Lutar, até que o povo acorde. Neste blog publicarei as minhas opiniões e a de outros com as quais concorde. Denunciarei as injustiças e a corrupção de forma simples e pragmática para que os mais desatentos entendam a forma como somos roubados, por quem e para quem. Fá-lo-ei de forma anónima, usando o mesmo principio do voto secreto, e porque quero poder dizer o que penso sem condicionalismos de espécie nenhuma. Embora pensemos que vivemos num país democrático, o certo é que cada vez mais somos controlados pelos poderes e corporativismos instalados, que não olham a meios para atingir os fins.

É importante saber que não tenho partido, religião, clube ou qualquer outra doutrina ou forma de associativismo que condicione a minha forma de pensar. Tento estar atento ao que me rodeia e pauto-me pela independência, imparcialidade, justiça e bom censo.

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2012/10/08

Fraudes e Fundações


Uma verdadeira fundação é uma entidade cujo instituidor, dispondo de meios avultados, de um fundo, decide disponibilizá-lo à comunidade para perseguir um dado desígnio social, um qualquer benefício colectivo.

Nesta perspectiva, as fundações públicas nem sequer são fundações. São departamentos públicos travestidos, cujo estatuto lhes permite viverem de forma clandestina. Os seus directores não estão sujeitos a regras da administração pública. Podem contratar negócios sem qualquer controlo, permitem-se ainda recrutar pessoal sem concurso. Utilizam os recursos públicos em função dos seus interesses e dos seus negócios privados.

Já quanto às actuais fundações privadas, podemos dividi-las em três grupos. Temos as que pretendem alcançar um fim social útil, mas vivem maioritariamente de recursos públicos. Assim, se não dispõem de fundos próprios, serão instituições de solidariedade, associações, mas jamais fundações. Devem mudar de regime.

Há um outro grupo cujos instituidores são pessoas de muitas posses que registam os seus bens em nome de fundações particulares, mas que nada dão à sociedade. Com este esquema, ficam isentos de pagar IRC na sua actividade, os seus terrenos e prédios não pagam impostos, como o IMT e o IMI. Até alguns dos seus carros ficam isentos de pagar imposto de circulação e imposto automóvel. Estes cavalheiros conseguem assim um paraíso fiscal próprio, verdadeiras "off--shores" em território nacional. Retirem-lhes pois o estatuto de utilidade pública.

Feito este expurgo, restará um restrito grupo de entidades criadas por aqueles milionários que decidiram legar parte da sua riqueza em benefício da sociedade que os ajudou enriquecer. São os casos de Gulbenkian, Champalimaud e poucos mais. Para honrar a sua memória, há que impedir que as suas organizações sejam confundidas com pseudofundações, casas de má fama geridas por oportunistas.

Paulo Morais

2012/10/02

Votar nos criminosos


Vivemos tempos difíceis. O mundo e as sociedades transformaram-se muito rapidamente e para muito pior. O poder económico, quem o detém e quem o representa, está a contaminar toda a sociedade como uma praga e está a destruir a vida e a dignidade humana, e a transformar a sociedade numa selva mais cruel que a pior das selvas. Nesta selva não se mata para sobreviver, mata-se por prazer, mata-se por desporto, mata-se para se ganhar mais uns trocos. A ganancia destrói tudo à sua volta. Vivemos em plena 3ª guerra mundial, mas nem sequer termos noção disso. Os inimigos deixaram de ser outros países, e passaram a ser os grandes grupos económicos, os mercados, e os políticos que nos deveriam governar e em quem deveríamos confiar, e se tornam apenas reles ladrões que roubam a mando dos bancos e outros grandes grupos económicos.

Embruteceram as pessoas com um ensino vocacionado apenas para isso mesmo. Tornar as pessoas mais burras, sem sentido crítico, sem noção do que é justo ou injusto, para eles poderem roubar cada vez mais, sem terem sequer que disfarçar ou esconder o que quer que seja. Toda a gente sabe como os políticos roubam, e já ninguém se importa com isso. As instituições que deviam proteger o país e os cidadãos, estão completamente minadas e dominadas por esta corja de ladrões. E nós continuamos a votar nestes criminosos.

Livrarmo-nos desta praga e de quem a alimenta e apoia, sim, é uma questão de sobrevivência.

Vivemos num tempo em que a honra e a palavra dada não têm qualquer significado. Vemos quem nos governa e em quem devíamos confiar, a mentir descaradamente e roubar todos os dias. Já não há vergonha na cara. Esta corja de criminosos que faz as leis e controlam o nosso país, não têm qualquer tipo prurido em dizer e fazer o que for preciso para roubarem cada vez mais e para se manterem no poleiro. Os políticos passaram a ser meros ladrões, sem sequer ter algum interesse ou conhecimento para governar o país. As leis são feitas à medida deles apenas para poderem roubar sem serem sequer incomodados por isso. Mesmo com eles a fazerem as leis, os políticos cometem ilegalidades sem que sejam responsabilizados por isso porque têm imunidade legal conferida por eles próprios, e são eles que escolhem quem manda na policia e nos tribunais. Quando acabam os mandatos e a imunidade, fogem do país.

Vivemos num tempo em que o estado não é pessoa de bem, e as leis já não têm qualquer credibilidade. As leis neste momento só servem para escravizar quem trabalha, prejudicar quem é honesto, prender quem se lhes opõe e permitir aos ladrões que roubem legalmente. O facto dos políticos criarem as leis necessárias à despenalização dos seus crimes, não deixam de ser criminosos. Aqui há uns anos havia cartazes nas ruas com a cara dos criminosos oferecendo recompensas a quem os encontrasse, hoje em dia os cartazes com as caras dos criminosos nas ruas, servem para lhes fazer publicidade e pedirem-nos que votemos neles.

Neste filme que publico aqui em baixo, pode ver-se como o ladrão do Pedro Passos Coelho enganou com falinhas mansas quem votou nele. Não devia ser permitido estes vigaristas chegarem ao poder. Estes vigaristas dizem o que for preciso para chegarem ao poder, e assim que lá chegam fazem exactamente o contrário do que está escrito no programa de governo com que se apresentam a eleições. Quando o chefe máximo do país, é um criminoso que mente mais (e aos olhos de toda a gente) do que o pior dos vigaristas, é fácil perceber o estado a que chegou este lugar mal frequentado a que chamam Portugal. Enquanto não nos livrarmos destes vigaristas sem palavra nem vergonha na cara, e de toda a comunicação social que pactua com eles, não iremos a lado nenhum. Não há ninguém que confronte este vigarista com este filme e o entale em directo na televisão?

Quando a injustiça se torna lei, a rebelião torna-se um dever

Assokapa

Passos Coelho é um reles vigarista


Dizem as pessoas, que vivemos numa democracia porque votamos, e que a culpa de termos os políticos que temos é nossa que os elegemos. Quem diz isso esquece que os eleitores votam nas pessoas e nos partidos que se apresentam a eleições com um programa de governo. A democracia acaba no momento em que estes vigaristas chegam ao governo e fazem exactamente tudo ao contrário daquilo que está no programa do governo. Fazem-me lembrar os vigaristas que mostram um casaco a uma pessoa, e quando a pessoa acaba por comprar o casaco, trocam-lhe o saco onde deveria estar o casaco e quando abrem o saco está lá uma manta velha. É incrível como os  políticos se portam como reles vigaristas, e tomam atitudes que são punidas criminalmente para o comum dos cidadãos.

Assokapa

2012/09/24

Movimentos de cidadãos


Neste momento começam a nascer grupos e movimentos de cidadãos que se estão a organizar para resgatar Portugal. É necessário que esses movimentos de cidadãos se juntem em torno de interesses e objetivos comuns, de consenso alargado, que reúnam o maior numero de cidadãos possível.

O que parece ser o denominador comum destes movimentos e do povo Português em geral, é a revolta contra a troika. Mas a troika não é a doença. Portugal entrou em banca rota antes da troika cá estar. A troika é apenas a dor, e a consequência da doença. Não podemos acabar com a dor e deixar a doença, porque mais tarde ou mais cedo, a dor volta.

A doença de Portugal chama-se corrupção. A corrupção generalizada e ao mais alto nível, é a responsável pelos roubos que o erário publico tem sofrido ao longo das últimas décadas. Os sucessivos governos têm transferido (roubado) o dinheiro dos nossos impostos para as mãos de alguns privilegiados e grandes grupos económicos através dos mais variados esquemas.

Os contratos fraudulentos das 87 parcerias público-privadas, o roubo dos 8.000 milhões de euros para o BPN, as privatizações e concessões de recursos nacionais (água, eletricidade, transportes, etc.), e todos os organismos parasitas e inúteis que só servem para dar tachos aos boys e amigos dos partidos no governo (governos civis, direções gerais, institutos, observatórios, fundações, empresas municipais e centrais, e muitas mais) são apenas alguns exemplos de esquemas montados e implementados pelos políticos corruptos através dos quais roubam os dinheiros públicos.

Se acabarmos com a corrupção, os assaltos ao erário publico e as gorduras do estado, teremos dinheiro para pagar a quem nos emprestou, sem ser necessária a austeridade para o povo e a destruição do país.

O governo faz-nos querer que é a troika que está a impor estas medidas de austeridade, mas não é verdade. A escolha deste memorando foi dos governos do PS, PSD e CDS e não da troika. Mais, o governo só está a cumprir a parte do memorando relativamente à austeridade do povo, porque no memorando também está previsto a renegociação das parcerias público-privadas e a redução das gorduras do estado, e nada disso foi feito, porque os políticos que estão no poder neste momento são controlados pelos mesmos grupos económicos que controlavam os políticos do governo anterior.

Para que possamos sair da crise e iniciarmos um processo de desenvolvimento económico, com o consequente aumento do emprego,
é imprescindível acabar com a corrupção, mas não chega. Como os contratos fraudulentos já estão a assegurar o roubo para as próximas décadas, é necessário renegociar e se for caso disso expropriar a maior parte destas infraestruturas que nos foram roubadas pelos grupos económicos através da cumplicidade dos políticos corruptos, e até julgar e condenar os envolvidos nestas negociatas fraudulentas que nos levaram à crise. Se apenas acabarmos com a corrupção do futuro, vamos ser roubados nas próximas décadas pela corrupção do passado, que já tratou de assegurar os roubos através dos contratos fraudulentos já assinados para os próximos 30 anos.

As reivindicações destes movimentos de cidadãos e do povo português deveriam ser as seguintes:

1 – Restaurar a democracia em Portugal. (fazer uma revisão da constituição e criar novas leis no sentido de restaurar a democracia em Portugal. Pôr a justiça a funcionar. Não permitir os conflitos de interesses nas instituições de regulação, e nos cargos políticos. Com corrupção, não há democracia nem desenvolvimento.

2 – Exigir um governo que legisle e faça cumprir uma lei que acabe com a corrupção. (criar leis claras e duras, organizar uma polícia especializada e bem equipada e criar tribunais próprios para este tipo de crime).

3 – Exigir a renegociação dos contratos fraudulentos das parcerias público-privadas e de todos os contratos realizados com privados que lesem (roubem) o estado. (Os grandes grupos económicos com a cumplicidade dos políticos corruptos, fizeram contratos fraudulentos que nos vão roubar durante as próximas décadas. É necessário acabar com esses roubos. Veja aqui um filme curto que mostra quem roubou e para quem foi o dinheiro roubado).

4 – Cortar nas gorduras do estado, acabando com os organismos inúteis e reduzindo as remunerações e mordomias dos políticos assim como limitar as reformas a um máximo nacional. (Reduzir e acabar com governos civis, direções gerais, institutos, observatórios, fundações, empresas municipais e centrais inúteis e limitar os assessores, motoristas e viaturas, e todos os gastos escandalosos).

Enquanto não se legislar para combater a corrupção de forma séria, e enquanto não se fizer cumprir a lei, e se punirem exemplarmente os corruptos, nunca teremos desenvolvimento, nem crescimento económico, nem uma sociedade mais justa e equilibrada.

Estudos internacionais mostram que em qualquer país a corrupção é inversamente proporcional ao desenvolvimento. Não há países desenvolvidos corruptos, e não há países corruptos que sejam desenvolvidos.

Quando a injustiça se torna lei, a rebelião torna-se um dever.

Assokapa

(veja aqui como a Islândia está a resolver o problema da crise)

Como a Islândia está a resolver a crise



Todos os Portugueses devem ver este filme. Os Problemas do povo islandês são muito semelhantes aos nossos, e eles aproveitaram a crise para fazerem uma revolução e tomarem as rédeas do pais, acabando com a corrupção, alterando as leis, e inclusivamente participando na criação de uma nova constituição. Vale a pena ver. Clique em full screen no lado direito do rodapé do filme. Para sair do modo ecran inteiro, clique em Esc

2012/09/21

A corrupção e a crise


O problema de Portugal é e sempre foi, a corrupção. Enquanto não se legislar para combater a corrupção de forma séria, e enquanto não se fizer cumprir a lei, e se punirem exemplarmente os corruptos, nunca teremos desenvolvimento, nem crescimento económico, nem uma sociedade mais justa e equilibrada.

A corrupção em Portugal é a principal causa da crise, e o empréstimo da troika nem seria necessário se não houvesse corrupção, ou roubos descarados como os 8.000 milhões de euros do BPN.

Estudos internacionais mostram que em qualquer país a corrupção é inversamente proporcional ao desenvolvimento. Não há países desenvolvidos corruptos, e não há países corruptos que sejam desenvolvidos.

A corrupção começa logo ao mais alto nível nas decisões políticas. Por exemplo, construir uma terceira autoestrada Lisboa-Porto quando uma das duas existentes tem uma utilização fraca e a outra está às moscas, prova que a construção dessa autoestrada tem como único propósito o “desvio” dos dinheiros públicos para os privados. Esta insistência em construir grandes e caras infraestruturas que não nos fazem falta nenhuma, é apenas uma forma que os grandes grupos económicos privados e os políticos corruptos no poder, inventaram para roubar o dinheiro de todos nós.

O governo encomenda um estudo falso que atesta a necessidade de se construir um TGV, uma autoestrada ou um aeroporto, e fica com justificação para realizar a obra.

A prova de que estes estudos são falsos e que a única intensão é roubar o erário publico, está nos contratos com as parcerias público-privadas, em que os privados para além de adquirirem os equipamentos por 25% do seu valor, (o resto é pago pelos nossos impostos, e por financiamento da CE) ainda exigem rendas fixas ao estado, porque sabem que as infraestruturas não vão ter a utilização que o estado e os estudos fraudulentos encomendados dizem ter, e que o investimento não tem retorno.

Se as autoestradas ou outras infraestruturas fossem necessárias e tivessem a utilização que era suposto terem, o respectivo pagamento de portagens daria para pagar a sua construção e os privados não precisariam de exigir rendas fixas ao estado.

As rendas fixas pagas pelo estado aos grupos privados, são a prova de que os estudos são fraudulentos e consequentemente provam que existe corrupção na decisão de construir essas infraestruturas.

Na prática, o governo oferece aos grupos económicos privados (que subsidiam os partidos) uma autoestrada (que não faz falta nenhuma) por 25% do seu valor, paga pela obra muito mais do que o custo real dela através das derrapagens orçamentais (há que pagar aos corruptos de ambos os lados, partidos políticos incluídos), e ainda por cima fica a pagar a sua utilização com rendas fixas, indexadas a uma utilização fictícia e exagerada, durante 30 anos. É roubo puro, de forma completamente despudorada, e à vista de toda a gente.

Com 87 parcerias público-privadas fraudulentas e danosas para o estado contratadas desta forma, não há país nem impostos que aguentem. Qualquer país da europa onde fosse permitido este nível de corrupção, e o descarado assalto ao erário publico estaria em banca rota.

Para que possamos sair da crise e iniciarmos um processo de desenvolvimento económico, com o consequente aumento do emprego, é imprescindível acabar com a corrupção, mas não chega.

Como os contratos fraudulentos já estão a assegurar o roubo para as próximas décadas, é necessário renegociar ou expropriar a maior parte destas infraestruturas que nos foram roubadas pelos grupos económicos com a cumplicidade dos políticos corruptos, e até julgar e condenar os envolvidos nestas negociatas fraudulentas que nos levaram à crise.

Se apenas acabarmos com a corrupção do futuro, vamos ser roubados durante 30 anos pela corrupção do passado, que já tratou de assegurar os roubos através dos contratos fraudulentos já assinados.

Assokapa

as provas estão aqui,
Veja aqui os milhões que nos foram roubados pelo governos e a quem é entregue o dinheiro

2012/09/19

2012/09/10

Mensagem no Face de Passos Coelho

Olá Pedro... todos nós sabemos que os sacrifícios são necessários, o que não é justo é que tenhas anunciado medidas tão concretas para o povo e que não tenhas anunciado uma única medida sequer, para o capital, as grandes fortunas e os grandes grupos económicos. Esses poderiam contribuir para o esforça nacional sem lhes doer nada. Não se entende esta descriminação tão violenta, quando até o tribunal constitucional declara inconstitucional esta descriminação aberrante. O povo teria aceite de bom grado, que as grandes fortunas e que os ordenados dos políticos, diretores, e gestores públicos também contribuíssem para o esforço nacional. O governo não mostrou respeito nenhum pelo esforço dos portugueses.

Assokapa

2012/09/02

RTP - Vendida ou concessionada?


A RTP vai ser concessionada, porque assim dá para roubar todos os anos.

Todos nós sabemos que os políticos estão no governo para roubar o que é publico (a receita dos nossos impostos e as empresas publcas), e dar aos seus partidos e aos grandes grupos privados que os financiam em altura de eleições, de maneira que de uma forma ou outra seremos roubados.

Desta forma o PSD mata vários coelhos de uma porrada só. Por um lado, A RTP deixa de ser controlada pelo partido que estiver no poder, e passa a ser controlada apenas pelo PSD independentemente de quem estiver no governo, e por outro passa a ser mais uma fonte de receita do PSD que todos nós andaremos a pagar nas próximas décadas.

Na prática, o povo português vai pagar para que a RTP seja manipulada pelo PSD, à semelhança do que faz o Alberto João com um jornal da Madeira.

Tal como o PS se financia (rouba) nas parcerias público-privadas que concessionou quando estava no governo, o PSD também precisa de alargar as suas fontes de financiamento.

O CDS é que não vai achar graça nenhuma à brincadeira, porque mesmo que o PSD lhe dê agora parte do saque, é o PSD que vai passar a controlar a RTP, e quando o “namoro” se acabar, e CDS fica de mãos a abanar.

Enquanto o país não se livrar desta corja de ladrões que são os partidos e a maioria dos políticos portugueses, nunca sairemos de crise, nem iremos a lado nenhum.

Assokapa