Paulo Morais e Medina Carreira falam sem papas na lingua da corrupção em Portugal no programa Olhos nos olho.s
Lutar, até que o povo acorde. Neste blog publicarei as minhas opiniões e a de outros com as quais concorde. Denunciarei as injustiças e a corrupção de forma simples e pragmática para que os mais desatentos entendam a forma como somos roubados, por quem e para quem. Fá-lo-ei de forma anónima, usando o mesmo principio do voto secreto, e porque quero poder dizer o que penso sem condicionalismos de espécie nenhuma. Embora pensemos que vivemos num país democrático, o certo é que cada vez mais somos controlados pelos poderes e corporativismos instalados, que não olham a meios para atingir os fins.
É importante saber que não tenho partido, religião, clube ou qualquer outra doutrina ou forma de associativismo que condicione a minha forma de pensar. Tento estar atento ao que me rodeia e pauto-me pela independência, imparcialidade, justiça e bom censo.
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2012/09/19
A Corrupção em Portugal
Paulo Morais e Medina Carreira falam sem papas na lingua da corrupção em Portugal no programa Olhos nos olho.s
2012/07/31
Dia de Portugal
Grande discurso. Claro e directo. Mas este homem tem um curso superior... não é como os nossos políticos que os compram ou concluem numa universidade privada com 37 anos. Enfim, estamos assim porque quem governa são os burros, os ignorantes e os chicos espertos desta espécie de país. Vejam bem a cara de parvos dos culpados actuais da nossa situação, que continuam com os roubos iniciados pelo governo anterior.
Se tivéssemos um presidente da republica digno desse nome, ainda íamos a tempo de dar a volta a isto. Mas os políticos estão todos comprados... presidente incluído.
Assokapa
2012/06/10
Ladrões criam o sistema de segurança para a casa que costumam assaltar
Paulo Morais acusa o parlamento de corrupção e explica tudinho com nomes e exemplos
Como o governo assassina o povo
"SNS e cancro: que parte do que se está a passar nos últimos dois anos não perceberam?
O secretário de Estado adjunto e da Saúde admitiu publicamente que algumas terapias usadas em alguns pacientes com cancro podem deixar de ser financiadas em breve pelo Serviço Nacional de Saúde. Leal da Costa põe a possibilidade de reduzir a cobertura até agora assegurada e deixar de pagar os tais atos que ele (ao contrário dos médicos que os usam) considera de "eficácia duvidosa". Adiantou, como exemplo "extremo", as terapias que prolongam por pouco tempo a vida de alguns doentes de cancro. A Ordem dos Médicos e duas associações de doentes oncológicos consideraram esta afirmação "alarmante para os doentes" e as declarações do governante "desumanas" e "perversas"
Para além de doentes e médicos, muitas almas sensíveis terão ficado chocadas com esta ideia. Julgarão que, agora sim, o Governo ultrapassou a fronteira que a dignidade humana exigiria. Que cabe ao Serviço Nacional de Saúde lutar até aos limites do conhecimento científico e da vontade de doentes e famílias, apoiados pelo saber dos médicos, pela vida das pessoas. E que o momento da morte não pode depender do dinheiro que cada um tenha na carteira ou no banco.
Não ouviram dizer que o nosso Estado era gordo? Julgavam que a gordura era o quê? As parcerias público-privadas? Os benefícios fiscais à banca? O resgate a instituições financeiras falidas? O Estado sempre foi gordo para quem mais tem. O que o Estado Social trouxe de novo é que passou a tratar dos mais pobres. Não é o Estado Social incomportável? Julgavam que o poder diferenciado de pobres e ricos não se ia sentir na hora de emagrecer o Estado? Achavam que aquele que é, segundo os rankings internacionais, um dos melhores sistemas públicos de saúde de mundo era compatível com a dieta do Estado?
Não ouviram dizer que o Estado asfixia a iniciativa privada? Julgavam que nesta libertação do jugo estatal as empresas dispensariam o mais lucrativo dos negócios, com procura certa e consumidores desesperados? Julgavam que era nos trocos que se estava a pensar? Não tínhamos de acabar com "Estado paizinho"? Julgavam que este desprendimento ganharia uma súbita sensibilidade na hora da morte
Não ouviram dizer que, num dos países mais pobres e desiguais da Europa, vivíamos acima das nossas possibilidades? Se vivíamos acima das nossas possibilidades, não acham que vivemos para lá das nossas possibilidades? E que viver mais uns dias, mais umas semanas, é um luxo incomportável
Não ouviram dizer que para sairmos da crise teríamos de empobrecer? Julgaram que empobrecer era uma coisa limpa e honrada? Que não se pagaria em vidas, em fome e em ignorância? Não compraram a estúpida ideia de que os portugueses andaram a viver como se não houvesse amanhã, entre a compra de carros topo de gama e viagens a Cancun? Cumprida a promessa de empobrecimento de um povo já pobre queixam-se de quê? Dos "portugueses", de que esta gente falava, afinal não serem uma entidade abstrata, mas cada um nós?
Não, o Governo não passou fronteira nenhuma. Passámo-la nós todos, quando aceitámos sem indignação este discurso. Quando tratámos como coisa menor os ataques ao Estado Social que conquistámos contra a vontade de quem sempre viveu do privilégio. Não percebendo que foi ele que permitiu, à maioria de nós, o nascimento em segurança, o ensino garantido, o aumento da nossa esperança de vida.
Quando alguns dizem que o saque às funções sociais do Estado a que estamos a assistir é criminoso não estão a socorrer-se de liberdades literárias ou de um excesso de adjetivação. É mesmo criminoso. No sentido literal do termo. A transferência de recursos do Estado e dos rendimentos do trabalho para a ganância privada terá um preço. O empobrecimento que nos vendem como coisa purificadora terá as suas vítimas. O preço será em vidas e em dignidade. As as vítimas serão as do costume. Pena que sejam elas, tantas vezes, a comprar com entusiasmo ou resignação a propaganda dos que nunca toleraram a ideia de, nos últimos trinta anos, os pobres deste país terem conquistado alguma dignidade, prejudicando com as suas conquistas tantas oportunidades de negócio.
Não há nenhuma nova perversidade ou desumanidade no que disse o secretário de Estado. É apenas a consequência lógica do discurso agora dominante. Esse sim, perverso e desumano. Se continuarmos a aceitar sem luta perder tudo o que conquistámos, a proposta deste senhor nem será assunto daqui a uns tempos. Porque isto é só o começo"
Daniel Oliveira (www.expresso.pt)
2012/06/03
Como os politicos roubam em Portugal
Assokapa
2012/05/21
Portugal, país de politicos ladrões corruptos
Tiago Caiado Guerreiro explica no programa Opinião Publica, porque é que os politicos corruptos não são julgados nem presos.
2012/03/21
2012/01/02
2011/11/13
2011/09/18
Programa de tv censurado pelo poder politico
Henrique Neto revelou a forma como a Maçonaria controla os partidos (ver minuto 26:33 ). Depois deste programa ir para o ar, a SIC cancelou todas as emissões seguintes.
Os convidados também concordam que não existe nenhuma alternativa dentro do parlamento, com partidos como o Bloco de Esquerda e o Partido Comunista a defenderem ideias retrógradas do séc. XIX.
Actualização de 28 de Fevereiro:
Marcelo Rebelo de Sousa confirmou que Henrique Medina Carreira foi afastado por ser incómodo, num texto publicado no jornal Sol:
2011/07/26
2011/07/06
Rating da Moody's abaixo de lixo
Fiquei completamente estupefacto ao ouvir os (ir)responsáveis da banca portuguesa dizerem que não entendem a atitude da Moody’s. São apenas parvos, ou também recebem comissão? As razões são claríssimas. Depois da imprensa nacional (que também deve receber comissão) fazer eco e divulgar esta manobra especulativa, a bolsa nacional é a bolsa com maior queda a nível mundial.
Se os (ir)responsáveis portugueses não entendem esta manobra eu explico. À luz do acordo que Portugal fez com os chulos que nos vêm emprestar 70 mil milhões de euros e cobrar 30 mil milhões de juros pelo empréstimo, Portugal está obrigado a vender grandes empresas públicas, e com esta manobra especulativa apoiada pela imprensa portuguesa em geral, o preço destas empresas no mercado vai ficar baratíssima. O poder financeiro (chulos que fazem as notas) empresta-nos dinheiro na condição de vendermos as nossas empresas mais lucrativas a um preço baixíssimo, e ainda recebem juros altíssimos pela operação.
Há quem diga que a nova ordem mundial está infiltrada na união europeia, e de facto tem lógica esta afirmação, porque a Europa já devia ter criado agências de notação financeiras para atribuir níveis de rating sérios e credíveis às dividas dos países da Europa e não permitirmos que as agências americanas destruíssem as economias europeias com estas especulações. A noticia desta manobra especulativa deve ter rendido aos accionistas e patrocinadores da Moody’s muitos milhares de milhões de euros.