Lutar, até que o povo acorde. Neste blog publicarei as minhas opiniões e a de outros com as quais concorde. Denunciarei as injustiças e a corrupção de forma simples e pragmática para que os mais desatentos entendam a forma como somos roubados, por quem e para quem. Fá-lo-ei de forma anónima, usando o mesmo principio do voto secreto, e porque quero poder dizer o que penso sem condicionalismos de espécie nenhuma. Embora pensemos que vivemos num país democrático, o certo é que cada vez mais somos controlados pelos poderes e corporativismos instalados, que não olham a meios para atingir os fins.

É importante saber que não tenho partido, religião, clube ou qualquer outra doutrina ou forma de associativismo que condicione a minha forma de pensar. Tento estar atento ao que me rodeia e pauto-me pela independência, imparcialidade, justiça e bom censo.

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2012/12/31

O PS, PSD e CDS são organizações criminosas


Não nos deixemos enganar. O PS, PSD ou CDS são partidos políticos transformados em organizações criminosas, que embora nos queiram fazer pensar que são diferentes, têm os mesmos interesses e objetivos na medida em que roubam para os mesmos grupos económicos.

Quem controla estas três organizações criminosas são alguns bancos, grandes empresas de construção civil e outros grupos económicos de onde alguns políticos vêm para a politica, e para onde muitos políticos vão ganhar ordenados chorudos depois de passarem pelos governos, onde roubam o erário publico (o dinheiro dos nossos impostos) a favor desses grupos económicos, e para quem legislam à medida das suas necessidades através de grandes escritórios de advogados que trabalham simultaneamente para o governo e para esses grupos económicos.

Votar no PS, PSD ou CDS é colocar no governo criminosos sem escrúpulos que só têm como objetivo roubar o dinheiro dos nossos impostos para dar aos grupos económicos que os controlam. O PS aparentemente mais preocupado com o estado social, e o PSD e CDS de forma mais selvática e desumana, mas todos eles com o mesmo objetivo, roubar o dinheiro dos nossos impostos, os nossos ordenados e pensões para dar aos bancos e aos grupos económicos.

Mas passemos às evidências:

Os portugueses sempre tiveram dificuldade em entender porque é que quando um destes partidos está na oposição, faz propostas de lei (contra a corrupção por exemplo) que o partido que está no governo não aprova, e quando o partido que está no governo passa para a oposição faz a mesma proposta de lei apresentada pelo partido opositor e que ele próprio não aprovou quando estava no governo, e o partido que está agora no governo não aceita a proposta que ele próprio apresentou quando estava na oposição. Isto prova que nenhum deles está interessado em acabar com a corrupção, mas todos eles pretendem fazer querer que querem acabar com a corrupção. Isto acontece com qualquer lei que nenhum destes 3 partidos pretenda aprovar. É assim que estes 3 partidos trabalham em conjunto para manter tudo como está, fazendo querer que se quer mudar. O facto de não haver leis contra a corrupção, e haver leis que protegem os corruptos e os roubos generalizados convém a estas 3 organizações criminosas.

Quando um destes partidos chega ao governo, desfaz quase tudo o que foi feito pelo outro partido, exceto o que interessa aos grupos económicos que os controlam. Por isso, nenhum destes partidos taxou as grandes fortunas, aplicou impostos aos bancos, aplicou impostos sobre o capital, acabou com a roubalheira das parcerias público-privadas ou das falsas fundações. Quando um destes partidos está na oposição diz que é preciso acabar com as gorduras do estado, mas quando chega ao governo não acaba com gorduras nenhumas. Continuam as fundações, os institutos, os organismos de regulação, os observatórios, as empresas municipais privadas e públicas, porque é nestas empresas que são colocados os boys destes 3 partidos e de onde se rouba o estado à grande e à portuguesa.

Mas há evidências muito mais reveladores da cumplicidade destes 3 partidos políticos e como trabalham em conjunto para atingirem os objetivos traçados pelos seus acionistas.

O PS de Sócrates é quem tem roubado mais com os contratos fraudulentos das parecerias público-privadas, mas o PSD de Passos Coelho não acaba com estes roubos porque os beneficiários são também quem controla o PSD. O PSD e o CDS que governam ilegalmente desrespeitando a constituição portuguesa, dizem que não conseguem anular os contratos das parcerias público-privadas. Todos nós sabemos que isso é mentira. O governo pode tudo, inclusive governar inconstitucionalmente, e roubar os ordenados e pensões a quem quer, isso sim, completamente ilegal e contra a constituição Portuguesa.

Mas também temos o oposto. Foram os políticos do PSD que roubaram o BPN, mas foi o PS de Sócrates que o nacionalizou, fazendo com que todos nós portugueses pagássemos com os nossos impostos, 13º mês e subsídios de férias o produto do roubo. Para que os ladrões pudessem ficar com o produto do roubo, o PS, PSD, e CDS tiveram que trabalhar em conjunto. Como Portugal já não tinha os 8.000.000.000 (oito mil milhões de euros) para poder cobrir o roubo, estes 3 partidos pediram dinheiro emprestado à troika a juros altíssimos para que os ladrões que roubaram o BPN pudessem ficar com o produto do roubo.

Foram roubados oito mil milhões de euros (80 euromilhões dos grandes) dum banco por políticos, antigos ministros, e secretários de estado (mais do que o estado gasta num ano com o sistema nacional de saúde) e ninguém foi condenado, ninguém foi preso e pior ainda, não apareceu nenhum desse dinheiro. Quem enriqueceu com o dinheiro roubado, quem comprou terrenos, casas de luxo, iates, hotéis, empreendimentos turísticos com este dinheiro, continua a usufruir dos bens que comprou com o dinheiro roubado. Só com a cumplicidade destes 3 partidos, e do sistema judicial, é possível que ninguém seja condenado, e que a ninguém seja confiscado o dinheiro e os bens comprados com o dinheiro roubado.

Cada vez que votamos no PS, PSD ou CDS, estamos a dar-lhes autorização para continuarem a roubar o nosso dinheiro, e mesmo que já não tenhamos dinheiro, eles vão continuar a roubar o dinheiro que já não temos, porque eles já estão a pedir emprestado em nosso nome para que possam continuar a roubar. Quem fica a dever o dinheiro à troika são os portugueses, e quem fica com o produto do roubo são os partidos, os bancos e os grandes grupos económicos. Os agiotas da troika sabem isso perfeitamente, mas também não se importam porque os ladrões dos políticos portugueses, também lhes pagam juros mais altos do que seria normal para eles os deixarem roubar à vontade. Somos nós portugueses que estamos a pagar e iremos continuar a pagar durante dezenas de anos todos os roubos destes ladrões. Será que vamos continuar a votar neles?

assokapa

Se uma menina de 12 já entendeu como os politicos e os bancos roubam, porque é que os Portugueses ainda não perceberam?


e aqui podem perceber alguns roubos e falcatruas feitas pelos bancos.

2012/12/18

Passos Coelho é cúmplice de Sócrates


Aqui temos a prova de que este governo é cúmplice no roubo dos 10.000.000.000 (Dez mil milhões de euros) dos cofres do estado (dinheiro dos nossos impostos) para as empresas concessionárias das parcerias público-privadas rodoviárias.

Um dia destes ouvi o ministro da economia dizer num programa de televisão que não era possível alterar os contratos com as concessionárias porque eram contratos leoninos e que se o governo não cumprisse os contratos era altamente penalizado. Ou seja, todos nós sabemos que estamos a ser roubados, mas não se pode fazer nada porque os roubos estão protegidos por contratos legais.

É engraçado ouvir um membro de um governo que governa desrespeitando a constituição, e que aprovou e executou o orçamento geral do estado de 2012 inconstitucionalmente (declarado pelo tribunal constitucional) e que se prepara para governar com outro orçamento geral do estado inconstitucional, vir dizer que não consegue alterar contratos fraudulentos feitos por gabinetes de advogados privados e visivelmente lesivos do estado.

Um governo que consegue governar ilegalmente e fazer leis inconstitucionais, não consegue anular contratos fraudulentos? Neste caso deve estar com medo de cometer alguma ilegalidade.

Isto é o mesmo que eu ir assaltar um banco, e andar à procura de um estacionamento para não ser multado por deixar o carro em cima do passeio.

Depois de ouvir legalistas especialistas na matéria, deixo aqui duas formas de acabar com os contratos.

1 - Expropriar as concessionárias das pontes e autoestradas que foram roubados ao estado.

2 – anular os contratos, Julgar e condenar todos os intervenientes neste roubo, desde os políticos que autorizaram o roubo, aos privados que ficaram com o produto do roubo, passando pelos advogados privados que legalizaram os roubos através de contratos fraudulentos.

Assokapa



2012/12/12

Porque não acabam as portagens


Muitas pessoas não percebem porque é que o governo não acaba com as portagens na via do infante no algarve, já que manter as portagens dá tanto prejuízo ao estado. Para além das dificuldades que provoca ao desenvolvimento da economia da região, perderam-se 20% de turistas espanhóis que vinham ao algarve deixar tantos milhares de euros.

Mas a razão pela qual o governo não acaba com as portagens, é fácil de entender e mais uma vez está ligada à corrupção e aos roubos que os ladrões do governo fazem aos dinheiros dos nossos impostos.

As portagens introduzidas nas antigas SCUT, foram a desculpa (contrapartida) para o governo pagar elevadas rendas fixas aos consórcios concessionários das autoestradas. Antes da introdução das portagens, o governo pagava em rendas aos consórcios 178.000.000 (cento e setenta e oito milhões de euros). Com a renegociação fraudulenta (roubo descarado) feita pelo governo de Sócrates com os consórcios, os roubos aumentaram 58 vezes mais. Ou seja, o estado passou a pagar (roubar) 10.000.000.000 (dez mil milhões de euros),(muito mais do que o estado gasta por ano com o serviço nacional de saúde).

É esta a verdadeira razão pela qual o governo não quer acabar com as portagens. Se acabassem as portagens, acabava-se a razão pela qual o estado rouba para os cofres dos consórcios (bancos e construtoras, onde trabalham antigos governantes e políticos ligados aos partidos do poder, PS, PSD e CDS). Os ladrões dizem que se tem que cortar no estado social, mas rouba quase o dobro do que gasta no serviço nacional de saúde. Para os roubos continua a haver dinheiro e não se pode cortar.

Assokapa

Junto uma reportagem da TVI e mais uns testemunhos onde está tudo explicadinho.






2012/12/07

Corrupção no MInistério da Educação


Esta reportagem é um escândalo nacional. Se o governo quer cortar na educação, pode começar a cortar na corrupção e nos roubos. Pode cortar na transferência de verbas dos nossos impostos para os amigos que têm colégios privados subsidiados por todos nós. Mas aposto que os cortes vão ser apenas nas verbas destinadas às escolas publicas, à semelhança de todos os outros sectores onde os cortes são apenas para o povo. Para os roubos e para alimentar os amigos do governo, há sempre dinheiro.

É fácil de perceber que a corrupção e os roubos generalizados dos dinheiros dos nossos impostos, são o problema do nosso país. Também é fácil perceber como todas as instituições publicas que deveriam zelar pela legalidade, são cúmplices destes roubos. Depois desta reportagem, o que se esperava dessas instituições (presidência da républica, assembleia da républica,  procuradoria geral da républica, DCIAP, das policias secretas, e de todas as instituições que têm responsabilidades na politica portuguesa) era que investigassem estes roubos e condenassem os corruptos. Mas a prova de que estas instituições são cúmplices destes roubos, é que vai continuar tudo na mesma... como sempre.

Assokapa

2012/11/29

Roubados por dentro e por fora


Os aumentos de impostos que nos martirizam e destroem a economia têm como maiores beneficiários os agiotas que contrataram empréstimos com o estado português. Todos os anos, quase dez por cento do orçamento, mais de sete mil milhões de euros, destina-se a pagar juros de dívida pública.

Ainda no tempo de Sócrates, e para alimentar as suas megalomanias, o estado financiava-se a taxas usurárias de seis e sete por cento. A banca nacional e internacional beneficiava desse mecanismo perverso que consistia em os bancos se financiarem junto do Banco Central Europeu (BCE) a um ou dois por cento para depois emprestarem ao estado português a seis.

Foi este sistema que levou as finanças à bancarrota e obrigou à intervenção externa, com assinatura do acordo com a troika, composta pelo BCE, FMI e União Europeia. Mas este pacto foi, ele também, desastroso. Esperava-se um verdadeiro resgate que transformasse os múltiplos contratos de dívida num único, com juros favoráveis e prazos de pagamento dilatados. Assim, isolar-se-ia o problema da dívida e permitir-se-ia o normal funcionamento da economia. Mas o que o estado então assinou foi um verdadeiro contrato de vassalagem que apenas garantia austeridade. Assim, assegurou-se a continuidade dos negócios agiotas com a dívida, à custa de cortes na saúde, na educação e nos apoios sociais.

Para cúmulo, o empréstimo da troika foi celebrado com juros elevados e condições inaceitáveis. Na componente do empréstimo contratada com o FMI, este impôs até que o mesmo fosse indexado às cotações do euro, mas também do dólar, iene e libra, cuja valorização face ao euro era previsível. Como consequência, por via da flutuação cambial, Portugal terá de pagar mais dois mil milhões de euros de capital.

A chegada de Passos Coelho ao poder não rompeu com esse paradigma. Nem por sombras. O governo optou por nem sequer renegociar os empréstimos agiotas anteriormente contratados; e continua a negociar nova dívida a juros incomportáveis.

Os políticos fizeram juras de amor aos bancos, mas os juros pagámo-los nós bem caro, pela via dum orçamento de estado que está, primordialmente, ao serviço dos verdadeiros senhores feudais da actualidade, os banqueiros.

Paulo Morais Correio da Manhã

2012/11/26

Corrupção ao mais alto nível




Qualquer um destes filmes mostra bem o estado a que chegou a corrupção em Portugal. A corrupção está ao mais alto nível na politica Portuguesa. Os governos são altamente corruptos e roubam os cofres do estado, e nada é feito porque têm a cumplicidade do presidente da républica, da assembleia da républica, da procuradoria geral da républica, do DCIAP, das policias secretas, e de todas as instituições que têm responsabilidades na politica portuguesa.

2012/11/25

Sem consumidores não há investidores


Tenho ouvido alguns comentadores políticos e até o António José Seguro dizerem que para a economia começar a crescer é preciso abrir linhas de crédito para os empresários. Isso pode dar jeito a empresas que exportem para países com poder de compra, mas para o mercado interno de pouco serve. Nenhum empresário sério se vai endividar para abrir um negócio para o qual não vai ter clientes. Se todos os dias fecham empresas que já estão implementadas no mercado sem dinheiro para as despesas correntes por falta de clientes, como será possível uma empresa que tenha custos de implementação com os respetivos juros, sobreviver no mercado interno? Neste momento a maior parte das pessoas só têm dinheiro para o essencial. Casa, água, luz, comunicações e comida. Muitos nem isso.

O problema de Portugal, (para além da corrupção e dos roubos), é que devido à política dos salários de miséria, e ao desemprego, simplesmente não há mercado. Não havendo mercado não há investidores mesmo que haja dinheiro para emprestar. Nem portugueses, nem estrangeiros. As empresas só sobrevivem se houver quem compre os seus produtos.

Se de um mês para o outro, as pessoas que ganham para baixo do ordenado médio e que passam privações, recebessem o dobro do ordenado, a economia começava a crescer no mês seguinte. Porque as pessoas só não consomem porque não têm dinheiro. Não são a minoria que ainda ganha bem, ou os ladrões do governo e os seus boys com grandes ordenados e reformas escandalosas, e todos os roubos de dinheiros públicos para os grandes grupos económicos que fazem mercado ou sequer consomem o que é português. Os ladrões colocam o dinheiro roubado fora de Portugal, e não contribuem para o estímulo da economia.

Este problema que parece ninguém ver em Portugal, acontece também na Europa. A Alemanha acha que a austeridade dos países do sul da Europa é necessária, e esquece-se que são estes países que fazem crescer a economia alemã. Não havendo dinheiro nos países que tradicionalmente importam da Alemanha, a economia alemã vai começar sofrer o efeito. Já se prevê a estagnação da economia alemã no próximo ano.

Estas consequências são tão lógicas e tão fáceis de se prever, que não se percebe se o que vai na cabeça dos políticos é apenas incompetência, pura estupidez, ou se há aqui alguma intenção camuflada que beneficie com a destruição do país e da Europa.

Assokapa

2012/11/15

Agressão da policia a manifestantes pacificos




Vi em directo as manifestações de ontem em frente ao maior centro de corrupção em Portugal (assembleia da républica), e acompanhei as intervenções de quadros superiores da policia e os directos dos jornalistas das estações de televisão que faziam a cobertura no local.

Nem acreditava no que estava a ouvir. Chefes da policia e jornalistas a dizerem que era errado atacar a policia que também são povo e que também sofrem a austeridade. Se são do povo, não deviam defender os criminosos que nos governam, e não deviam atacar o povo. Como não são agredidos pela policia, os jornalistas não são imparciais nas suas declarações. Se eles têm o direito de lá estar porque estão a trabalhar, o povo também tem o direito de lá estar porque o direito à manifestação é um direito constitucional.

Os polícias são os cães dos políticos para se defenderem do povo que se revolta com a corrupção e os roubos dos políticos. Se são povo, deviam estar do lado dos manifestantes. A partir do momento que se põem do lado dos criminosos terão que ser tratados como tal.

Como convém aos políticos que os manifestantes sejam agredidos para não se manifestarem, a policia introduz nas manifestações policias à paisana para estes começarem os desacatos e justificar a carga policial.
A prova disso, é que apesar de dizerem que a manifestação foi pacífica e ordeira, e apenas alguns “profissionas” dos desacatos é que se tornaram violentos, a policia atacou indiscriminadamente toda a gente que estava na manifestação incluído pais com crianças ao colo, mulheres, velhos e moradores locais. Se a intenção da policia não fosse bater nos manifestantes, tinha sido fácil apanhar os tais “profissionais” dos desacatos, e não necessitavam de agredir o povo.

Os policias em serviço não são povo, são autênticos animais ferozes, que são atiçados contra o povo. Depois ainda ouvi o selvagem do ministro da administração interna a dizer que felicitava a acção da força policial. Devia ser largado lá no meio da manifestação e encherem-no de porrada… cabrão.

Também ouvi o estúpido do Passos Coelho a felicitar as pessoas que foram trabalhar, esquecendo-se de que quem estava na manifestação e muitos outros portugueses nem sequer trabalho têm, por culpa dele.

O povo embora pacifico, já percebeu que as manifestações pacificas não levam a nada, e se não começarmos a fazer manifestações violentas, ou o exercito sair à rua para prender esta cambada de ladrões que se apoderaram do governo e do dinheiro de todos nós através de um programa eleitoral fraudulento, vamos morrendo à fome, com falta de cuidados de saúde a que temos direito constitucional e continuaremos a ser despojados das nossas casas, e irmos viver para a rua. Qualquer dia, metade da população portuguesa vive na rua e as casas vazias.

E não me venham dizer que os políticos não têm alternativa por não haver dinheiro, porque há muito dinheiro que é roubado diariamente ao povo para encher o cu aos políticos, aos bancos, às grandes empresas, aos boys dos partidos que roubam o país através das fundações, organismos de regulação, dos observatórios, dos institutos, das parcerias público-privadas, e dos ordenados escandalosos que recebem os boys dos partidos no poder. A estes roubos, ainda não chegou a austeridade.

Assokapa

2012/11/10

Portugal tem que sair do euro


Portugal neste momento só tem uma solução. Sair do euro e voltar ao escudo. E é bastante fácil de perceber porquê, e impossível de argumentar contra.

Aqui há uns anos, quando Portugal entrou para a CEE (Comunidade Económica Europeia), esteve uns bons anos a receber dinheiro da CEE para as reformas estruturais, e para o país se modernizar e se preparar para a livre concorrência numa europa com a mesma moeda.

Acontece que os milhões de euros que vieram para Portugal, foram roubados pela classe politica que esteve nos sucessivos governos dessa época e pelos mesmos grupos económicos que ainda hoje nos continuam a roubar, e não foram usados na modernização do país. Maior parte desse dinheiro nem sequer ficou em Portugal, porque os ladrões escondem o produto dos seus roubos em paraísos fiscais, para fugirem à justiça e onde ninguém lhes pode tocar no dinheiro roubado.

Se quando recebemos esses fundos da europa, não estávamos preparados para competir com os outros países europeus, neste momento em que nada foi feito com esses fundos para modernizar o país, é fácil perceber que continuamos a não estar preparados para estar no euro, nem competir numa europa de moeda única, e o resultado está à vista. Até alfaces importamos.

Os ladrões que se apoderaram do poder através de programa eleitoral burlesco, nem equacionam essa possibilidade, porque a saída do euro não interessa aos políticos e aos ricos, que viam a sua riqueza ou o produto dos seus roubos (no caso de ainda estarem em Portugal) descerem para metade, nem interessa à troika que se farta de ganhar dinheiro à nossa custa, com juros verdadeiramente incomportáveis.

Para o país e para o povo, a saída do euro era benéfica. As exportações subiam em flecha, porque conseguíamos vender os nossos produtos na europa bem mais baratos que os países do euro, e as importações desciam em flecha porque os outros países não conseguiam pôr cá o produto deles mais barato que a nossa própria produção. A produção nacional renascia, tanto para exportar como para consumo interno. É ridículo comprarmos peixe ou alfaces aos espanhóis. Os espanhóis põem cá o produto deles mais barato que a nossa própria produção, porque têm custos de produção (combustível, energia, impostos etc.) mais baixos que os nossos, e porque são ajudados pelo governo espanhol, ao contrário de cá, em que o governo dificulta a vida, e rouba os produtores nacionais.

Os ladrões que se apoderaram do estado, enganando o seu eleitorado com um programa eleitoral falso, vão querer roubar o mais que puderem, e Portugal só vai sair do euro, quando já não houver mais nada para roubar, quando já estiver tudo privatizado, quando já não tiver capacidade de endividamento, quando a produção nacional estiver completamente destruída, quando as pessoas honestas e qualificadas já estiverem fora do país, ou já se tiverem suicidado.

Nós fomos para a europa, porque nos foi prometido um nível de vida idêntico aos outros europeus, mas na volta pagamos tudo ao mesmo preço ou mais caro ainda, e recebemos menos de metade que os europeus recebem. A nossa entrada na europa foi mais uma mentira das grandes, para sermos mais roubados ainda do que já eramos, e o resultado está à vista de todos.

E não me venham falar em baixa produtividade dos portugueses, porque os portugueses que estão noutros países onde os políticos sabem o que andam a fazer, são dos melhores profissionais em todas as áreas. Portugal não consegue desenvolver, porque neste país quem manda nos policias e quem faz as leis são os ladrões e os corruptos.

Assokapa

Temos aqui um, que a gozar também acha o mesmo que eu.

2012/10/31

Assaltos aos cofres do Estado


Hoje ouvi no telejornal que as renegociações das PPP com os consórcios privados (bancos, empresas de construção e escritórios de advogados), que recebem o dinheiro que o governo rouba do dinheiro dos nossos impostos foram prejudiciais para o estado (para todos nós).

O governo faz as renegociações para baixar as rendas, e no fim das renegociações, elas ficam mais caras ainda. Cada renegociação serve para sermos mais roubados ainda. Os consórcios aceitaram receber menos uns milhões de rendas, mas imputaram ao estado um valor muito superior nas responsabilidades que tinham nos contratos de manutenção das autoestradas.

Nas primeiras negociações era natural que saíssemos roubados porque a ideia do Sócrates, ao construir autoestradas que não nos fazem falta, e ao realizar estes contractos com estas empresas privadas era mesmo essa, assaltar os cofres do estado, para ele receber a respectiva comissão do roubo (parte dos tais 383 milhões de euros numa conta offshore em nome da família de Sócrates).

Mas agora nas renegociações feitas por Passos Coelho (que pelos vistos trabalha para os mesmo interesses económicos para quem trabalhava o Sócrates), e na situação actual do país, o estado deveria reduzir os roubos. Se todos nós que trabalhamos, temos que apertar o cinto, seria natural que quem rouba, quem chula, quem mama, e quem vive à nossa conta, também apertasse o cinto.

A maioria dos portugueses pode pensar que estas renegociações, em que saímos sempre a perder são mera incompetência de quem renegoceia por parte do estado, mas não é. Não é incompetência  é roubo descarado e à frente de toda a gente. À frente do povo, da policia, do tribunal de contas, dos tribunais civis, do ministério publico, da assembleia da républica e do presidente da republica.

Para garantir que se aumente a quantidade do dinheiro que nos é roubado, Passos Coelho nomeou para renegociar por parte do estado, representantes dos accionistas das empresas que beneficiam dos roubos. Isto é complicado de explicar porque à primeira vista parece impossível, mas vou tentar explicar de outra forma.

Vai realizar-se uma partida de xadrez. De um lado estão os consórcios das empresas privadas que ficam com o produto do assalto aos cofres do estado através das PPP (Consórcios formados por bancos, e empresas de construção), e do outro lado está o Estado (todos nós) que somos representados pelo governo, na pessoa de Passos Coelho.

Como Passos Coelho (e os seus ministros e secretários de estado) não querem ganhar o jogo, para mais tarde terem empregos nessas empresas ( à semelhança dos ex ministros dos governos do PS, PSD e CDS que hoje trabalham nessas empresas) nomeia para o substituir na partida nada mais nada menos que o próprio adversário, ou seja, representantes dos accionistas das empresas que formam esses consórcios.

Resumindo, as renegociações das PPP têm como negociadores representantes das empresas que neste momento roubam o estado, e do outro lado o estado e o povo português representados pelos mesmos representantes dessas mesmas empresas. É como se eu negociasse em nome do estado comigo mesmo. É como se cada um de nós escolhesse quanto quer ganhar, e tivéssemos a possibilidade de aprovarmos em nome do estado os nossos próprios rendimentos. De uma forma mais fácil de perceber, Sócrates e passos Coelho deram a chave dos cofres do estado aos ladrões, e como o cofre já está vazio, pedem dinheiro emprestado em nome do povo portugués, cortam-nos nos ordenados  e sobem os impostos, para poderem continuar a roubar, e cada vez mais. E somos nós, os nossos filhos e netos, que vamos pagar essa factura. E continuamos a votar neles.

Perceberam agora porque é que cada vez que se renegoceia as PPP, o estado sai mais prejudicado e nós somos todos mais roubados?

Não encontro no youtube o telejornal de hoje (ainda é cedo), mas deixo-vos aqui uns filiminhos curtinhos que mostram a perplexidade de algumas pessoas bem conhecidas de todos nós, e mostram como o ladrão do Sócrates fez um decreto-lei (que ainda vigora e que dá jeito ao Passos Coelho) em que impede o tribunal de contas de dar vistos no caso das renegociações dos contratos em vigor. Por outras palavras,  impede a policia de sair do quartel, sempre que eles estejam a assaltar os cofres do estado.

Assokapa