Lutar, até que o povo acorde. Neste blog publicarei as minhas opiniões e a de outros com as quais concorde. Denunciarei as injustiças e a corrupção de forma simples e pragmática para que os mais desatentos entendam a forma como somos roubados, por quem e para quem. Fá-lo-ei de forma anónima, usando o mesmo principio do voto secreto, e porque quero poder dizer o que penso sem condicionalismos de espécie nenhuma. Embora pensemos que vivemos num país democrático, o certo é que cada vez mais somos controlados pelos poderes e corporativismos instalados, que não olham a meios para atingir os fins.
É importante saber que não tenho partido, religião, clube ou qualquer outra doutrina ou forma de associativismo que condicione a minha forma de pensar. Tento estar atento ao que me rodeia e pauto-me pela independência, imparcialidade, justiça e bom censo.
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Este
gráfico mostra bem a desigualdade nos Estado Unidos da América. Em Portugal as
diferenças são ainda maiores. Portugal é um dos países mais corruptos do mundo,
que até ultrapassa alguns países do terceiro mundo.
Não há no mundo nenhum país corrupto que seja desenvolvido, como também não há
nenhum país desenvolvido onde haja corrupção. É curioso que, com tantos
comentadores políticos a falar na tv, nenhum deles fale de corrupção, que é a
verdadeira causa da crise e das desigualdades no nosso país.
O facto de ninguém falar em corrupção nem vermos nenhum politico apresentar
legislação no sentido de atacar o cancro que é a corrupção, é a prova de que a
corrupção existe ao mais alto nível no governo, nos negócios e nas instituições
que deviam zelar pelo bom funcionamento do estado de direito.
O país tem um cancro grave, e os políticos andam a discutir se a constipação se
deve tratar desta ou daquela forma. Independentemente de todas as discussões políticas,
os roubos continuam diariamente com a torneira dos dinheiros públicos a jorrar
euros para as empresas privadas que dominam e corrompem os políticos no governo
e nos partidos do arco da governação.
Esta espécie de país está mesmo uma vergonha. Os políticos em geral e o governo em particular roubam para os bancos e grandes grupos económicos privados, à descarada e à vista de todos. Roubam o que querem, como querem e quando querem. Toda a gente sabe quem rouba, como rouba, e onde rouba e para onde vai o produto do roubo... e fica tudo na mesma. Não se passa nada.
Claro que isto só é possível com a cumplicidade do presidente da republica que deveria zelar pelo regular funcionamento das instituições e defender a Constituição que está sempre a ser violada por este governo, e nada faz. Tal como o povo, Cavaco Silva também está a dormir. É incrível como isto é possível acontecer num estado que se diz de direito e se diz uma democracia.
Para além do presidente da republica, há mais instituições que compactuam com os ladrões que nos roubam constantemente. Estou a falar da assembleia da republica, da procuradoria geral da republica, dos departamentos de investigação e acção penal, das policias e da justiça em geral. Estas instituições que deveriam impedir a corrupção, prender e julgar os ladrões, assistem a tudo isto como se nada se passasse. Todos nós, vemos todos os dias vemos nas televisões como são feitos os roubos, o que deveria ser investigado e nada se passa... a impunidade é total.
Nestes dois filmes, percebe-se que esta obsessão pela austeridade não é um problema de incompetência como muita gente quer fazer querer. O governo sabe bem o que pretende, e esta destruição e desmantelamento do país são propositados, e configuram vários crimes. Para além dos roubos e do tráfico de influencias, configura um gravíssimo acto de corrupção e de traição à pátria na medida em que os governantes estão a entregar o país a interesses estrangeiros, e ao mesmo tempo tirando proveito pessoal desta traição.
Como já é prática comum de há uns anos para cá, quando deixarem o governo, vamos ver estes políticos a arranjarem grandes tachos nos bancos para quem entregaram o dinheiro que nos roubaram, e a irem trabalhar para instituições europeias.
Já agora, se não sabem ficam a saber que o governo já entregou em 20 municípios a água que bebemos, a empresas que para além de privadas, são estrangeiras. São empresas chinesas e espanholas que neste momento são donos das água que se bebe em 20 municípios, podendo cobrar o que muito bem entenderem, e sendo eles responsáveis pelo tratamento e qualidade da água. Só isto, deveria dar prisão para todos os membros do governo. Mas não dá porque são eles que fazem as leis. Quando a injustiça se torna lei, a revolta torna-se um dever.
Este país está numa situação simplesmente caricata. Toda a gente sabe que se rouba e que se foge aos impostos, toda a gente sabe quem rouba e quem não paga impostos, todos sabemos quem devia investigar, julgar a prender os corruptos, todos nós sabemos quem deveria ser o garante do regular funcionamento da democracia e do estado de direito... e não se passa absolutamente nada. Tudo acontece à vista de toda a gente, com as provas dos crimes mesmo à mão de semear, e o que se condena neste país, são rapazes que roubam pizzas e quem denuncia a corrupção. Acreditem no que vos digo... se não formos todos para a rua dispostos a tudo, vamos ser todos espoliados e assassinados por camadas sociais... começam pelos mais pobres, mas todos seremos vitimas destes assassinos que nos governam.
Podemos também ver neste video que os pais dos juízes e os filhos dos juízes podem matar com uma arma quem quiserem na rua, que não são constituídos arguidos nem sequer passam pela prisão. Isto ninguém acredita. Só vendo mesmo.
Portugal tem sido pilhado pelo poder económico com a cumplicidade do poder político e de todas as instituições públicas que deveriam zelar pelo bom funcionamento do estado democrático.
O presidente da republica, a assembleia da republica, a justiça e todas as instituições que deveriam regular o estado de direito democrático, estão, em clara cumplicidade com o governo, a pilhar o estado português e a destruir o país de forma irreversível, numa clara atitude de traição à pátria, colaborando com o poder económico nacional e internacional, na escravização do povo português.
Esta situação já seria inaceitável por parte de um governo legitimamente eleito, muito menos se pode aceitar por parte de um grupo de vigaristas que tomaram o poder com um programa eleitoral nitidamente fraudulento. A sua governação é radicalmente oposta a todas as promessas eleitorais.
Quando crianças passam fome, frio e todo o tipo de privações, pais que não têm comida para pôr na mesa, famílias que vão viver para a rua, idosos, deficientes e doentes crónicos que sofrem com falta de medicamentos que lhes aliviem as dores ou que lhes permitam viver, ou portugueses que se suicidam diariamente, há qualquer coisa de muito errado neste país, nas instituições que deviam investigar e condenar a corrupção e que deveriam zelar pelo regular funcionamento da democracia portuguesa.
Esta situação assume contornos patologicamente sádicos e claramente criminosos, quando não resulta de uma inevitabilidade ou de uma catástrofe, mas antes pelo contrário é uma situação provocada por um governo corrupto, com o propósito de transferir dinheiros públicos para os grandes grupos económicos, a fim de enriquecer mais quem já é escandalosamente rico. Os relatórios internacionais não deixam dúvidas, Portugal está muito mais corrupto e o fosso entre ricos e pobres é cada vez maior.
Apesar de não sermos informados pela comunicação social que é controlada pelo poder económico e politico, está à vista de todos que, paralelamente ao sofrimento dos portugueses e ao desmantelamento do estado social e da economia do país, cresce o lucro desmesurado da banca, o escandaloso enriquecimento ilícito dos políticos e o aumento de todo o tipo de roubos, como o BPN, parcerias público-privadas, contratos swap ou as contrapartidas na compra de submarinos.
Todos nós, portugueses em geral, temos sido coniventes com esta situação, já que temos aceitado toda a subversão das regras democráticas, alheando-nos de todos os ataques que temos sido vítimas por parte dos sucessivos governos das últimas décadas, e mais selvaticamente por este ultimo governo do PSD/CDS, que tem tido uma governação inequivocamente ditatorial, descaradamente corrupta, claramente ilegal e insensivelmente desumana.
Está na hora de cada um de nós tomar uma posição clara e inequívoca. Quem aceita o mal sem protestar, coopera com ele. Não há posições de imparcialidade. Ou se está com os corruptos e com os ladrões e continua-se sentado no sofá, ou se está contra a corrupção e a impunidade, e à semelhança do que se fez na Islândia, julga-se e prende-se os culpados por esta situação. Eu, Já não suporto a chata da minha consciência. E tu? Suportas a tua? Quando a injustiça se torna lei, a rebelião torna-se um dever.
Pois é... apesar de já ter defendido neste blog que Portugal devia sair do euro, de dia para dia as provas disso são mais evidentes. Aliás, a troika está a tentar arrastar o mais possível esta inevitabilidade, e com austeridade bem forte, porque cada dia que passa é mais algum dinheiro que eles sacam em juros. E não tenham medo da desvalorização do dinheiro que possam ter no banco, porque o governo ha-de lá ir buscar muito mais que isso.
O Dr. Garcia Pereira esqueceu-se de dizer uma coisa muito importante, que são as exportações. Com a desvalorização do escudo em 30%, as exportações sobem em flecha. Começamos a exportar para todo o lado porque os nossos clientes vão pagar mais barato pelo mesmo produto. Aliás, é também por isso que a troika e a Alemanha não estão nada interessados em que saiamos do euro. Começávamos a concorrer com os produtos de alguns deles nas exportações, e a comprar menos BMW e Mercedes. Mas começávamos a fazer nascer a nossa agricultura, pecuária, pesca e até industria.
É por esta razão, que o governo está a privatizar tudo com urgência, não é só para roubar o estado, é também para impedir que Portugal consiga ter produção própria. Foi para isso que desmantelaram a nossa produção, e é por isso que existem quotas. Para a escravizar o povo português é necessário retirar-lhe todos os meios e capacidade de produção, e dar aos privados, (maior parte das vezes a estrangeiros).
Mas a forma mais simples de perceber que só tínhamos a ganhar, é que este governo corrupto e a Alemanha, que já provaram só querer o desmantelamento do país e o empobrecimento dos portugueses, não estão interessados nisso. Essa é a melhor prova de que Portugal só tinha a ganhar. Outra prova de que só tínhamos a ganhar, é que a Argentina e a Islândia que mandaram cagar os mercados (bancos), estão a crescer de forma sustentada mais do que qualquer outro país da Europa. Na Islândia o estado até reduziu 24.000 euros em cada empréstimo à habitação. Poupando no roubo que o governo e os bancos fazem ao estado, até dá para oferecer aos cidadãos.
Portugal e os portugueses só têm a ganhar com a saída do euro. Quem não tem a ganhar são os bancos, os governantes e os políticos corruptos para quem a permanência no euro e a austeridade é tão lucrativa. Mas oiçam os argumentos deste homem.... e pensem.
Encontrei este texto, que promove um instrumento legal para a realização de uma auditoria à divida publica. Independentemente da cor politica de cada um de nós, esta auditoria pode reduzir a dívida pública e consequentemente a dívida de cada um de nós, na medida em que vai descobrir o que é dívida legítima e divida ilegítima. No fundo, é a factura detalhada da dívida pública. Já que cada um de nós que a vai pagar, que saibamos quem a contraiu, para que serviu, e quem foram os beneficiários dessas verbas. É necessário termos esta informação para responsabilizar quem de forma ilegítima, contraiu uma enorme divida em nosso nome.
"Quem defende a renegociação da dívida é porque teme a transparência, o rigor e a responsabilização de actos cometidos na ilegitimidade, bem como quer que o cidadão continue a pagar dívidas enquadradas na ilegitimidade e quer transferir esta divida que será sempre exponencial para futuras gerações.
Portugal com o seu poder político é o único que quer a renegociação enquanto outros Estados lutam pela auditoria porque querem a factura detalhada para anular as dívidas enquadradas na ilegitimidade e responsabilizar todo aquele que cometeu crime público contra o Estado.
EXIJO A FACTURA DETALHADA e para isso Eu, Cidadã, defendo a suspensão, exijo uma auditoria financeira ao Estado na qual toda dívida e/ou despesa pública identificada na legitimidade assume-se o seu pagamento integral, todas aquelas identificadas no enquadramento da ilegitimidade exijo a sua anulação, bem como exijo a responsabilização para todo aquele que as contraiu.
NÃO NECESSITA SER APROVADO POR NENHUM ÓRGÃO DO ESTADO."
Evelyn MCH
Assine este instrumento legal para a realização de uma auditoria à divida publica portuguesa aqui
Sabia que… ao contrário do que nos dizem, são os cidadãos dos países resgatados e com intervenção da troika que estão a ajudar e a subsidiar os cidadãos dos países ditos ricos?
Pois é… na Europa diz-se que são os países ricos que ajudam a Grécia, Portugal, Irlanda e a Espanha, mas é exactamente ao contrário. Analisemos profundamente o que se está a passar para entendermos este fenómeno.
Antes de rebentar a bolha imobiliária e a instalação da crise, os bancos privados dos países ricos (América, Alemanha, França e Reino unido, etc.) emprestavam dinheiro sem garantias bancárias aos bancos privados da Grécia, de Portugal e da Irlanda e faziam investimentos imobiliários nestes países.
Quando rebentou a crise e se instalou o pânico, os bancos privados dos países pobres não tinham dinheiro para pagar as suas dividas aos bancos credores dos países ricos e entraram em falência técnica.
Até aqui tudo normal. Quando um banco privado empresta dinheiro a outro banco privado sem garantias bancárias, está sujeito a que se o banco devedor for à falência, o banco credor perde esse dinheiro. Neste caso, vários bancos de países ricos iam à falência, e seriam os cidadãos (investidores) desses países que deveriam perder as suas economias. Quem empresta dinheiro sem garantias bancárias ou faz investimentos arriscados, está sujeito a perder dinheiro se as coisas correrem mal.
Entretanto, os bancos privados portugueses, sem dinheiro para pagar os empréstimos, e a precisar de mais dinheiro para alimentar os seus accionistas e os seus ordenados milionários, vão ter com os corruptos que estão no governo e que lá foram colocados por eles, que são seus empregados, e que lhes devem obediência através das maçonarias, e dizem-lhes que precisam que o estado português vá pedir dinheiro à Europa e ao Fundo Monetário Internacional (FMI) para que eles não vão à falência.
Os ladrões que estão no governo (e que tomaram o poder com programas de governo fraudulentos) dizem aos cidadãos dos seus países que não há dinheiro para pagar os ordenados dos funcionários públicos e sustentar o estado social e assim concretizam o pedido de empréstimo, que para além de resolver o problema dos bancos privados, ajuda a que o governo possa cumprir as suas pretensões ideológicas, cortar nos ordenados e no estado social com a desculpa que são exigências da troika. Com esta manobra conseguem outra coisa fantástica, passam a divida dos bancos que é privada, para uma divida publica, ou seja de todos nós. A maior parte do dinheiro emprestado a Portugal foi todo para os bancos poderem pagar as suas dividas aos bancos alemães.
O mais nojento disto tudo, é o que os bancos dos países ricos (credores) que emprestaram o dinheiro sem garantias aos bancos dos países pobres (devedores) que deviam ficar a arder com o dinheiro que emprestaram sem garantias, além de reaverem o dinheiro que deveriam ter perdido, ainda o fazem com juros caríssimos. Por outro lado, os bancos portugueses e dos outros países sob resgate, para além de receberem dinheiro de todos nós para pagar uma divida que é deles, ainda o fazem cobrando-nos juros, através da compra de divida publica, cobrando juros mais altos do que os juros que pagam graças à garantia do estado Português.
Resumindo… foram os cidadãos dos países pobres e sob resgate que ficaram devedores do dinheiro que foi pago aos países ricos, para que os cidadãos dos países ricos não perdessem as suas economias, resultado da falência dos seus bancos privados que emprestaram dinheiro a bancos privados dos países agora intervencionados, sem garantias bancárias.
Fica aqui a prova em como há censura nos meios de comunicação social. A Islândia resolveu a crise como todos os países da europa deviam resolver. Se a comunicação social fosse livre em Portugal, nós veríamos reportagens como esta todos os dias, em vez do caso Meddie, ou as desgraças no médio oriente. Como a censura não é só praticada em Portugal, mas em toda a europa, é fácil perceber que toda a europa está a ser controlada pelo grupo Bidelberg, e C.ia lda.
Os ladrões dos politicos ao serviço das maçonarias e dos grandes grupos económicos (bancos, e outras organizações criminosas) só deixam passar na comunicação social as noticias que lhes interessam, e escondem as que não lhes interessam. Nunca se ouve falar de como a Islândia resolveu o problema da crise, nem como um empresário do norte acabou com um contrato SWAP e recuperou o dinheiro que lhe tinha sido roubado por um banco.
Vamos sendo entretidos com telenovelas, futebol e "casas dos segredos" e quando dermos por ela, estamos todos em campos de concentração.
Sabia que… o governo não está a cumprir o memorando da troika no que respeita às exigências de acabar com as transferências de verbas publicas para empresas privadas?
Pois é… o governo diz que está a cumprir as exigências da troika e que a austeridade é imposta pela troika, mas na verdade o governo não está a cumprir na totalidade o acordo com a troika. O governo só está a cumprir a parte que lhe interessa do memorando da troika, e não está a cumprir as orientações do memorando no que toca a acabar com o roubo dos dinheiros públicos a favor dos privados, das gorduras do estado e dos interesses instalados.
Do memorando com a troika, fazem parte a redução drástica das transferências de verbas publicas para as PPP’s, contratos SWAP, o fim dos financiamentos a escolas privadas, rendas fixas pagas a empresas privadas e cortes nas gorduras do estado, como Institutos, observatórios, empresas municipais e todas as outras instituições criadas apenas para dar tachos aos boys dos partidos. Mas os ladrões que se apoderaram do estado com programas eleitorais fraudulentos, fazem ouvidos moucos e só cumprem a parte do memorando que não afecta as empresas para quem trabalham, que são os grandes grupos económicos, as maçonarias, os amigos e os boys dos partidos.
É por isso que os ladrões que estão no governo vão mais além do que a troika exige, no que toca ao assalto aos ordenados, subsídios e pensões do povo, e às pequenas e médias empresas. Há que roubar ao povo mais dinheiro do que seria necessário, para não ter que tocar nos interesses instalados, nem taxar as grandes fortunas que simplesmente não pagam impostos.
Sabia que… O dinheiro que é retirado ao ensino público, é dado aos amigos dos políticos que constroem escolas luxuosas subsidiadas com o dinheiro dos nossos impostos?
Pois é… as escolas públicas com turmas de 30 alunos, estão sem aquecimentos, sem equipamentos adequados, com instalações degradadas, porque o estado diz que não há dinheiro, mas esse mesmo dinheiro que é retirado às escolas publicas, é dado às escolas privadas para pagar todo o tipo de luxos.
Esta é mais uma maneira de roubar aos pobres para dar aos ricos. Uma família remediada que tem o seu filho numa escola pública degradada e sem condições, paga com os seus impostos, a educação dos filhos dos ricos que têm os seus filhos em escolas privadas, confortáveis e bem equipadas.
Vejam o vídeo anexo porque se não virem, não acreditam. É o roubo descarado e despudorado, em clara violação do memorando da troika que preconiza o fim dos subsídios dos colégios privados, memorando esse que o governo usa para justificar a austeridade imposta ao povo português.
A localização destas escola privadas em locais onde existem escolas publicas e o facto do estado não dar condições nem os equipamentos necessários ao ensino púbico que está disposto a pagar nas escolas privadas, revela bem a intenção do governo de substituir o ensino público pelo privado, onde, em clara violação da constituição, podem roubar para os mesmos do costume e fazer da educação aquilo que fazem com todos os outros sectores vitais da sociedade, um excelente e lucrativo negócio.
Como já estamos habituados, estas negociatas com dinheiros públicos conferem casos de clara corrupção, já que, à semelhança do que se passou em muitas parcerias público-privadas, os ex-governantes que decidiram a favor de determinados grupos económicos, passaram a ser gestores ou consultores desses mesmos grupos económicos que favoreceram enquanto governantes. Há também casos de ex-diretores regionais de educação, ou presidentes de câmara que fundaram colégios privados, pagos com o dinheiro dos nossos impostos.
Sabia que… Em alguns contratos de parcerias público-privadas rodoviárias (ex. autoestrada em Viana do Castelo), existem cláusulas em que o concessionário paga ao estado (a todos nós) 600.000 (seiscentos mil euros) de multa se a sinistralidade subir 10%, e recebe do estado (de todos nós) um prémio de 30.000.000 (trinta milhões de euros) se a sinistralidade descer 10%?
Comentário… é uma negociata bem fixe (com o nosso dinheiro) que os ladrões dos nossos governantes fazem com as empresas para onde vão trabalhar a receberem ordenados chorudos quando saem da política. Se a sinistralidade descer pagamos 50 vezes mais do que se subir. Reduzindo as verbas em causa para termos noção da disparidade do negócio e do tipo de roubos a que estamos sujeitos, se tivermos a receber, recebemos 1.000, se tivermos que pagar, pagamos 50.000. Agora, multipliquemos estes valores por 600 vezes mais, e temos o resultado do roubo a que estamos sujeitos. Pois é… é assim que somos roubados. O mais preocupante, é que este roubo pode ser executado legalmente todos os anos. Como são as concessionárias que contabilizam a sinistralidade das autoestradas que exploram, basta fazerem descer a sinistralidade 10% para nos roubarem 30 milhões de euros todos os anos.
Se num ano se registaram 10 acidentes, e no ano seguinte se registarem 9 acidentes, pagamos 30 milhões, e assim sucessivamente. O ladrão que aceitou, propôs ou assinou este contrato por parte do estado devia estar preso e impedido para o resto da sua vida de representar o estado português.
Sabia que… um empresário do norte, dono de uma fábrica de peúgas anulou um contrato swap em tribunal, coisa que os ladrões que estão no governo dizem não conseguir anular?
Pois é… a prova de que os ladrões que estão no governo, são cúmplices no roubo do dinheiro que sai das empresas publicas (nós todos) para os cofres dos bancos através dos contratos swap lesivos para o estado, é que uma empresa relativamente pequena, conseguiu anular um contrato swap e ser reembolsada do dinheiro que lhe foi roubado pelo banco.
Se o governo não fosse cúmplice do roubo, já poderia ter feito o que fez este empresário, ou mesmo que não tenham tido a inteligência de o fazer antes, podiam agora aproveitar a jurisprudência desta decisão, e contestar todos os contratos swap que têm com os bancos.
Mas como os contratos swap não foram feitos inocentemente, foram feitos para roubar o dinheiro dos nossos impostos para dar aos bancos, é natural que os ladrões que estão no governo não contestem os contratos em tribunal.
Estranhamente, esta noticia que só se ouviu uma vez, desapareceu de todos os noticiários como que por magia, enquanto que outras “não noticias” como o caso Maddie anda a ser repetida há uma semana.
Não seria de interesse publico que algum jornalista perguntasse ao governo porque não contesta os contratos swap em tribunal?
Embora muitos portugueses já tenham percebido que os partidos políticos existem para assaltar o estado e servirem os interesses de sociedades secretas (Maçonaria), e de grandes grupos económicos (Bancos e empresas concessionárias dos equipamentos do estado), segundo as sondagens, ainda há muita gente que pensa que os partidos políticos existem para servir o país. Até há quem pense que entre o PS, PSD e CDS haja diferenças ideológicas… hehehehe
No caso dos partidos do arco do poder, já se percebeu que o objectivo é o assalto ao dinheiro dos nossos impostos, e que todos eles roubam para os mesmo grupos económicos, mas mesmo os partidos de esquerda, põe os seus interesses próprios à frente dos interesses do país, já que não se unem numa luta que deveria ser conjunta.
Todos os políticos dizem que não há democracia sem partidos, mas no caso português é exactamente o contrário, nunca haverá democracia enquanto houver os partidos que temos. Os partidos impedem que a sociedade civil organize candidaturas independentes nas eleições legislativas, e impedem qualquer tentativa de se acabar com a corrupção.
Quando todos sabemos que a causa da crise em que nos encontramos é a corrupção, é chocante ver que nenhum partido, nenhum comentador politico (que seja politico) e muito poucos jornalistas falem de corrupção.
Nos debates que ocupam os canais televisivos, fala-se de tudo menos de corrupção. Os lóbis dos partidos estão bem organizados, e controlam com muita eficácia tudo o que passa nas televisões.
O Controle é tão bem feito, que até o movimento “que se lixe a troika” que não duvido, tenha as melhores intenções, se organiza em torno da luta contra a troika, quando se devia organizar em torno da exigência da criação de leis que incriminasse a corrupção, porque até a vinda da troika para portugal foi motivada pela corrupção e é em si um acto de corrupção, já que há um acordo secreto entre a troika e o estado português, em que o estado português paga juros muito mais altos à troika, em troca da troika deixar o estado português continuar a roubar dinheiro aos trabalhadores e aos reformados, para dar aos grandes grupos económicos.
Mas vejam aqui a opinião de alguns jornalistas (pouco conhecidos) pelo facto de não pactuarem com os grandes grupos económicos...
Sabia que… alguns responsáveis pelas maiores fraudes, ilegalidades e roubos ao estado (dinheiro dos nosso impostos) tais como (BPN, parcerias público-privadas, contratos Swap e submarinos) estão neste momento no governo a decidir que destino dar ao dinheiro dos nossos impostos?
Antes eram escolhidos para formar governo, pessoas que não estavam envolvidas em crimes, e só se tornavam ladrões depois de serem eleitos. Hoje em dia é mesmo à descarada, e só são escolhidos para o governo ladrões credenciados, com curriculum e com provas dadas, para terem a certeza de que estão a entregar o nosso dinheiro a ladrões que nos roubam a favor de grandes grupos económicos.
Este governo tem ministros e secretários de estado ligados aos maiores roubos que se fizeram ao erário publico. Do BPN, aos contratos SWAP, passando pelas parcerias público-privadas e pela corrupção dos submarinos, há no governo ladrões para todos os gostos, e especializados nos diversos tipos de roubo de que temos sido e vamos continuar a ser vítimas. Se houvesse justiça neste país, maior parte dos ministros e secretários de estado deste governo estavam presos.
Sabia que… os ladrões do PSD e do CDS que estão no governo e que decidem o que fazer com o nosso dinheiro, vão cortar 10% em todas as pensões, e que ficam livres dos cortes as pensões dos políticos, dos juízes e dos diplomatas?
Comentário… Pois é, os ladrões dos políticos do PSD e do CDS que foram eleitos pelos portugueses através de um programa eleitoral mentiroso e fraudulento, com a cumplicidade do presidente da republica que deveria zelar pelo regular funcionamento das instituições, têm a lata de deixar de fora dos cortes, as reformas dos políticos.
Segundo os ladrões que estão no governo, as reformas dos políticos não são reformas, são subvenções vitalícias, e como tal não ficam abrangidos pelos cortes de 10%. Numa coisa eles têm razão, as subvenções vitalícias são diferentes das reformas na medida em que as reformas são normalmente miseráveis, e só podem ser atribuídas a quem já tenha pelo menos 65 anos de idade e mais de 30 anos de serviço, e as subvenções vitalícias andam na sua maioria entre os 5.000 e os 20.000 euros e são atribuídas pelos ladrões, aos ladrões que nunca descontaram na vida e que podem começar a ser recebidas em qualquer idade. Há ladrões com 45 anos a receber subvenções vitalícias.
Os chulos que nunca fizeram nada na vida senão roubar os cofres do estado (dinheiro de todo nós) e que recebem até morrerem 20.000€ (vinte mil euros) por mês (pagos por quem trabalha), não podem sofrer um corte de 10%. Como é que os coitadinhos iam viver apenas com 18.000€ por mês?
Mais uma vez os ladrões que nos roubam têm razão. O povo é tão estupido, que dá para tudo. Até já nos gozam dizendo que somos o melhor povo do mundo. Apesar de sermos escandalosamente roubados em mais de 10.000.000.000 (dez mil milhões de euros) todos os anos, segundo as sondagens, ainda há 65,2% de mentes brilhantes que votam nos ladrões que nos roubam há décadas. (PS 34,6%, PSD 25% e CDS 5,6%). Se os benificiários dos roubos são menos de 1% da população, é inacreditável que, depois de todos os roubos de que temos sido vitimas e de toda a informação disponível acerca desses roubos, 65,2% dos portugueses que votam, ainda estejam dispostos a entregar o nosso dinheiro a quem o tem roubado para dar aos grandes grupos económicos. Pelos vistos estamos a adorar ser escandalosamente roubados. Somos de facto “o melhor povo do mundo”. Que tristeza.
Sabia que… nos crimes de corrupção e conexos, os recursos apresentados pelos corruptos têm efeitos suspensivos sobre as penas e não têm efeitos suspensivos nos prazos de prescrição?
Comentário… Pois é, esta é a melhor prova de que os políticos são maioritariamente corruptos. Como são eles que fazem as leis, fazem-nas de forma a livrarem-se da prisão. Quando um corrupto é condenado em 1ª instância, interpõe recurso que lhe suspende a pena. Passados uns anos, se for condenado no Tribunal da Relação, mete outro recurso e livra-se novamente da prisão. Interpõe mais um recurso para o Supremo e se for condenado no Supremo ainda pode recorrer para o Constitucional. Com estes recursos todos que não têm efeitos suspensivos sobre os prazos de prescrição, o crime apesar de várias vezes condenado, prescreve e o ladrão pode ir roubar novamente para o governo ou para outro tacho qualquer
É por isto que os políticos corruptos não são presos. Se os políticos não fossem corruptos e quisessem combater a corrupção, bastaria fazer a lei ao contrário. Os recursos não tinham efeitos suspensivos nas penas e se fossem condenados aguardavam o recurso na prisão como qualquer outro cidadão, e uma vez apresentado um recurso, teria efeito suspensivo no prazo de prescrição, evitando assim que os crimes prescrevessem com a interposição de recursos.
O problema do nosso país é só um: A corrupção e o roubo de que temos sido vítimas ao longo das últimas décadas, e que continuam impunemente. Não nos deixemos enganar com a conversa dos políticos, dos partidos, dos comentadores e dos jornalistas, que ressalvando raríssimas exceções, todos eles têm interesses ou são controlados, no sentido de nos distrair com as possíveis causas para o estado a que chegou o nosso país. O nosso único problema sempre foi, continua a ser, e se não fizermos nada continuará a ser, a corrupção.
Não adianta mudarmos de governantes se todos eles tiverem interesse na continuação da corrupção e na falta de legislação para a criminalizar, para poderem continuar a roubar à ganancia.
Nenhum partido está interessado em legislar no sentido de criminalizar a corrupção. Sejam roubos ilegais, e que nunca são julgados com seriedade nem justiça, sejam roubos legais como os diversos financiamentos de muitas instituições parasitas públicas ou privadas, ou criadas apenas para roubar o estado, o facto é que continuam os assaltos aos dinheiros dos nossos impostos.
Os ladrões que se apoderaram do governo do país, (já que foram eleitos com um programa eleitoral fraudulento) já nem a lei fundamental do país respeitam. Tendo como cúmplices os grandes grupos económicos, e todos os organismos que deveriam zelar pelo regular funcionamento das instituições, os ladrões sentem-se completamente acima da lei, e roubam não só legalmente com as leis que eles fizeram para tornarem certos roubos legais, como roubam mesmo ilegalmente sem respeitarem a constituição e à vista de toda a gente.
Para quem quiser perceber o que provocou a crise e como se tem roubado, Paulo Morais explica tudo muito bem explicadinho. Para quem quiser perceber o que se tem que fazer para combater a corrupção, Paulo Morais explica com grande clareza. Pedro Bingre fala aqui e continua aqui da bolha imobiliária gerada pela corrupção e como ela contribuiu para a crise.
Todos nós temos o dever de ouvir e divulgar estas duas intervenções. Tem sido a nossa falta de interesse acerca destes temas, que tem permitido e colaborado com os ladrões dos políticos que em vez e nos governar, têm roubado à vontadinha para eles, para os partidos, para os bancos e para os grandes grupos económicos. A ver se desta vez não votamos mais nos mesmos de sempre. PS, PSD e CDS sempre roubaram e continuaram a roubar o nosso dinheiro, as nossas famílias, os nossos empregos e o nosso país.
O que parecia inacreditável aqui há uns anos, já está acontecer em Portugal. Somos os últimos da europa no que toca ao bem estar social, mas somos sempre os primeiros no que toca ao abuso dos direitos humanos, liberdades e garantias do povo. Os ladrões dos políticos e dos grandes interesses económicos têm sempre as suas liberdades e garantias asseguradas.
Há um projecto secreto na Europa para a privatização da água, e pasme-se em Portugal já temos água privatizada em Paços de Ferreira. Na prática e para quem não está dentro do assunto, privatizar a água, significa dar a alguns amigos e patrocinadores dos ladrões que nos governam um bem que é de todos nós, a Água. Inacreditavelmente, a Água que existe no país, e que é de todos nós, passa a ser propriedade privada de alguns grupos económicos escolhidos pelos ladrões que nos governam.
Assim, para estes grupos económicos que depositam dinheiro na conta dos políticos corruptos, e pagam-lhes as campanhas eleitorais, recebem a propriedade da água que existe no país, o que é um excelente negócio. Para os ladrões que nos governam também é um excelente negócio já que estão a vender um bem que é de todos nós, e a depositar o dinheiro da venda nas suas contas pessoais que têm em paraísos fiscais. Para o povo é um péssimo negocio, já que só vamos poder usar a água que era de todos nós, se pagarmos o que os donos da água quiserem cobrar por ela.
Se neste momento a água já é cara pagando nós apenas o preço de custo da água, imaginem quando a água for propriedade privada, e com o preço tabelado por gananciosos que apenas pretendem lucrar com a venda da água. O que os mentirosos dos politicos nos vão dizer é que com a privatização da água o preço vai descer e a qualidade da água melhorar, mas como se vê em Paços de Ferreira, a qualidade piorou bastante, e o preço subiu 400%. Para quem pagava 100€ de água por mês vai passar a pagar 400€ por mês.
Está a decorrer uma petição com recolha de assinaturas, para que seja referendado a privatização da água, que convém que todos assinemos e divulguemos. Depois da água ser privatizada não há volta a dar, vamos ter que pagar o que nos pedirem se quisermos beber água.
Tenho visto
muitas entrevistas a políticos do PS que fogem sempre à questão quando lhes
perguntam o que fariam de diferente deste governo. Infelizmente, a fuga a esta
questão quer dizer uma de duas coisas, ou não sabem, ou não querem dizer. Qualquer
uma destas duas hipóteses não serve os eleitores. Mesmo que dissessem, nada nos
garantia que não fizessem como o PSD e CDS que fizeram promessas eleitorais, e
depois de eleitos fizeram exactamente o contrário.
Para um
partido politico que governe, o orçamento do estado que é o conjunto de todo o
dinheiro que sai dos cofres do estado pode dividir-se em 3 bolos.
Bolo 1 –
dinheiro que serve para pagar as despesas sociais, como segurança social,
serviço nacional de saúde, ordenados de funcionários públicos, militares e
outras despesas que são mesmo necessárias ao bom funcionamento do país, e que
são devidas aos portugueses como pagamento do seu trabalho, ou como serviços a
que os portugueses têm direito em troca dos seus impostos e contribuições. São os
trabalhadores portugueses que pagam o estado social e ainda sobra para os roubos.
Bolo 2 –
Dinheiro que nos é roubado para dar aos bancos, às grandes empresas de
construção civil e aos grandes grupos económicos, normalmente roubados através
de parcerias público-privadas, privatizações (venda) de empresas publicas ao
preço da uva mijona, concessões de exploração de recursos nacionais que são
dados a empresas privadas, ou através da nacionalização (compra) de empresas
privadas falidas e com dívidas monstruosas como é o caso do BPN (empresas de
amigos dos políticos). Estes roubos também se fazem através de isenção de
impostos, e consentimento da existência de paraísos fiscais para certas
empresas.
Bolo 3 –
Dinheiro que nos é roubado para dar aos partidos, aos políticos seus familiares
e aos boys dos partidos, normalmente roubado através de institutos de
regulação, governos civis, empresas municipais, falsas fundações,
observatórios, e outras organizações inúteis que só servem para isso mesmo,
roubar dinheiro ao estado para alimentar a clientela e os apoiantes dos
partidos. Outra forma dos partidos roubarem para os seus, são as contratações
milionárias a empresas de amigos e filiados nos partidos e membros das
maçonarias, que prestam serviços ao estado com adjudicações directas, sejam
empresas de advogados ou empresas para fornecerem diversos tipos de estudos,
pareceres e grupos de acompanhamento de qualquer coisa.
Enfim, as formas
de roubar são muitas, e seria impossível enumera-las todas. Os bolos 2 e 3
muitas vezes misturam-se e confundem-se, mas dividi-os em dois grupos porque
diferem dependendo do partido que está no governo.
Em tempos de
vacas gordas, o partido que está no governo dá ao país o bolo 1 para o seu
funcionamento, dá aos grandes grupos económicos o bolo 2 e fica com o bolo 3 para
si e para os seus. Como o PS, o PSD e o CDS roubam os 3 para os mesmos grupos
económicos o bolo 2 é-nos sempre roubado, e vai sempre para os mesmos grupos económicos
independente do partido que estiver no poder. Deste modo, a luta pelo poder
entre os partidos, é para conseguir para si o roubo do bolo 3.
Com o
governo de Sócrates e devido ao aumento desmesurado da corrupção e dos roubos
generalizados, as despesas do bolo 2 e 3 aumentaram em muitos milhões de euros.
Seguindo aquela máxima do que interessa é roubar agora à ganancia e quem vier
atrás que feche a porta, e com a impunidade que existe no nosso país, Portugal
entrou em banca rota. Para agravar a situação, veio a crise europeia e os
ataques dos mercados aos países do sul da europa, e o dinheiro disponível reduziu-se
substancialmente.
Entretanto
com o PSD e o CDS no governo, como não querem cortar nos roubos do bolo 2 (que
é para os mesmos grupos económicos para quem o PS também rouba), nem quer
cortar no roubo do bolo 3 que é o dinheiro que rouba para si e para os seus e alimenta
e mantem a sua base de sustentação, só resta cortar no bolo 1 que é o dinheiro que
mantem o país em funcionamento. Nunca se ouviu nenhum politico nem do PS, do
PSD ou do CDS, falar em cortar nas parecerias público-privadas, começar a taxar
os bancos, ir buscar o dinheiro roubado no BPN que não desapareceu e está em
qualquer lado (bolo 2), como ninguém ouviu nenhum politico destes 3 partidos
falar em cortes nas fundações, institutos de regulação, empresas publicas
municipais, e nas chamadas gorduras do estado (bolo 3). O que se ouve é que vão
despedir funcionários públicos, cortar nos ordenados, nas reformas, na
segurança social e no serviço nacional de saúde (bolo 1).
Por isso o
PS não diz o que faria diferente do governo, porque também ele PS não quer
cortar no bolo 2 nem no bolo 3, só lhe restando cortar também no mesmo bolo 1.
Só um
governo composto por homens honestos e fora da influência dos partidos, poderia
acabar com a corrupção e os roubos generalizados, e cortar nos bolos 2 e 3. Se
o dinheiro dos nossos impostos não fosse roubado, dava perfeitamente para o
país viver sem cortes e sem austeridade. A austeridade só existe porque os
governos não querem acabar com a corrupção e os roubos generalizados ao erário
publico. Estudos internacionais dizem que se não houvesse corrupção em
Portugal, teríamos o desenvolvimento e nível de vida semelhante ao da
Dinamarca.
Os políticos
do governo têm a lata de dizer que temos que escolher entre ter impostos mais
altos ou reduzir no estado social, como se não houvesse mais onde cortar. Mas
há, no bolo 2 e bolo 3.
Quem tem ineteresses em continuar a roubar no bolo 2 e no bolo 3 diz que é no bolo 1 que se gasta 70%
do orçamento geral do estado e é aí que se tem que cortar, mas é mentira. primeiro
tem que se cortar nos outros 30% onde se encontram a maior parte dos roubos ao
erário publico, e depois, se for preciso cortar mais, pode cortar-se no bolo 1
porque também nessa despesa há muito dinheiro roubado.
Pode
cortar-se na educação, mas não é despedindo professores ou fechando escolas, é
acabando com o roubo do dinheiro que vai para o grupo GPS que são empresas privadas
(colégios privados) que são sustentadas pelo dinheiro publico.
Também se
pode cortar na saúde, mas não é aumentando as taxas moderadoras, ou cortando
nos tratamentos e nos remédios dos portugueses, é acabando com o roubo das
parecerias publico privadas na saúde e nos dinheiros roubados ao estado que
entram nas instituições hospitalares privadas.
Também se
pode cortar nos ordenados dos funcionários públicos, mas não é nos que trabalham
e ganham ordenados baixos, é nos que não fazem nada e ganham ordenados milionários,
alguns filhos e amigos de políticos que com menos de 30 anos roubam ao estado
mais de 5.000 euros por mês, e aos ordenados milionários dos gestores públicos,
directores gerais e outros boys dos partidos, assim como nas subvenções vitalícias
dadas aos políticos que nunca fizerem nada na vida sem ser roubar e chular o estado.
O estado social é pago por quem trabalha e ainda sobra dinheiro, por isso a divida publica foi gerada pelos roubos (rendas fixas que o estado paga a empresas publicas e privadas), e toda a espécie de roubos que são feitos aos nossos impostos. Aumentar os impostos ou cortar no estado social como o governo propõe, é aumentar ainda mais o roubo a que já somos sujeitos.
Para acabar com
a austeridade, e começarmos o desenvolvimento económico de Portugal, basta acabar
com a corrupção e os roubos generalizados ao dinheiro dos nossos impostos, não é
preciso cortar em mais nada. Todos nós temos que exigir leis claras e eficientes
que condenem a corrupção e o roubo do dinheiro dos nossos impostos.