Lutar, até que o povo acorde. Neste blog publicarei as minhas opiniões e a de outros com as quais concorde. Denunciarei as injustiças e a corrupção de forma simples e pragmática para que os mais desatentos entendam a forma como somos roubados, por quem e para quem. Fá-lo-ei de forma anónima, usando o mesmo principio do voto secreto, e porque quero poder dizer o que penso sem condicionalismos de espécie nenhuma. Embora pensemos que vivemos num país democrático, o certo é que cada vez mais somos controlados pelos poderes e corporativismos instalados, que não olham a meios para atingir os fins.
É importante saber que não tenho partido, religião, clube ou qualquer outra doutrina ou forma de associativismo que condicione a minha forma de pensar. Tento estar atento ao que me rodeia e pauto-me pela independência, imparcialidade, justiça e bom censo.
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As imposições de Bruxelas para se atingir determinados níveis de défice, mostram de forma clara as intenções de Bruxelas em relação à economia portuguesa. Se for necessário usar o dinheiro dos nossos impostos para cobrir os roubos, as corrupções e as perdas da banca, Bruxelas permite que os limites do défice sejam excedidos sem problema nenhum, como aconteceu ao défice de 2015, cujo limite foi largamente ultrapassado devido à ajuda ao Banif. Mas se for preciso exceder os limites do défice exigido para salvar vidas, aliviar o sofrimento dos portugueses mais carenciados, evitar que famílias vivam nas ruas e passem fome ou até para salvar a economia nacional, Bruxelas não permite que se exceda o défice.
A prova de que a união europeia e o Banco Central Europeu querem manter Portugal em crise permanente para que os países ricos beneficiem do pagamento dos juros da divida, é que não querem que Portugal suba o ordenado mínimo nacional, nem querem que o governo devolva o que PSD e o CDS nos roubaram, porque sabem que isso vai fazer com que a nossa economia comece a recuperar, e isso não interessa aos corruptos europeus.
Com tanto sítio onde cortar ou ir buscar dinheiro (parcerias público-privadas, resgates de bancos, pagamento de rendas à EDP, ou até cobrança de impostos às grandes fortunas e o fim dos paraísos fiscais) é curioso que o BCE aponte o congelamento do ordenado mínimo nacional, ou a não devolução do que nos foi roubado, como exigência para manter o défice nos valores que eles acham de deve estar, sabendo eles que o poder de compra dos portugueses é a única forma de a economia portuguesa poder começar a crescer.
Quem é minimamente inteligente sabe, que só com a devolução do poder de compra dos portugueses é possível fazer a economia e o emprego crescerem. Os bancos podem estar cheios de dinheiro para emprestar às empresas, que sem poder de compra dos portugueses nenhum empresário vai pedir emprestado ao banco para fazer uma empresa inviável por falta de quem lhes compre os produtos ou serviços.
Como não acredito que os economistas do BCE sejam tão estúpidos ou tão incompetentes que não saibam isso, só resta a possibilidade de tudo isto ser orquestrado por políticos corruptos europeus, no sentido de manter Portugal em profunda crise e assim beneficiarem com o colapso da economia portuguesa.
Pois é... vejam, divulguem e acordem de uma vez por todas.
Muita gente pensa que isto são as teorias da conspiração, mas de dia para dia, torna-se cada vez mais claro a intenção das elites que dominam o mundo. Muito do que se diz aqui já está a acontecer, e se recuarmos 50 anos atrás, e vermos como estava o mundo naquela altura e como está hoje, é fácil de prevermos os próximos 20 anos. Isto não é ficção, é a realidade pura e dura, e se não acordarmos e nos revoltarmos, é este o percurso que vamos percorrer e é este o fim que vamos ter.
E não pense quem é rico, ou quem é politico ou de qualquer outra forma se julga intocável ou pensa que isto não é para si, porque é só uma questão de tempo. Mais, com o mundo controlado por computador e todos com chip, é facílimo menos pessoas controlarem o mundo. A policia abate à vista quem não tiver chip, e para quem tem chip, basta desligar o chip. Com scaners espalhados pelas cidades e pelo mundo, registando pessoas que circulem sem chip e abatendo-as, fica fácil poucas pessoas controlarem o mundo inteiro.
Nesse mundo, seremos apenas máquinas de executar tarefas, e à primeira desobediência podem abater-nos por localização de gps, ou desligar-nos o chip. Com o chip desligado, não temos dinheiro (porque só existe por transacção electronica) não temos comida, não temos água, não temos acesso a nada, e quando "apanhados" sem chip ou com ele desligado seremos abatidos à vista.
Vá lá... vamos acordar de vez e vamos acordar os que ainda estão a dormir, ou a pensar que isto só vai afectar os outros.
Vamos assinar esta petição e divulgar esta iniciativa. Apesar de ser um projecto que não irá agradar às elites corruptas e que usam e abusam do poder para proveito próprio, o facto é que somos muitos mais que eles e temos a obrigação e o dever de lutar pelos mais fracos das nossas sociedades. Se implementarmos este sistema de remuneração dos europeus, já pensaram na salto evolutivo que a nossa sociedade dava em termos culturais e de felicidade colectiva?
Este
gráfico mostra bem a desigualdade nos Estado Unidos da América. Em Portugal as
diferenças são ainda maiores. Portugal é um dos países mais corruptos do mundo,
que até ultrapassa alguns países do terceiro mundo.
Não há no mundo nenhum país corrupto que seja desenvolvido, como também não há
nenhum país desenvolvido onde haja corrupção. É curioso que, com tantos
comentadores políticos a falar na tv, nenhum deles fale de corrupção, que é a
verdadeira causa da crise e das desigualdades no nosso país.
O facto de ninguém falar em corrupção nem vermos nenhum politico apresentar
legislação no sentido de atacar o cancro que é a corrupção, é a prova de que a
corrupção existe ao mais alto nível no governo, nos negócios e nas instituições
que deviam zelar pelo bom funcionamento do estado de direito.
O país tem um cancro grave, e os políticos andam a discutir se a constipação se
deve tratar desta ou daquela forma. Independentemente de todas as discussões políticas,
os roubos continuam diariamente com a torneira dos dinheiros públicos a jorrar
euros para as empresas privadas que dominam e corrompem os políticos no governo
e nos partidos do arco da governação.
Pois é... apesar de já ter defendido neste blog que Portugal devia sair do euro, de dia para dia as provas disso são mais evidentes. Aliás, a troika está a tentar arrastar o mais possível esta inevitabilidade, e com austeridade bem forte, porque cada dia que passa é mais algum dinheiro que eles sacam em juros. E não tenham medo da desvalorização do dinheiro que possam ter no banco, porque o governo ha-de lá ir buscar muito mais que isso.
O Dr. Garcia Pereira esqueceu-se de dizer uma coisa muito importante, que são as exportações. Com a desvalorização do escudo em 30%, as exportações sobem em flecha. Começamos a exportar para todo o lado porque os nossos clientes vão pagar mais barato pelo mesmo produto. Aliás, é também por isso que a troika e a Alemanha não estão nada interessados em que saiamos do euro. Começávamos a concorrer com os produtos de alguns deles nas exportações, e a comprar menos BMW e Mercedes. Mas começávamos a fazer nascer a nossa agricultura, pecuária, pesca e até industria.
É por esta razão, que o governo está a privatizar tudo com urgência, não é só para roubar o estado, é também para impedir que Portugal consiga ter produção própria. Foi para isso que desmantelaram a nossa produção, e é por isso que existem quotas. Para a escravizar o povo português é necessário retirar-lhe todos os meios e capacidade de produção, e dar aos privados, (maior parte das vezes a estrangeiros).
Mas a forma mais simples de perceber que só tínhamos a ganhar, é que este governo corrupto e a Alemanha, que já provaram só querer o desmantelamento do país e o empobrecimento dos portugueses, não estão interessados nisso. Essa é a melhor prova de que Portugal só tinha a ganhar. Outra prova de que só tínhamos a ganhar, é que a Argentina e a Islândia que mandaram cagar os mercados (bancos), estão a crescer de forma sustentada mais do que qualquer outro país da Europa. Na Islândia o estado até reduziu 24.000 euros em cada empréstimo à habitação. Poupando no roubo que o governo e os bancos fazem ao estado, até dá para oferecer aos cidadãos.
Portugal e os portugueses só têm a ganhar com a saída do euro. Quem não tem a ganhar são os bancos, os governantes e os políticos corruptos para quem a permanência no euro e a austeridade é tão lucrativa. Mas oiçam os argumentos deste homem.... e pensem.
Sabia que… ao contrário do que nos dizem, são os cidadãos dos países resgatados e com intervenção da troika que estão a ajudar e a subsidiar os cidadãos dos países ditos ricos?
Pois é… na Europa diz-se que são os países ricos que ajudam a Grécia, Portugal, Irlanda e a Espanha, mas é exactamente ao contrário. Analisemos profundamente o que se está a passar para entendermos este fenómeno.
Antes de rebentar a bolha imobiliária e a instalação da crise, os bancos privados dos países ricos (América, Alemanha, França e Reino unido, etc.) emprestavam dinheiro sem garantias bancárias aos bancos privados da Grécia, de Portugal e da Irlanda e faziam investimentos imobiliários nestes países.
Quando rebentou a crise e se instalou o pânico, os bancos privados dos países pobres não tinham dinheiro para pagar as suas dividas aos bancos credores dos países ricos e entraram em falência técnica.
Até aqui tudo normal. Quando um banco privado empresta dinheiro a outro banco privado sem garantias bancárias, está sujeito a que se o banco devedor for à falência, o banco credor perde esse dinheiro. Neste caso, vários bancos de países ricos iam à falência, e seriam os cidadãos (investidores) desses países que deveriam perder as suas economias. Quem empresta dinheiro sem garantias bancárias ou faz investimentos arriscados, está sujeito a perder dinheiro se as coisas correrem mal.
Entretanto, os bancos privados portugueses, sem dinheiro para pagar os empréstimos, e a precisar de mais dinheiro para alimentar os seus accionistas e os seus ordenados milionários, vão ter com os corruptos que estão no governo e que lá foram colocados por eles, que são seus empregados, e que lhes devem obediência através das maçonarias, e dizem-lhes que precisam que o estado português vá pedir dinheiro à Europa e ao Fundo Monetário Internacional (FMI) para que eles não vão à falência.
Os ladrões que estão no governo (e que tomaram o poder com programas de governo fraudulentos) dizem aos cidadãos dos seus países que não há dinheiro para pagar os ordenados dos funcionários públicos e sustentar o estado social e assim concretizam o pedido de empréstimo, que para além de resolver o problema dos bancos privados, ajuda a que o governo possa cumprir as suas pretensões ideológicas, cortar nos ordenados e no estado social com a desculpa que são exigências da troika. Com esta manobra conseguem outra coisa fantástica, passam a divida dos bancos que é privada, para uma divida publica, ou seja de todos nós. A maior parte do dinheiro emprestado a Portugal foi todo para os bancos poderem pagar as suas dividas aos bancos alemães.
O mais nojento disto tudo, é o que os bancos dos países ricos (credores) que emprestaram o dinheiro sem garantias aos bancos dos países pobres (devedores) que deviam ficar a arder com o dinheiro que emprestaram sem garantias, além de reaverem o dinheiro que deveriam ter perdido, ainda o fazem com juros caríssimos. Por outro lado, os bancos portugueses e dos outros países sob resgate, para além de receberem dinheiro de todos nós para pagar uma divida que é deles, ainda o fazem cobrando-nos juros, através da compra de divida publica, cobrando juros mais altos do que os juros que pagam graças à garantia do estado Português.
Resumindo… foram os cidadãos dos países pobres e sob resgate que ficaram devedores do dinheiro que foi pago aos países ricos, para que os cidadãos dos países ricos não perdessem as suas economias, resultado da falência dos seus bancos privados que emprestaram dinheiro a bancos privados dos países agora intervencionados, sem garantias bancárias.
Fica aqui a prova em como há censura nos meios de comunicação social. A Islândia resolveu a crise como todos os países da europa deviam resolver. Se a comunicação social fosse livre em Portugal, nós veríamos reportagens como esta todos os dias, em vez do caso Meddie, ou as desgraças no médio oriente. Como a censura não é só praticada em Portugal, mas em toda a europa, é fácil perceber que toda a europa está a ser controlada pelo grupo Bidelberg, e C.ia lda.
Os ladrões dos politicos ao serviço das maçonarias e dos grandes grupos económicos (bancos, e outras organizações criminosas) só deixam passar na comunicação social as noticias que lhes interessam, e escondem as que não lhes interessam. Nunca se ouve falar de como a Islândia resolveu o problema da crise, nem como um empresário do norte acabou com um contrato SWAP e recuperou o dinheiro que lhe tinha sido roubado por um banco.
Vamos sendo entretidos com telenovelas, futebol e "casas dos segredos" e quando dermos por ela, estamos todos em campos de concentração.
O que parecia inacreditável aqui há uns anos, já está acontecer em Portugal. Somos os últimos da europa no que toca ao bem estar social, mas somos sempre os primeiros no que toca ao abuso dos direitos humanos, liberdades e garantias do povo. Os ladrões dos políticos e dos grandes interesses económicos têm sempre as suas liberdades e garantias asseguradas.
Há um projecto secreto na Europa para a privatização da água, e pasme-se em Portugal já temos água privatizada em Paços de Ferreira. Na prática e para quem não está dentro do assunto, privatizar a água, significa dar a alguns amigos e patrocinadores dos ladrões que nos governam um bem que é de todos nós, a Água. Inacreditavelmente, a Água que existe no país, e que é de todos nós, passa a ser propriedade privada de alguns grupos económicos escolhidos pelos ladrões que nos governam.
Assim, para estes grupos económicos que depositam dinheiro na conta dos políticos corruptos, e pagam-lhes as campanhas eleitorais, recebem a propriedade da água que existe no país, o que é um excelente negócio. Para os ladrões que nos governam também é um excelente negócio já que estão a vender um bem que é de todos nós, e a depositar o dinheiro da venda nas suas contas pessoais que têm em paraísos fiscais. Para o povo é um péssimo negocio, já que só vamos poder usar a água que era de todos nós, se pagarmos o que os donos da água quiserem cobrar por ela.
Se neste momento a água já é cara pagando nós apenas o preço de custo da água, imaginem quando a água for propriedade privada, e com o preço tabelado por gananciosos que apenas pretendem lucrar com a venda da água. O que os mentirosos dos politicos nos vão dizer é que com a privatização da água o preço vai descer e a qualidade da água melhorar, mas como se vê em Paços de Ferreira, a qualidade piorou bastante, e o preço subiu 400%. Para quem pagava 100€ de água por mês vai passar a pagar 400€ por mês.
Está a decorrer uma petição com recolha de assinaturas, para que seja referendado a privatização da água, que convém que todos assinemos e divulguemos. Depois da água ser privatizada não há volta a dar, vamos ter que pagar o que nos pedirem se quisermos beber água.
Todos os Portugueses devem ver este filme. Os Problemas do povo islandês são muito semelhantes aos nossos, e eles aproveitaram a crise para fazerem uma revolução e tomarem as rédeas do pais, acabando com a corrupção, alterando as leis, e inclusivamente participando na criação de uma nova constituição. Vale a pena ver. Clique em full screen no lado direito do rodapé do filme. Para sair do modo ecran inteiro, clique em Esc
O primeiro capítulo da série documental "Aurora" foi lançado no passado
dia 5 de Dezembro de 2011. Neste primeiro capítulo é explicado o
paradigma económico do sistema monetário na sua essência. A partir deste
ponto, o espectador entenderá como as políticas monetárias atuais estão
à partida condenadas ao fracasso. Esperar que "a mão invisível" dos
mercados corrija os problemas que por ela foram criados é contraditório.
O povo diz que "o amor ao dinheiro é a raiz de todos os problemas", e
enquanto não interiorizarmos esta realidade, não nos será possível
evoluir pacificamente para um novo paradigma.
Segundo capítulo: "PORTUGAL DE TODOS -- a lógica de uma nova economia"
Hiperligação para o Youtube: http://youtu.be/Skm57inNCZo
Sobre o Projeto Aurora
O
Projeto Aurora tem como objetivo principal esclarecer da forma mais
sucinta e abrangente possível o paradigma da sociedade contemporânea
portuguesa. Os temas abordados parecem diversos à primeira vista, mas
complementar-se-ão no final de forma a apresentar uma visão holística da
situação atual. Dividido em capítulos, com uma duração aproximada de
trinta minutos, este projeto baseia-se na apresentação de factos
suscetíveis de causarem uma tomada de consciência e na apresentação de
possíveis soluções que corrijam os diferentes defeitos intrínsecos do
sistema vigente.
O segundo capítulo da série documental "Aurora" foi lançado no passado
dia 1 de Julho de 2012. Neste segundo capítulo é sugerido um novo
caminho não só para a economia em Portugal, mas para a de outros países.
A primeira parte deste capítulo trata dos processos de decisão baseados
no método científico, enquanto na segunda parte é introduzido o
conceito de uma nova economia intitulada de "Economia Baseada nos
Recursos" (EBR). Este novo conceito é explicado em traços gerais,
explicitando-se as principais diferenças entre a economia monetária que
temos atualmente e esta nova EBR.
Sobre o Projeto Aurora
O
Projeto Aurora tem como objetivo principal esclarecer da forma mais
sucinta e abrangente possível o paradigma da sociedade contemporânea
portuguesa. Os temas abordados parecem diversos à primeira vista, mas
complementar-se-ão no final de forma a apresentar uma visão holística da
situação atual. Dividido em capítulos, com uma duração aproximada de
trinta minutos, este projeto baseia-se na apresentação de factos
suscetíveis de causarem uma tomada de consciência e na apresentação de
possíveis soluções que corrijam os diferentes defeitos intrínsecos do
sistema vigente.