Lutar, até que o povo acorde. Neste blog publicarei as minhas opiniões e a de outros com as quais concorde. Denunciarei as injustiças e a corrupção de forma simples e pragmática para que os mais desatentos entendam a forma como somos roubados, por quem e para quem. Fá-lo-ei de forma anónima, usando o mesmo principio do voto secreto, e porque quero poder dizer o que penso sem condicionalismos de espécie nenhuma. Embora pensemos que vivemos num país democrático, o certo é que cada vez mais somos controlados pelos poderes e corporativismos instalados, que não olham a meios para atingir os fins.
É importante saber que não tenho partido, religião, clube ou qualquer outra doutrina ou forma de associativismo que condicione a minha forma de pensar. Tento estar atento ao que me rodeia e pauto-me pela independência, imparcialidade, justiça e bom censo.
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2014/02/19
A corrupção nacional e internacional no seu melhor
120 mil milhões de euros?? isso é só em portugal... hehehehe. Estes alemães são uns optimistas. Mas é engraçado... a união europeia achar que Portugal tem um problema grave com a corrupção, e nós cá não ouvimos nenhum governante e quase nenhum politico ou comentador falar disso. Porque será? porque os corruptos são eles próprios. Outra coisa engraçada, é, segundo os ladrões que estão no governo, os nossos credores fazerem as exigências que os obrigam a aplicar a austeridade em Portugal, e sabendo eles que a corrupção está completamente descontrolada em Portugal, não exigirem medidas para acabarem com a corrupção. Porquê? É fácil, porque é graças à corrupção que os nossos credores cobram os juros que cobram, e que conseguem comprar as nossas empresas ao preço da uva mijona, ou até receberem as nossas empresas com contratos de pagamentos de rendas fixas astronómicas. Enfim... a corrupção nacional e internacional no seu melhor.
2014/01/30
Rendimento Básico Incondicional
Vamos assinar esta petição e divulgar esta iniciativa. Apesar de ser um projecto que não irá agradar às elites corruptas e que usam e abusam do poder para proveito próprio, o facto é que somos muitos mais que eles e temos a obrigação e o dever de lutar pelos mais fracos das nossas sociedades. Se implementarmos este sistema de remuneração dos europeus, já pensaram na salto evolutivo que a nossa sociedade dava em termos culturais e de felicidade colectiva?
2014/01/04
A Lei permite que os políticos roubem as quantias que quiserem sempre que quiserem... não há limites.
Como podem ver, e como tenho dito, em Portugal rouba-se à descarada e de forma legal. Os ladrões fazem as leis para poderem roubar à grande e à portuguesa, com a cumplicidade do presidente da república e de todas as instituições de regulação. É impossível julgar ou condenar estes criminosos porque são eles que fazem as leis que os protegem. Só a eleição de políticos de esquerda que alterassem estas leis e acabassem com esta roubalheira poderia fazer com que Portugal voltasse ao crescimento. Enquanto os ladrões do PSD, PS e CDS estiverem no governo e continuarem a roubar à vontade as quantias que quiserem, nunca poderemos recuperar a economia e voltarmos ao crescimento económico. E como já não temos mais para roubar, eles pedem emprestado à troika para terem mais para roubar, e nós pagamos. A troika aceita porque o produto do roubo é dividido com eles… em juros mais altos que os de mercado.
2014/01/01
Governo e tribunais arbitrais roubam o estado... legalmente.
É incrível como através dos tribunais arbitrais criados pelos corruptos dos políticos no governo, é possível roubar-se as quantias que os ladrões desejarem sem qualquer controlo, e de forma legal. Os tribunais públicos com juízes independentes, foram postos de parte e não lhes é permitido mediar conflitos entre corruptos. Marinho Pinto teve a coragem de denunciar isso na cara dos corruptos e para todo o país ver. Mas como vivemos num país com o melhor povo do mundo... nada acontece. Nem o povo, nem nenhuma instituição do estado, se insurge contra esta nova forma de roubar criada por políticos corruptos para poderem roubar o estado e o dinheiro dos nossos impostos, de forma legal.
2013/12/19
Um governo de traidores à pátria
Como já é prática comum de há uns anos para cá, quando deixarem o governo, vamos ver estes políticos a arranjarem grandes tachos nos bancos para quem entregaram o dinheiro que nos roubaram, e a irem trabalhar para instituições europeias.
Já agora, se não sabem ficam a saber que o governo já entregou em 20 municípios a água que bebemos, a empresas que para além de privadas, são estrangeiras. São empresas chinesas e espanholas que neste momento são donos das água que se bebe em 20 municípios, podendo cobrar o que muito bem entenderem, e sendo eles responsáveis pelo tratamento e qualidade da água. Só isto, deveria dar prisão para todos os membros do governo. Mas não dá porque são eles que fazem as leis.
Quando a injustiça se torna lei, a revolta torna-se um dever.
2013/12/17
Em Portugal, rouba-se e mata-se impunemente
Este país está numa situação simplesmente caricata. Toda a gente sabe que se rouba e que se foge aos impostos, toda a gente sabe quem rouba e quem não paga impostos, todos sabemos quem devia investigar, julgar a prender os corruptos, todos nós sabemos quem deveria ser o garante do regular funcionamento da democracia e do estado de direito... e não se passa absolutamente nada. Tudo acontece à vista de toda a gente, com as provas dos crimes mesmo à mão de semear, e o que se condena neste país, são rapazes que roubam pizzas e quem denuncia a corrupção. Acreditem no que vos digo... se não formos todos para a rua dispostos a tudo, vamos ser todos espoliados e assassinados por camadas sociais... começam pelos mais pobres, mas todos seremos vitimas destes assassinos que nos governam.
Podemos também ver neste video que os pais dos juízes e os filhos dos juízes podem matar com uma arma quem quiserem na rua, que não são constituídos arguidos nem sequer passam pela prisão. Isto ninguém acredita. Só vendo mesmo.
Assokapa
2013/12/16
Um tiro nos tomates do Passos Coelho
Mário Soares, Vasco Lourenço e o Pápa... acham que isto só lá vai à porrada. Os Gato Fedorento também já chegaram a essa conclusão.... e nós? estamos à espera de quê? ... E nos cornos também dava jeito.
2013/12/08
Não vos pesa a consciência?
O presidente da republica, a assembleia da republica, a justiça e todas as instituições que deveriam regular o estado de direito democrático, estão, em clara cumplicidade com o governo, a pilhar o estado português e a destruir o país de forma irreversível, numa clara atitude de traição à pátria, colaborando com o poder económico nacional e internacional, na escravização do povo português.
Esta situação já seria inaceitável por parte de um governo legitimamente eleito, muito menos se pode aceitar por parte de um grupo de vigaristas que tomaram o poder com um programa eleitoral nitidamente fraudulento. A sua governação é radicalmente oposta a todas as promessas eleitorais.
Quando crianças passam fome, frio e todo o tipo de privações, pais que não têm comida para pôr na mesa, famílias que vão viver para a rua, idosos, deficientes e doentes crónicos que sofrem com falta de medicamentos que lhes aliviem as dores ou que lhes permitam viver, ou portugueses que se suicidam diariamente, há qualquer coisa de muito errado neste país, nas instituições que deviam investigar e condenar a corrupção e que deveriam zelar pelo regular funcionamento da democracia portuguesa.
Esta situação assume contornos patologicamente sádicos e claramente criminosos, quando não resulta de uma inevitabilidade ou de uma catástrofe, mas antes pelo contrário é uma situação provocada por um governo corrupto, com o propósito de transferir dinheiros públicos para os grandes grupos económicos, a fim de enriquecer mais quem já é escandalosamente rico. Os relatórios internacionais não deixam dúvidas, Portugal está muito mais corrupto e o fosso entre ricos e pobres é cada vez maior.
Apesar de não sermos informados pela comunicação social que é controlada pelo poder económico e politico, está à vista de todos que, paralelamente ao sofrimento dos portugueses e ao desmantelamento do estado social e da economia do país, cresce o lucro desmesurado da banca, o escandaloso enriquecimento ilícito dos políticos e o aumento de todo o tipo de roubos, como o BPN, parcerias público-privadas, contratos swap ou as contrapartidas na compra de submarinos.
Todos nós, portugueses em geral, temos sido coniventes com esta situação, já que temos aceitado toda a subversão das regras democráticas, alheando-nos de todos os ataques que temos sido vítimas por parte dos sucessivos governos das últimas décadas, e mais selvaticamente por este ultimo governo do PSD/CDS, que tem tido uma governação inequivocamente ditatorial, descaradamente corrupta, claramente ilegal e insensivelmente desumana.
Está na hora de cada um de nós tomar uma posição clara e inequívoca. Quem aceita o mal sem protestar, coopera com ele. Não há posições de imparcialidade. Ou se está com os corruptos e com os ladrões e continua-se sentado no sofá, ou se está contra a corrupção e a impunidade, e à semelhança do que se fez na Islândia, julga-se e prende-se os culpados por esta situação. Eu, Já não suporto a chata da minha consciência. E tu? Suportas a tua? Quando a injustiça se torna lei, a rebelião torna-se um dever.
2013/12/04
Saída do euro... urgentemente.
2013/12/01
Auditoria financeira à dívida publica
"Quem defende a renegociação da dívida é porque teme a transparência, o rigor e a responsabilização de actos cometidos na ilegitimidade, bem como quer que o cidadão continue a pagar dívidas enquadradas na ilegitimidade e quer transferir esta divida que será sempre exponencial para futuras gerações.
Portugal com o seu poder político é o único que quer a renegociação enquanto outros Estados lutam pela auditoria porque querem a factura detalhada para anular as dívidas enquadradas na ilegitimidade e responsabilizar todo aquele que cometeu crime público contra o Estado.
EXIJO A FACTURA DETALHADA e para isso Eu, Cidadã, defendo a suspensão, exijo uma auditoria financeira ao Estado na qual toda dívida e/ou despesa pública identificada na legitimidade assume-se o seu pagamento integral, todas aquelas identificadas no enquadramento da ilegitimidade exijo a sua anulação, bem como exijo a responsabilização para todo aquele que as contraiu.
NÃO NECESSITA SER APROVADO POR NENHUM ÓRGÃO DO ESTADO."
Evelyn MCH
Assine este instrumento legal para a realização de uma auditoria à divida publica portuguesa aqui
2013/11/23
Portugal subsidia a Alemanha
2013/11/11
O governo não está a cumprir o memorando da troika
Pois é… o governo diz que está a cumprir as exigências da troika e que a austeridade é imposta pela troika, mas na verdade o governo não está a cumprir na totalidade o acordo com a troika. O governo só está a cumprir a parte que lhe interessa do memorando da troika, e não está a cumprir as orientações do memorando no que toca a acabar com o roubo dos dinheiros públicos a favor dos privados, das gorduras do estado e dos interesses instalados.
Do memorando com a troika, fazem parte a redução drástica das transferências de verbas publicas para as PPP’s, contratos SWAP, o fim dos financiamentos a escolas privadas, rendas fixas pagas a empresas privadas e cortes nas gorduras do estado, como Institutos, observatórios, empresas municipais e todas as outras instituições criadas apenas para dar tachos aos boys dos partidos. Mas os ladrões que se apoderaram do estado com programas eleitorais fraudulentos, fazem ouvidos moucos e só cumprem a parte do memorando que não afecta as empresas para quem trabalham, que são os grandes grupos económicos, as maçonarias, os amigos e os boys dos partidos.
É por isso que os ladrões que estão no governo vão mais além do que a troika exige, no que toca ao assalto aos ordenados, subsídios e pensões do povo, e às pequenas e médias empresas. Há que roubar ao povo mais dinheiro do que seria necessário, para não ter que tocar nos interesses instalados, nem taxar as grandes fortunas que simplesmente não pagam impostos.
Mas veja com os seus próprios olhos...
https://www.youtube.com/watch?v=Qqxgdp6_9Ig
2013/10/25
Fábrica de peúgas dá lição de gestão ao governo
Pois é… a prova de que os ladrões que estão no governo, são cúmplices no roubo do dinheiro que sai das empresas publicas (nós todos) para os cofres dos bancos através dos contratos swap lesivos para o estado, é que uma empresa relativamente pequena, conseguiu anular um contrato swap e ser reembolsada do dinheiro que lhe foi roubado pelo banco.
Se o governo não fosse cúmplice do roubo, já poderia ter feito o que fez este empresário, ou mesmo que não tenham tido a inteligência de o fazer antes, podiam agora aproveitar a jurisprudência desta decisão, e contestar todos os contratos swap que têm com os bancos.
Mas como os contratos swap não foram feitos inocentemente, foram feitos para roubar o dinheiro dos nossos impostos para dar aos bancos, é natural que os ladrões que estão no governo não contestem os contratos em tribunal.
Estranhamente, esta noticia que só se ouviu uma vez, desapareceu de todos os noticiários como que por magia, enquanto que outras “não noticias” como o caso Maddie anda a ser repetida há uma semana.
Não seria de interesse publico que algum jornalista perguntasse ao governo porque não contesta os contratos swap em tribunal?
Assokapa
2013/10/23
Os partidos políticos são organizações criminosas
No caso dos partidos do arco do poder, já se percebeu que o objectivo é o assalto ao dinheiro dos nossos impostos, e que todos eles roubam para os mesmo grupos económicos, mas mesmo os partidos de esquerda, põe os seus interesses próprios à frente dos interesses do país, já que não se unem numa luta que deveria ser conjunta.
Todos os políticos dizem que não há democracia sem partidos, mas no caso português é exactamente o contrário, nunca haverá democracia enquanto houver os partidos que temos. Os partidos impedem que a sociedade civil organize candidaturas independentes nas eleições legislativas, e impedem qualquer tentativa de se acabar com a corrupção.
Quando todos sabemos que a causa da crise em que nos encontramos é a corrupção, é chocante ver que nenhum partido, nenhum comentador politico (que seja politico) e muito poucos jornalistas falem de corrupção.
Nos debates que ocupam os canais televisivos, fala-se de tudo menos de corrupção. Os lóbis dos partidos estão bem organizados, e controlam com muita eficácia tudo o que passa nas televisões.
O Controle é tão bem feito, que até o movimento “que se lixe a troika” que não duvido, tenha as melhores intenções, se organiza em torno da luta contra a troika, quando se devia organizar em torno da exigência da criação de leis que incriminasse a corrupção, porque até a vinda da troika para portugal foi motivada pela corrupção e é em si um acto de corrupção, já que há um acordo secreto entre a troika e o estado português, em que o estado português paga juros muito mais altos à troika, em troca da troika deixar o estado português continuar a roubar dinheiro aos trabalhadores e aos reformados, para dar aos grandes grupos económicos.
Mas vejam aqui a opinião de alguns jornalistas (pouco conhecidos) pelo facto de não pactuarem com os grandes grupos económicos...
Assokapa
2013/08/26
Os ladrões estão no governo
Antes eram escolhidos para formar governo, pessoas que não estavam envolvidas em crimes, e só se tornavam ladrões depois de serem eleitos. Hoje em dia é mesmo à descarada, e só são escolhidos para o governo ladrões credenciados, com curriculum e com provas dadas, para terem a certeza de que estão a entregar o nosso dinheiro a ladrões que nos roubam a favor de grandes grupos económicos.
Este governo tem ministros e secretários de estado ligados aos maiores roubos que se fizeram ao erário publico. Do BPN, aos contratos SWAP, passando pelas parcerias público-privadas e pela corrupção dos submarinos, há no governo ladrões para todos os gostos, e especializados nos diversos tipos de roubo de que temos sido e vamos continuar a ser vítimas. Se houvesse justiça neste país, maior parte dos ministros e secretários de estado deste governo estavam presos.
2013/08/09
Reformas dos políticos sem cortes
Comentário… Pois é, os ladrões dos políticos do PSD e do CDS que foram eleitos pelos portugueses através de um programa eleitoral mentiroso e fraudulento, com a cumplicidade do presidente da republica que deveria zelar pelo regular funcionamento das instituições, têm a lata de deixar de fora dos cortes, as reformas dos políticos.
Segundo os ladrões que estão no governo, as reformas dos políticos não são reformas, são subvenções vitalícias, e como tal não ficam abrangidos pelos cortes de 10%. Numa coisa eles têm razão, as subvenções vitalícias são diferentes das reformas na medida em que as reformas são normalmente miseráveis, e só podem ser atribuídas a quem já tenha pelo menos 65 anos de idade e mais de 30 anos de serviço, e as subvenções vitalícias andam na sua maioria entre os 5.000 e os 20.000 euros e são atribuídas pelos ladrões, aos ladrões que nunca descontaram na vida e que podem começar a ser recebidas em qualquer idade. Há ladrões com 45 anos a receber subvenções vitalícias.
Os chulos que nunca fizeram nada na vida senão roubar os cofres do estado (dinheiro de todo nós) e que recebem até morrerem 20.000€ (vinte mil euros) por mês (pagos por quem trabalha), não podem sofrer um corte de 10%. Como é que os coitadinhos iam viver apenas com 18.000€ por mês?
Mais uma vez os ladrões que nos roubam têm razão. O povo é tão estupido, que dá para tudo. Até já nos gozam dizendo que somos o melhor povo do mundo. Apesar de sermos escandalosamente roubados em mais de 10.000.000.000 (dez mil milhões de euros) todos os anos, segundo as sondagens, ainda há 65,2% de mentes brilhantes que votam nos ladrões que nos roubam há décadas. (PS 34,6%, PSD 25% e CDS 5,6%). Se os benificiários dos roubos são menos de 1% da população, é inacreditável que, depois de todos os roubos de que temos sido vitimas e de toda a informação disponível acerca desses roubos, 65,2% dos portugueses que votam, ainda estejam dispostos a entregar o nosso dinheiro a quem o tem roubado para dar aos grandes grupos económicos. Pelos vistos estamos a adorar ser escandalosamente roubados. Somos de facto “o melhor povo do mundo”. Que tristeza.
Assokapa
2013/08/06
Lei beneficia a corrupção
Comentário… Pois é, esta é a melhor prova de que os políticos são maioritariamente corruptos. Como são eles que fazem as leis, fazem-nas de forma a livrarem-se da prisão. Quando um corrupto é condenado em 1ª instância, interpõe recurso que lhe suspende a pena. Passados uns anos, se for condenado no Tribunal da Relação, mete outro recurso e livra-se novamente da prisão. Interpõe mais um recurso para o Supremo e se for condenado no Supremo ainda pode recorrer para o Constitucional. Com estes recursos todos que não têm efeitos suspensivos sobre os prazos de prescrição, o crime apesar de várias vezes condenado, prescreve e o ladrão pode ir roubar novamente para o governo ou para outro tacho qualquer
É por isto que os políticos corruptos não são presos. Se os políticos não fossem corruptos e quisessem combater a corrupção, bastaria fazer a lei ao contrário. Os recursos não tinham efeitos suspensivos nas penas e se fossem condenados aguardavam o recurso na prisão como qualquer outro cidadão, e uma vez apresentado um recurso, teria efeito suspensivo no prazo de prescrição, evitando assim que os crimes prescrevessem com a interposição de recursos.
Assokapa
2013/08/05
A crise foi provocada pela corrupção
O vice-presidente da Associação de Integridade e Transparência, Paulo Morais, garantiu hoje que a crise económica em Portugal não se deve ao facto de os portugueses terem vivido acima das suas possibilidades, mas aos fenómenos de corrupção.
"Há duas mentiras que têm sido repetidas na sociedade portuguesa: que os portugueses andaram a gastar acima das suas possibilidades e que não há alternativa à austeridade para expiarem os pecados (que não cometeram)", disse.
Segundo Paulo Morais, que falava sobre a "Origem da Crise" numa conferência sobre o modelo do Estado Social, promovida pela Escola Superior de Ciências Empresariais do Instituto Politécnico de Setúbal, "grande parte da divida pública e privada é fruto da corrupção e não dos alegados excessos dos portugueses".
Paulo Morais destacou o peso do caso BPN e das Parcerias Público-Privadas (PPP), entre outros, na dívida pública e lembrou que 68% da dívida privada é resultante da especulação imobiliária, salientando que só cerca de 15% da divida privada se pode atribuir aos alegados excessos dos portugueses.
Os resultantes 15% da divida privada, disse Paulo Morais, correspondem a todo o dinheiro disponível na banca para apoiar a economia portuguesa, que considerou insuficiente.
Para o antigo vereador do Urbanismo da Câmara do Porto, a verdadeira explicação para a crise em Portugal está nos fenómenos de corrupção na administração central e local, que têm permitido a "transferência de recursos públicos para grandes grupos económicos".
"Seis a sete por cento dos recursos do Orçamento de Estado vão para grandes grupos económicos", disse Paulo Morais, referindo o grupo Espírito Santo, o grupo Mello e o grupo Mota Engil, como alguns dos principais beneficiários.
"Em 2011, as PPP custaram 1.700 milhões de euros, ou seja, mais do dobro dos 799 milhões de euros que estavam previstos inicialmente", disse Paulo Morais, considerando incompreensível que tivesse havido um desvio com um custo superior ao preço que estava inicialmente previsto.
"O que o Estado pagou a mais às PPP só é possível porque a sede da política - Assembleia da República - está transformada num centro de negócios", disse.
Como exemplo da gestão danosa dos dinheiros públicos, Paulo Morais referiu uma fórmula de cálculo inserida no contrato de uma PPP, numa auto-estrada em Viana do Castelo, em que o concessionário paga multas, ou recebe prémios do Estado, em função da taxa de sinistralidade.
"Se a sinistralidade aumentar 10%, o concessionário tem de pagar uma multa de 600 mil euros, mas, se houver uma redução de 10% na sinistralidade, o Estado tem de pagar à empresa 30 milhões de euros", disse. "Quem assinou o contrato, só por isso, devia estar preso", sentenciou.
Referindo-se à nacionalização do BPN, Paulo Morais lembrou que o anterior governo socialista nacionalizou apenas os prejuízos, que estão a ser pagos pelo povo português, e permitiu que os acionistas da SLN - Sociedade Lusa de Negócios (agora com o nome Galilei), detentora do banco, ficasse com os ativos e com todas as empresas lucrativas.
Paulo Morais garantiu, no entanto, que "se houver vontade política e se a justiça atuar como deve, o Estado ainda pode recuperar três ou quatro mil milhões de euros, através dos ativos do grupo Galilei e das contas bancárias dos principais acionistas".
A aquisição de dois submarinos à Alemanha é, segundo Paulo Morais, mais uma caso de "corrupção comprovada", não pelos tribunais portugueses, mas pelos tribunais da Alemanha.
"Na Alemanha há pessoas [acusadas de corrupção] a dormirem todos os dias na cadeia", disse.
Paulo Morais (vice-presidente da Associação de Integridade e Transparência)
Fonte: http://www.dn.pt/inicio/economia/interior.aspx?content_id=3197635&page=-1
2013/07/29
Eleições viciadas
Desde logo, porque não dispõem dos meios financeiros ilimitados a que os partidos com assento parlamentar têm acesso. Estes canalizam para o processo eleitoral autárquico alguns dos muitos milhões de subvenções que recebem do estado. As condições financeiras são desiguais. E, para agravar esta situação, os partidos têm isenções fiscais, não pagam IVA, enquanto os independentes a isso estão obrigados. Por absurdo, são os candidatos com menos recursos que pagam mais impostos.
Mas o que é ainda mais grave é que não são garantidas condições mínimas de igualdade no acesso aos cidadãos para a transmissão da mensagem eleitoral.
Os partidos do regime beneficiam de doses maciças de propaganda através das televisões e de outros órgãos de comunicação nacionais. Daqui até às eleições, os debates irão suceder-se nos vários canais, com os representantes partidários a defenderem os seus candidatos. Os portugueses irão ser bombardeados com programas em que os candidatos dos partidos do regime serão propagandeados, enquanto os independentes serão esquecidos. Quando o tema em debate for ligado ao processo eleitoral, a campanha será explícita. E mesmo quando se discuta política nacional, as eleições locais estarão presentes, ainda que implicitamente. Como se irão tirar ilações de caráter nacional a partir dos resultados locais, a política governamental e parlamentar estará sempre contaminada pela campanha eleitoral autárquica.
Com a democracia portuguesa diminuída, o processo autárquico está refém de uma partidocracia dominante. Exige-se agora uma atitude corajosa da Comissão Nacional de Eleições, a par de uma desejável autorregulação por parte dos órgãos de comunicação social. A nível local, devem ser proporcionados meios de acesso ao eleitorado equitativos, para partidos e candidaturas independentes. E, sobretudo, devem impedir-se as lavagens de cérebro que os comentadores de serviço dos partidos irão tentar impingir através das televisões.
Paulo Morais
2013/07/16
A corrupção na origem da crise
Não adianta mudarmos de governantes se todos eles tiverem interesse na continuação da corrupção e na falta de legislação para a criminalizar, para poderem continuar a roubar à ganancia.
Nenhum partido está interessado em legislar no sentido de criminalizar a corrupção. Sejam roubos ilegais, e que nunca são julgados com seriedade nem justiça, sejam roubos legais como os diversos financiamentos de muitas instituições parasitas públicas ou privadas, ou criadas apenas para roubar o estado, o facto é que continuam os assaltos aos dinheiros dos nossos impostos.
Os ladrões que se apoderaram do governo do país, (já que foram eleitos com um programa eleitoral fraudulento) já nem a lei fundamental do país respeitam. Tendo como cúmplices os grandes grupos económicos, e todos os organismos que deveriam zelar pelo regular funcionamento das instituições, os ladrões sentem-se completamente acima da lei, e roubam não só legalmente com as leis que eles fizeram para tornarem certos roubos legais, como roubam mesmo ilegalmente sem respeitarem a constituição e à vista de toda a gente.
Para quem quiser perceber o que provocou a crise e como se tem roubado, Paulo Morais explica tudo muito bem explicadinho. Para quem quiser perceber o que se tem que fazer para combater a corrupção, Paulo Morais explica com grande clareza. Pedro Bingre fala aqui e continua aqui da bolha imobiliária gerada pela corrupção e como ela contribuiu para a crise.
Todos nós temos o dever de ouvir e divulgar estas duas intervenções. Tem sido a nossa falta de interesse acerca destes temas, que tem permitido e colaborado com os ladrões dos políticos que em vez e nos governar, têm roubado à vontadinha para eles, para os partidos, para os bancos e para os grandes grupos económicos. A ver se desta vez não votamos mais nos mesmos de sempre. PS, PSD e CDS sempre roubaram e continuaram a roubar o nosso dinheiro, as nossas famílias, os nossos empregos e o nosso país.
Assokapa