Lutar, até que o povo acorde. Neste blog publicarei as minhas opiniões e a de outros com as quais concorde. Denunciarei as injustiças e a corrupção de forma simples e pragmática para que os mais desatentos entendam a forma como somos roubados, por quem e para quem. Fá-lo-ei de forma anónima, usando o mesmo principio do voto secreto, e porque quero poder dizer o que penso sem condicionalismos de espécie nenhuma. Embora pensemos que vivemos num país democrático, o certo é que cada vez mais somos controlados pelos poderes e corporativismos instalados, que não olham a meios para atingir os fins.
É importante saber que não tenho partido, religião, clube ou qualquer outra doutrina ou forma de associativismo que condicione a minha forma de pensar. Tento estar atento ao que me rodeia e pauto-me pela independência, imparcialidade, justiça e bom censo.
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2012/01/02
2011/12/14
2011/11/13
2011/10/17
2011/10/08
Cozidos em lume brando
Se pusermos uma rã dentro de uma panela com água muito quente, ela salta logo cá para fora, mas se a pusermos em água fria e depois formos aquecendo a panela, ela até começa a gostar do quentinho, e quando sentir que está a ficar quente demais, já não tem forças para saltar para fora, e morre cozida. É isso que está a acontecer aos portugueses e aos europeus.
Agora imaginem que a panela não tem uma, mas milhões de rãs. As de baixo começam a queimar primeiro mas não podem sair porque as de cima ainda não estão a sentir o quente e por isso pouco interessadas em sair. Ou seja, estamos a ser cozidos lentamente em lume brando e por camadas (sociais). Com esta forma de cozedura lenta, tanto na temperatura como forma como nos vai afectando, cozendo por camadas, nunca há o perigo da malta se revoltar, e quando dermos por ela, estamos todos cozidinhos.
Agora imaginem que a nossa panelinha (Portugal) está metida dentro de outra panela bem maior (Europa), e que estamos no fundo da panela grande. Este processo de cozedura lenta dentro da nossa panela, está também a acontecer na panela grande, só que neste caso Portugal, Grécia e Irlanda estão no fundo da panela, e os outros países da Europa ainda não começaram a sentir a queimar, mas não vai faltar muito.
Quem mede a temperatura da água, é quem está a aquecê-la. As empresas de notação financeira americanas, que ao serviço de quem as controla, vão fazendo a temperatura subir.
Assokapa
2011/09/18
Programa de tv censurado pelo poder politico
Henrique Neto revelou a forma como a Maçonaria controla os partidos (ver minuto 26:33 ). Depois deste programa ir para o ar, a SIC cancelou todas as emissões seguintes.
Os convidados também concordam que não existe nenhuma alternativa dentro do parlamento, com partidos como o Bloco de Esquerda e o Partido Comunista a defenderem ideias retrógradas do séc. XIX.
Actualização de 28 de Fevereiro:
Marcelo Rebelo de Sousa confirmou que Henrique Medina Carreira foi afastado por ser incómodo, num texto publicado no jornal Sol:
2011/07/26
2011/07/06
Rating da Moody's abaixo de lixo
Fiquei completamente estupefacto ao ouvir os (ir)responsáveis da banca portuguesa dizerem que não entendem a atitude da Moody’s. São apenas parvos, ou também recebem comissão? As razões são claríssimas. Depois da imprensa nacional (que também deve receber comissão) fazer eco e divulgar esta manobra especulativa, a bolsa nacional é a bolsa com maior queda a nível mundial.
Se os (ir)responsáveis portugueses não entendem esta manobra eu explico. À luz do acordo que Portugal fez com os chulos que nos vêm emprestar 70 mil milhões de euros e cobrar 30 mil milhões de juros pelo empréstimo, Portugal está obrigado a vender grandes empresas públicas, e com esta manobra especulativa apoiada pela imprensa portuguesa em geral, o preço destas empresas no mercado vai ficar baratíssima. O poder financeiro (chulos que fazem as notas) empresta-nos dinheiro na condição de vendermos as nossas empresas mais lucrativas a um preço baixíssimo, e ainda recebem juros altíssimos pela operação.
Há quem diga que a nova ordem mundial está infiltrada na união europeia, e de facto tem lógica esta afirmação, porque a Europa já devia ter criado agências de notação financeiras para atribuir níveis de rating sérios e credíveis às dividas dos países da Europa e não permitirmos que as agências americanas destruíssem as economias europeias com estas especulações. A noticia desta manobra especulativa deve ter rendido aos accionistas e patrocinadores da Moody’s muitos milhares de milhões de euros.