Lutar, até que o povo acorde. Neste blog publicarei as minhas opiniões e a de outros com as quais concorde. Denunciarei as injustiças e a corrupção de forma simples e pragmática para que os mais desatentos entendam a forma como somos roubados, por quem e para quem. Fá-lo-ei de forma anónima, usando o mesmo principio do voto secreto, e porque quero poder dizer o que penso sem condicionalismos de espécie nenhuma. Embora pensemos que vivemos num país democrático, o certo é que cada vez mais somos controlados pelos poderes e corporativismos instalados, que não olham a meios para atingir os fins.

É importante saber que não tenho partido, religião, clube ou qualquer outra doutrina ou forma de associativismo que condicione a minha forma de pensar. Tento estar atento ao que me rodeia e pauto-me pela independência, imparcialidade, justiça e bom censo.

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2012/07/02

Governados por ladrões e traidores

Não entendo porque é que os partidos que nos têm governado (PS, PSD e CDS) não governam da mesma forma organizada com que roubam o país. Se eles roubam de forma concertada, a curto médio e longo prazo, seria muito difícil fazer o mesmo com a governação? Não se entende. Esta atitude prova bem que os políticos andam na política apenas para roubar, e não para governar. O país está uma autêntica Republica das bananas.

Na governação, fingem que não se entendem apenas para poderem roubar mais e à vez, alternadamente, chegando ao descaramento de quando estão na oposição fazerem propostas ao governo que eles próprios recusam quando estão no governo, e vice-versa. Não há programação de longo nem sequer médio prazo. Uns gastam (roubam) rios de dinheiro para fazer qualquer coisa, e vêm os outros deitar tudo fora e gastar (roubar) rios de dinheiro para voltar a fazer o mesmo, de forma diferente. Não há uma estratégia ou um desígnio para o país ou sequer uma linha condutora em áreas tão importantes como a educação, a Saúde ou a justiça. Os sucessivos governos “navegam à vista”, normalmente a reboque dos telejornais.

Se cada partido que está no governo, dá continuidade aos roubos e a toda a espécie de injustiças sociais, mantendo todos os contratos de parcerias público-privadas, compras de submarinos, obras públicas, organismos e institutos inúteis, que o anterior governo deixou, será tão difícil procederem da mesma forma em relação a sectores vitais para o país?

Os nossos políticos cometem o maior dos crimes que se pode cometer contra um país, e que em muitos países são motivo para pena de morte. A traição. É natural que à troika e aos alemães lhes interesse a recessão económica, e que se instale o caos no nosso país para poderem cobrar juros escandalosos e comprarem as nossas empresas ao preço da uva mijona, mas aos nossos governantes não deveria interessar se a prioridade deles fosse o país. Infelizmente está provado que não é. O nossos políticos vão para o governo apenas para roubar para elas e para os partidos que os apoiam. Para além de terem um acordo entre eles (PS, PSD e CDS) os nossos políticos ladrões, corruptos e traidores da pátria têm um pacto com os ladrões externos.

A troika impõe austeridade e recessão económica ao país mas permite que o governo continue a roubar através dos mais variados esquemas, e o governo aceita pagar (com o nosso dinheiro) à troika juros absolutamente escandalosos, em troca da troika os deixar continuar a roubar o país.

É tão escandaloso, que a maior parte do dinheiro emprestado a juros altíssimos, só serve para pagar os roubos do passado, do presente e do futuro. Como o país já não tem dinheiro para sustentar os roubos e mordomias dos partidos e dos políticos, há que pedir emprestado em nome de todos nós, para alguns poderem continuar a roubar.

Na pratica, a troika empresta dinheiro a Portugal para que os partidos e os políticos tenham dinheiro para roubar, e poderem dividir o produto do roubo não só entre eles mas também com a troika.

Veja aqui como se processam os roubos

Assokapa

2012/06/10

Ladrões criam o sistema de segurança para a casa que costumam assaltar


Paulo Morais acusa o parlamento de corrupção e explica tudinho com nomes e exemplos

Como o governo assassina o povo

E para quem achava que exagerei ao dizer que o estado deveria ser julgado no Tribunal Internacional por crimes contra a humanidade, aqui está um texto elucidativo.

"SNS e cancro: que parte do que se está a passar nos últimos dois anos não perceberam?
 
O secretário de Estado adjunto e da Saúde admitiu publicamente que algumas terapias usadas em alguns pacientes com cancro podem deixar de ser financiadas em breve pelo Serviço Nacional de Saúde. Leal da Costa põe a possibilidade de reduzir a cobertura até agora assegurada e deixar de pagar os tais atos que ele (ao contrário dos médicos que os usam) considera de "eficácia duvidosa". Adiantou, como exemplo "extremo", as terapias que prolongam por pouco tempo a vida de alguns doentes de cancro. A Ordem dos Médicos e duas associações de doentes oncológicos consideraram esta afirmação "alarmante para os doentes" e as declarações do governante "desumanas" e "perversas"
 
Para além de doentes e médicos, muitas almas sensíveis terão ficado chocadas com esta ideia. Julgarão que, agora sim, o Governo ultrapassou a fronteira que a dignidade humana exigiria. Que cabe ao Serviço Nacional de Saúde lutar até aos limites do conhecimento científico e da vontade de doentes e famílias, apoiados pelo saber dos médicos, pela vida das pessoas. E que o momento da morte não pode depender do dinheiro que cada um tenha na carteira ou no banco.
 
Não ouviram dizer que o nosso Estado era gordo? Julgavam que a gordura era o quê? As parcerias público-privadas? Os benefícios fiscais à banca? O resgate a instituições financeiras falidas? O Estado sempre foi gordo para quem mais tem. O que o Estado Social trouxe de novo é que passou a tratar dos mais pobres. Não é o Estado Social incomportável? Julgavam que o poder diferenciado de pobres e ricos não se ia sentir na hora de emagrecer o Estado? Achavam que aquele que é, segundo os rankings internacionais, um dos melhores sistemas públicos de saúde de mundo era compatível com a dieta do Estado?

Não ouviram dizer que o Estado asfixia a iniciativa privada? Julgavam que nesta libertação do jugo estatal as empresas dispensariam o mais lucrativo dos negócios, com procura certa e consumidores desesperados? Julgavam que era nos trocos que se estava a pensar? Não tínhamos de acabar com "Estado paizinho"? Julgavam que este desprendimento ganharia uma súbita sensibilidade na hora da morte

Não ouviram dizer que, num dos países mais pobres e desiguais da Europa, vivíamos acima das nossas possibilidades? Se vivíamos acima das nossas possibilidades, não acham que vivemos para lá das nossas possibilidades? E que viver mais uns dias, mais umas semanas, é um luxo incomportável

Não ouviram dizer que para sairmos da crise teríamos de empobrecer? Julgaram que empobrecer era uma coisa limpa e honrada? Que não se pagaria em vidas, em fome e em ignorância? Não compraram a estúpida ideia de que os portugueses andaram a viver como se não houvesse amanhã, entre a compra de carros topo de gama e viagens a Cancun? Cumprida a promessa de empobrecimento de um povo já pobre queixam-se de quê? Dos "portugueses", de que esta gente falava, afinal não serem uma entidade abstrata, mas cada um nós?

Não, o Governo não passou fronteira nenhuma. Passámo-la nós todos, quando aceitámos sem indignação este discurso. Quando tratámos como coisa menor os ataques ao Estado Social que conquistámos contra a vontade de quem sempre viveu do privilégio. Não percebendo que foi ele que permitiu, à maioria de nós, o nascimento em segurança, o ensino garantido, o aumento da nossa esperança de vida.

Quando alguns dizem que o saque às funções sociais do Estado a que estamos a assistir é criminoso não estão a socorrer-se de liberdades literárias ou de um excesso de adjetivação. É mesmo criminoso. No sentido literal do termo. A transferência de recursos do Estado e dos rendimentos do trabalho para a ganância privada terá um preço. O empobrecimento que nos vendem como coisa purificadora terá as suas vítimas. O preço será em vidas e em dignidade. As as vítimas serão as do costume. Pena que sejam elas, tantas vezes, a comprar com entusiasmo ou resignação a propaganda dos que nunca toleraram a ideia de, nos últimos trinta anos, os pobres deste país terem conquistado alguma dignidade, prejudicando com as suas conquistas tantas oportunidades de negócio.

Não há nenhuma nova perversidade ou desumanidade no que disse o secretário de Estado. É apenas a consequência lógica do discurso agora dominante. Esse sim, perverso e desumano. Se continuarmos a aceitar sem luta perder tudo o que conquistámos, a proposta deste senhor nem será assunto daqui a uns tempos. Porque isto é só o começo"

Daniel Oliveira (www.expresso.pt)

2012/06/03

Como os politicos roubam em Portugal


Como já nos roubaram o dinheiro todo, temos que pedir dinheiro aos ladrões da troika a juros altíssimos, para os ladrões de cá terem dinheiro para continuarem a roubar, e poderem partilhar o produto do roubo com a troika. Os nossos filhos vão ficar endividados para o resto das suas vidas para os ladrões e os seus filhos viverem sem fazer nada para o resto das vidas deles.

Assokapa

O governo português devia ser julgado no Tribunal Internacional por crimes contra a humanidade

Os governos europeus condenam a actuação do governo Sírio que mata o seu povo com bombardeamentos e rajada de metralhadora, mas desvia o olhar em relação aos assassínios que o governo português comete contra o seu próprio povo.

O governo português, com a cumplicidade da europa e da troika, mata portugueses de uma forma muito mais bárbara. Através da tortura.

Todos os dias morrem portugueses cheios de dores, sem dinheiro para comprar os remédios necessários para lhes tirarem as dores ou para sobreviverem, ou dinheiro para pagarem as taxas moderadoras. Todos os dias morrem portugueses em filas de espera de meses ou mesmo anos, para intervenções cirúrgicas que lhes salvariam a vida. Todos os dias morrem portugueses com problemas de subnutrição. Todos os dias se suicidam portugueses, por não terem dinheiro para dar comida aos seus filhos, por perderem as suas casas, por não terem emprego, por depressão. Todos os dias morrem portugueses que vivem no interior do país, a quem o governo retirou centros de saúde, médicos de família, e até transportes para se deslocarem aos hospitais mais próximos que ficam a centenas de quilómetros. Estão completamente isolados e largados à sua sorte.

Não entendo como é que a forma escolhida para matar o seu povo, pode fazer tanta diferença na opinião pública. Matar de metralhadora, ou de fome, ou com falta de cuidados médicos, ou levando as pessoas ao desespero ao ponto de se suicidarem, não tem grande diferença. São formas diferentes de matar, mas o resultado é o mesmo.

E não venham com a conversa de que não há dinheiro, porque há. Há o dinheiro que se gasta com o BPN, com a compra de submarinos que não nos fazem falta nenhuma, com as parcerias público-privadas, com centenas de organismos de regulação que não servem para nada, e institutos que só servem para nos roubar e dar ordenados chorudos aos boys do governo e suas famílias.

O dinheiro dos nossos impostos, que deveria ser usado para dar ao povo português melhores condições de vida, está a ser descaradamente roubado pelos ladrões do governo, dos partidos políticos e das maçonarias.

Se não fossem permitidos estes roubos, haveria dinheiro para dar boas condições de vida a todos os portugueses, apesar da crise. Mais, se não fossem estes roubos, nem precisávamos de resgates financeiros. O governo Português, pediu ajuda financeira internacional para poder suportar os roubos a que todos os meses estamos sujeitos.

O governo Sírio matou 90 pessoas de uma vez só, o governo português só precisa de 30 dias para matar a mesma quantidade de cidadãos portugueses.

A quantidade de suicídios em Portugal, são o dobro das mortes em acidentes de viação, mas o governo finge-se preocupado com as mortes na estrada para legitimar a caça à multa.

O governo português está a matar o seu povo de forma bárbara, e ninguém parece importar-se com isso.

Vivemos na pior das ditaduras, que são as ditaduras disfarçadas de democracia, onde as leis estão feitas para proteger os políticos ladrões e corruptos, de forma a que o assalto aos dinheiros públicos sejam legais.

Assokapa

2012/05/21

2012/04/17

Apesar da crise... os roubos continuam

O governo e os partidos que o apoiam, querem fazer-nos querer que estamos em austeridade porque gastámos demais e agora temos que sofrer as consequências, mas isso não é a verdade. Nós estamos nesta situação, porque fomos e estamos a ser roubados de forma selvática e sem um mínimo de consciência da sustentabilidade do país.

Noutros países também se rouba, mas não se ultrapassa certos limites. Aqui, foi e continua a ser, mesmo à ganância. Esta alternância entre o PS e o PSD /CDS que se verifica há muitos anos, só tem servido para todos roubarem o mais que podem à vez, chegando mesmo a roubar o que já não temos, e criando divida para sustentar os roubos.

Neste momento, nós estamos em austeridade, não porque não haja dinheiro, mas porque o nosso dinheiro está a ser canalizado para pagar os roubos do BPN e das parcerias público-privadas, das fundações, dos institutos, dos observatórios entre outros. Como são roubos acordados com o governo e dos quais o governo é cúmplice, agora dizem-nos que têm que honrar esses compromissos.

O estado só não honra os compromissos que tem com o povo, com as instituições e cidadãos que produzem trabalho e sustentam o país. E chegámos a um ponto tal, em que o estado já nem se preocupa em esconder o seu empenho em roubar aos pobres para dar aos ricos. Não tem dinheiro para pagar uns quantos milhões de euros que deve aos bombeiros, e que estão na falência, mas tem dinheiro para pagar a dobrar e por engano, à Lusoponte. Não tem dinheiro para os subsídios de férias e 13º mês, mas tem 9.000 milhões para pagar a quem roubou o BPN. Não tem para a saúde, para a maternidade Alfredo da Costa ou para a educação, mas tem para pagar os roubos às parcerias público privadas.

Os ministros, enquanto estão no governo dão a empresas privadas os recursos que são de todos nós, através das concessões, e ainda por cima acordam em pagar a essas empresas indemnizações caso os negócios não gerem os avultados lucros que as empresas acham que deviam gerar. Depois saem do governo e vão gerir essas empresas, para também eles usufruírem do roubo que cometeram. Os roubos envolvem quantias tão grandes, que como não dá para roubar tudo de uma só vez, vamos pagando todos os anos, em alguns casos, mais de 50 anos.

As parecerias público-privadas, não são mais do que empresas privadas, que exploram os recursos do país, oferecidos pelo estado, e com quem o estado faz sociedade apenas para garantir que os lucros que essas empresas querem ter, estão assegurados pelos nosso impostos.

Um exemplo de como somos roubados indecentemente: Nós não usamos as autoestradas para não pagar as portagens, mas pagamos na mesma, porque o governo paga às concessionárias com o dinheiro dos nossos impostos, a diferença entre os carros que passam nas portagens e os que as concessionárias acham de deviam passar. A situação é tão ridícula, que as empresas concessionárias recebem sempre as portagens, quer os carros lá passem ou não. Neste caso, mesmo quem não tem carro ou quem não usa as autoestradas paga na mesma, através dos impostos.

É por causa destes roubos descarados, que nós não temos saúde, educação, justiça, nem quaisquer outras regalias sociais a que devíamos ter direito. Em vez de servir para pagar o estado social, o dinheiro dos nossos impostos foi e continua a ser roubado, pelos políticos e pelos partidos do governo através das parcerias público-privadas, que por sua vez lhes devolvem as respectivas comissões.

Assokapa