o povo.

Os policias em serviço não são povo, são autênticos animais ferozes, que são atiçados contra o povo. Depois ainda ouvi o selvagem do ministro da administração interna a dizer que felicitava a acção da força policial. Devia ser largado lá no meio da manifestação e encherem-no de porrada… cabrão.

Também ouvi o estúpido do Passos Coelho a felicitar as pessoas que foram trabalhar, esquecendo-se de que quem estava na manifestação e muitos outros portugueses nem sequer trabalho têm, por culpa dele.

O povo embora pacifico, já percebeu que as manifestações pacificas não levam a nada, e se não começarmos a fazer manifestações violentas, ou o exercito sair à rua para prender esta cambada de ladrões que se apoderaram do governo e do dinheiro de todos nós através de um programa eleitoral fraudulento, vamos morrendo à fome, com falta de cuidados de saúde a que temos direito constitucional e continuaremos a ser despojados das nossas casas, e irmos viver para a rua. Qualquer dia, metade da população portuguesa vive na rua e as casas vazias.

E não me venham dizer que os políticos não têm alternativa por não haver dinheiro, porque há muito dinheiro que é roubado diariamente ao povo para encher o cu aos políticos, aos bancos, às grandes empresas, aos boys dos partidos que roubam o país através das fundações, organismos de regulação, dos observatórios, dos institutos, das parcerias público-privadas, e dos ordenados escandalosos que recebem os boys dos partidos no poder. A estes roubos, ainda não chegou a austeridade.

Assokapa

2012/10/31

Assaltos aos cofres do Estado


Hoje ouvi no telejornal que as renegociações das PPP com os consórcios privados (bancos, empresas de construção e escritórios de advogados), que recebem o dinheiro que o governo rouba do dinheiro dos nossos impostos foram prejudiciais para o estado (para todos nós).

O governo faz as renegociações para baixar as rendas, e no fim das renegociações, elas ficam mais caras ainda. Cada renegociação serve para sermos mais roubados ainda. Os consórcios aceitaram receber menos uns milhões de rendas, mas imputaram ao estado um valor muito superior nas responsabilidades que tinham nos contratos de manutenção das autoestradas.

Nas primeiras negociações era natural que saíssemos roubados porque a ideia do Sócrates, ao construir autoestradas que não nos fazem falta, e ao realizar estes contractos com estas empresas privadas era mesmo essa, assaltar os cofres do estado, para ele receber a respectiva comissão do roubo (parte dos tais 383 milhões de euros numa conta offshore em nome da família de Sócrates).

Mas agora nas renegociações feitas por Passos Coelho (que pelos vistos trabalha para os mesmo interesses económicos para quem trabalhava o Sócrates), e na situação actual do país, o estado deveria reduzir os roubos. Se todos nós que trabalhamos, temos que apertar o cinto, seria natural que quem rouba, quem chula, quem mama, e quem vive à nossa conta, também apertasse o cinto.

A maioria dos portugueses pode pensar que estas renegociações, em que saímos sempre a perder são mera incompetência de quem renegoceia por parte do estado, mas não é. Não é incompetência  é roubo descarado e à frente de toda a gente. À frente do povo, da policia, do tribunal de contas, dos tribunais civis, do ministério publico, da assembleia da républica e do presidente da republica.

Para garantir que se aumente a quantidade do dinheiro que nos é roubado, Passos Coelho nomeou para renegociar por parte do estado, representantes dos accionistas das empresas que beneficiam dos roubos. Isto é complicado de explicar porque à primeira vista parece impossível, mas vou tentar explicar de outra forma.

Vai realizar-se uma partida de xadrez. De um lado estão os consórcios das empresas privadas que ficam com o produto do assalto aos cofres do estado através das PPP (Consórcios formados por bancos, e empresas de construção), e do outro lado está o Estado (todos nós) que somos representados pelo governo, na pessoa de Passos Coelho.

Como Passos Coelho (e os seus ministros e secretários de estado) não querem ganhar o jogo, para mais tarde terem empregos nessas empresas ( à semelhança dos ex ministros dos governos do PS, PSD e CDS que hoje trabalham nessas empresas) nomeia para o substituir na partida nada mais nada menos que o próprio adversário, ou seja, representantes dos accionistas das empresas que formam esses consórcios.

Resumindo, as renegociações das PPP têm como negociadores representantes das empresas que neste momento roubam o estado, e do outro lado o estado e o povo português representados pelos mesmos representantes dessas mesmas empresas. É como se eu negociasse em nome do estado comigo mesmo. É como se cada um de nós escolhesse quanto quer ganhar, e tivéssemos a possibilidade de aprovarmos em nome do estado os nossos próprios rendimentos. De uma forma mais fácil de perceber, Sócrates e passos Coelho deram a chave dos cofres do estado aos ladrões, e como o cofre já está vazio, pedem dinheiro emprestado em nome do povo portugués, cortam-nos nos ordenados  e sobem os impostos, para poderem continuar a roubar, e cada vez mais. E somos nós, os nossos filhos e netos, que vamos pagar essa factura. E continuamos a votar neles.

Perceberam agora porque é que cada vez que se renegoceia as PPP, o estado sai mais prejudicado e nós somos todos mais roubados?

Não encontro no youtube o telejornal de hoje (ainda é cedo), mas deixo-vos aqui uns filiminhos curtinhos que mostram a perplexidade de algumas pessoas bem conhecidas de todos nós, e mostram como o ladrão do Sócrates fez um decreto-lei (que ainda vigora e que dá jeito ao Passos Coelho) em que impede o tribunal de contas de dar vistos no caso das renegociações dos contratos em vigor. Por outras palavras,  impede a policia de sair do quartel, sempre que eles estejam a assaltar os cofres do estado.

Assokapa







2012/10/25

Roubar mais do que é possivel


Quando comecei a ver em Portugal e na Europa a classe politica a justificar a austeridade, com a “desculpa” dos portugueses terem vivido acima das suas possibilidades, (e o povo a aceitar a austeridade como um castigo bem merecido) escrevi um texto em 17 de Abril de 2012 dizendo que isso é mentira. A causa da crise, foi termos sido e continuarmos a ser roubados acima das nossas possibilidades, ao ponto dos ladrões terem que ir pedir dinheiro emprestado à troika em nome do povo para poderem continuar a roubar à grande e à portuguesa (os franceses não roubam assim).

Como não tenho a visibilidade do Dr. Paulo Morais, foi com grande satisfação que li este texto e vi este filme, em que Paulo Morais denuncia esta mentira. É necessário que os portugueses tenham a noção que esta austeridade é apenas o continuar dos roubos, e a prova está neste orçamento para 2012. Os cortes continuam a ser para os mesmos, e as “vacas sagradas” como diz Paulo Morais continuam intocáveis. Para os mais desatentos, as “vacas sagradas” são os roubos que os políticos fazem ao nosso dinheiro, através dos pagamentos dos prejuízos dos bancos, das 87 parcerias público-privadas, e outros organismos, entre direções gerais, Institutos, observatórios, fundações, empresas publicas municipais e centrais, governos civis, e muitas mais, onde roubaram e continuam a roubar, para além dos políticos no governo, os milhares de boys do PS, PSD e CDS.


“A ideia de que os portugueses são responsáveis pela crise, porque andaram a viver acima das suas possibilidades, é um enorme embuste. Esta mentira só é ultrapassada por uma outra. A de que não há alternativa à austeridade, apresentada como um castigo justo, face a hábitos de consumo exagerados. Colossais fraudes. Nem os portugueses merecem castigo, nem a austeridade é inevitável.

Quem viveu muito acima das suas possibilidades nas últimas décadas foi a classe política e os muitos que se alimentaram da enorme manjedoura que é o orçamento do estado. A administração central e local enxameou-se de milhares de "boys", criaram-se institutos inúteis, fundações fraudulentas e empresas municipais fantasma. A este regabofe juntou-se uma epidemia fatal que é a corrupção. Os exemplos sucederam-se. A Expo 98 transformou uma zona degradada numa nova cidade, gerou mais-valias urbanísticas milionárias, mas no final deu prejuízo. Foi ainda o Euro 2004, e a compra dos submarinos, com pagamento de luvas e corrupção provada, mas só na Alemanha. E foram as vigarices de Isaltino Morais, que nunca mais é preso. A que se juntam os casos de Duarte Lima, do BPN e do BPP, as parcerias público-privadas e mais um rol interminável de crimes que depauperaram o erário público. Todos estes negócios e privilégios concedidos a um polvo que, com os seus tentáculos, se alimenta do dinheiro do povo têm responsáveis conhecidos. E têm como consequência os sacrifícios por que hoje passamos.

Enquanto isto, os portugueses têm vivido muito abaixo do nível médio do europeu, não acima das suas possibilidades. Não devemos pois, enquanto povo, ter remorsos pelo estado das contas públicas. Devemos antes sentir raiva e exigir a eliminação dos privilégios que nos arruínam. Há que renegociar as parcerias público--privadas, rever os juros da dívida pública, extinguir organismos... Restaure-se um mínimo de seriedade e poupar-se-ão milhões. Sem penalizar os cidadãos.

Não é, assim, culpando e castigando o povo pelos erros da sua classe política que se resolve a crise. Resolve-se combatendo as suas causas, o regabofe e a corrupção. Esta sim, é a única alternativa séria à austeridade a que nos querem condenar e ao assalto fiscal que se anuncia.”

Paulo Morais (aqui)

Se este homem (Dr. Paulo Morais) fosse Primeiro Ministro de Portugal, isto entrava nos eixos num instantinho, e se Cavaco Silva  quiser provar que não teve nada a ver com os roubos que se fizeram na altura em que foi Primeiro Ministro, tem aqui a possibilidade de fazer um governo de iniciativa presidencial, e convidar o Dr. Paulo Morais a formar um governo de salvação nacional.

2012/10/02

Passos Coelho é um reles vigarista


Dizem as pessoas, que vivemos numa democracia porque votamos, e que a culpa de termos os políticos que temos é nossa que os elegemos. Quem diz isso esquece que os eleitores votam nas pessoas e nos partidos que se apresentam a eleições com um programa de governo. A democracia acaba no momento em que estes vigaristas chegam ao governo e fazem exactamente tudo ao contrário daquilo que está no programa do governo. Fazem-me lembrar os vigaristas que mostram um casaco a uma pessoa, e quando a pessoa acaba por comprar o casaco, trocam-lhe o saco onde deveria estar o casaco e quando abrem o saco está lá uma manta velha. É incrível como os  políticos se portam como reles vigaristas, e tomam atitudes que são punidas criminalmente para o comum dos cidadãos.

Assokapa

2012/09/24

Como a Islândia está a resolver a crise



Todos os Portugueses devem ver este filme. Os Problemas do povo islandês são muito semelhantes aos nossos, e eles aproveitaram a crise para fazerem uma revolução e tomarem as rédeas do pais, acabando com a corrupção, alterando as leis, e inclusivamente participando na criação de uma nova constituição. Vale a pena ver. Clique em full screen no lado direito do rodapé do filme. Para sair do modo ecran inteiro, clique em Esc

2012/09/19

2012/08/07

Aurora (2011) - Movimento Zeitgeist Portugal 1



O primeiro capítulo da série documental "Aurora" foi lançado no passado dia 5 de Dezembro de 2011. Neste primeiro capítulo é explicado o paradigma económico do sistema monetário na sua essência. A partir deste ponto, o espectador entenderá como as políticas monetárias atuais estão à partida condenadas ao fracasso. Esperar que "a mão invisível" dos mercados corrija os problemas que por ela foram criados é contraditório. O povo diz que "o amor ao dinheiro é a raiz de todos os problemas", e enquanto não interiorizarmos esta realidade, não nos será possível evoluir pacificamente para um novo paradigma.

Segundo capítulo: "PORTUGAL DE TODOS -- a lógica de uma nova economia"
Hiperligação para o Youtube: http://youtu.be/Skm57inNCZo

Sobre o Projeto Aurora

O Projeto Aurora tem como objetivo principal esclarecer da forma mais sucinta e abrangente possível o paradigma da sociedade contemporânea portuguesa. Os temas abordados parecem diversos à primeira vista, mas complementar-se-ão no final de forma a apresentar uma visão holística da situação atual. Dividido em capítulos, com uma duração aproximada de trinta minutos, este projeto baseia-se na apresentação de factos suscetíveis de causarem uma tomada de consciência e na apresentação de possíveis soluções que corrijam os diferentes defeitos intrínsecos do sistema vigente.

Torrent para download: http://www.mediafire.com/?x014t52lm6b6xgy

Página do facebook: http://www.facebook.com/DocumentarioAurora
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Livro de economistas portugueses a explicar/confirmar como a totalidade do dinheiro é criado por empréstimos: http://www.mediafire.com/download.php?8t3liax2ini86xk

Aurora (2012) - Movimento Zeitgeist Portugal 2



O segundo capítulo da série documental "Aurora" foi lançado no passado dia 1 de Julho de 2012. Neste segundo capítulo é sugerido um novo caminho não só para a economia em Portugal, mas para a de outros países. A primeira parte deste capítulo trata dos processos de decisão baseados no método científico, enquanto na segunda parte é introduzido o conceito de uma nova economia intitulada de "Economia Baseada nos Recursos" (EBR). Este novo conceito é explicado em traços gerais, explicitando-se as principais diferenças entre a economia monetária que temos atualmente e esta nova EBR.

Sobre o Projeto Aurora

O Projeto Aurora tem como objetivo principal esclarecer da forma mais sucinta e abrangente possível o paradigma da sociedade contemporânea portuguesa. Os temas abordados parecem diversos à primeira vista, mas complementar-se-ão no final de forma a apresentar uma visão holística da situação atual. Dividido em capítulos, com uma duração aproximada de trinta minutos, este projeto baseia-se na apresentação de factos suscetíveis de causarem uma tomada de consciência e na apresentação de possíveis soluções que corrijam os diferentes defeitos intrínsecos do sistema vigente.

Página do facebook: http://www.facebook.com/DocumentarioAurora

Primeiro capítulo: "O dinheiro à grande e à portuguesa"
Hiperligação para o Youtube: http://www.youtube.com/watch?v=EfKX1DQhJVY

2012/07/31

Dia de Portugal


Grande discurso. Claro e directo. Mas este homem tem um curso superior... não é como os nossos políticos que os compram ou concluem numa universidade privada com 37 anos. Enfim, estamos assim porque quem governa são os burros, os ignorantes e os chicos espertos desta espécie de país. Vejam bem a cara de parvos dos culpados actuais da nossa situação, que continuam com os roubos iniciados pelo governo anterior.

Se tivéssemos um presidente da republica digno desse nome, ainda íamos a tempo de dar a volta a isto. Mas os políticos estão todos comprados... presidente incluído.

Assokapa

2012/06/10

Ladrões criam o sistema de segurança para a casa que costumam assaltar


Paulo Morais acusa o parlamento de corrupção e explica tudinho com nomes e exemplos

Como o governo assassina o povo

E para quem achava que exagerei ao dizer que o estado deveria ser julgado no Tribunal Internacional por crimes contra a humanidade, aqui está um texto elucidativo.

"SNS e cancro: que parte do que se está a passar nos últimos dois anos não perceberam?
 
O secretário de Estado adjunto e da Saúde admitiu publicamente que algumas terapias usadas em alguns pacientes com cancro podem deixar de ser financiadas em breve pelo Serviço Nacional de Saúde. Leal da Costa põe a possibilidade de reduzir a cobertura até agora assegurada e deixar de pagar os tais atos que ele (ao contrário dos médicos que os usam) considera de "eficácia duvidosa". Adiantou, como exemplo "extremo", as terapias que prolongam por pouco tempo a vida de alguns doentes de cancro. A Ordem dos Médicos e duas associações de doentes oncológicos consideraram esta afirmação "alarmante para os doentes" e as declarações do governante "desumanas" e "perversas"
 
Para além de doentes e médicos, muitas almas sensíveis terão ficado chocadas com esta ideia. Julgarão que, agora sim, o Governo ultrapassou a fronteira que a dignidade humana exigiria. Que cabe ao Serviço Nacional de Saúde lutar até aos limites do conhecimento científico e da vontade de doentes e famílias, apoiados pelo saber dos médicos, pela vida das pessoas. E que o momento da morte não pode depender do dinheiro que cada um tenha na carteira ou no banco.
 
Não ouviram dizer que o nosso Estado era gordo? Julgavam que a gordura era o quê? As parcerias público-privadas? Os benefícios fiscais à banca? O resgate a instituições financeiras falidas? O Estado sempre foi gordo para quem mais tem. O que o Estado Social trouxe de novo é que passou a tratar dos mais pobres. Não é o Estado Social incomportável? Julgavam que o poder diferenciado de pobres e ricos não se ia sentir na hora de emagrecer o Estado? Achavam que aquele que é, segundo os rankings internacionais, um dos melhores sistemas públicos de saúde de mundo era compatível com a dieta do Estado?

Não ouviram dizer que o Estado asfixia a iniciativa privada? Julgavam que nesta libertação do jugo estatal as empresas dispensariam o mais lucrativo dos negócios, com procura certa e consumidores desesperados? Julgavam que era nos trocos que se estava a pensar? Não tínhamos de acabar com "Estado paizinho"? Julgavam que este desprendimento ganharia uma súbita sensibilidade na hora da morte

Não ouviram dizer que, num dos países mais pobres e desiguais da Europa, vivíamos acima das nossas possibilidades? Se vivíamos acima das nossas possibilidades, não acham que vivemos para lá das nossas possibilidades? E que viver mais uns dias, mais umas semanas, é um luxo incomportável

Não ouviram dizer que para sairmos da crise teríamos de empobrecer? Julgaram que empobrecer era uma coisa limpa e honrada? Que não se pagaria em vidas, em fome e em ignorância? Não compraram a estúpida ideia de que os portugueses andaram a viver como se não houvesse amanhã, entre a compra de carros topo de gama e viagens a Cancun? Cumprida a promessa de empobrecimento de um povo já pobre queixam-se de quê? Dos "portugueses", de que esta gente falava, afinal não serem uma entidade abstrata, mas cada um nós?

Não, o Governo não passou fronteira nenhuma. Passámo-la nós todos, quando aceitámos sem indignação este discurso. Quando tratámos como coisa menor os ataques ao Estado Social que conquistámos contra a vontade de quem sempre viveu do privilégio. Não percebendo que foi ele que permitiu, à maioria de nós, o nascimento em segurança, o ensino garantido, o aumento da nossa esperança de vida.

Quando alguns dizem que o saque às funções sociais do Estado a que estamos a assistir é criminoso não estão a socorrer-se de liberdades literárias ou de um excesso de adjetivação. É mesmo criminoso. No sentido literal do termo. A transferência de recursos do Estado e dos rendimentos do trabalho para a ganância privada terá um preço. O empobrecimento que nos vendem como coisa purificadora terá as suas vítimas. O preço será em vidas e em dignidade. As as vítimas serão as do costume. Pena que sejam elas, tantas vezes, a comprar com entusiasmo ou resignação a propaganda dos que nunca toleraram a ideia de, nos últimos trinta anos, os pobres deste país terem conquistado alguma dignidade, prejudicando com as suas conquistas tantas oportunidades de negócio.

Não há nenhuma nova perversidade ou desumanidade no que disse o secretário de Estado. É apenas a consequência lógica do discurso agora dominante. Esse sim, perverso e desumano. Se continuarmos a aceitar sem luta perder tudo o que conquistámos, a proposta deste senhor nem será assunto daqui a uns tempos. Porque isto é só o começo"

Daniel Oliveira (www.expresso.pt)

2012/06/03

Como os politicos roubam em Portugal


Como já nos roubaram o dinheiro todo, temos que pedir dinheiro aos ladrões da troika a juros altíssimos, para os ladrões de cá terem dinheiro para continuarem a roubar, e poderem partilhar o produto do roubo com a troika. Os nossos filhos vão ficar endividados para o resto das suas vidas para os ladrões e os seus filhos viverem sem fazer nada para o resto das vidas deles.

Assokapa