Lutar, até que o povo acorde. Neste blog publicarei as minhas opiniões e a de outros com as quais concorde. Denunciarei as injustiças e a corrupção de forma simples e pragmática para que os mais desatentos entendam a forma como somos roubados, por quem e para quem. Fá-lo-ei de forma anónima, usando o mesmo principio do voto secreto, e porque quero poder dizer o que penso sem condicionalismos de espécie nenhuma. Embora pensemos que vivemos num país democrático, o certo é que cada vez mais somos controlados pelos poderes e corporativismos instalados, que não olham a meios para atingir os fins.

É importante saber que não tenho partido, religião, clube ou qualquer outra doutrina ou forma de associativismo que condicione a minha forma de pensar. Tento estar atento ao que me rodeia e pauto-me pela independência, imparcialidade, justiça e bom censo.

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2013/11/16

Aconteceu na Islândia - Como a Islândia resolveu o problema da crise


Fica aqui a prova em como há censura nos meios de comunicação social. A Islândia resolveu a crise como todos os países da europa deviam resolver. Se a comunicação social fosse livre em Portugal, nós veríamos reportagens como esta todos os dias, em vez do caso Meddie, ou as desgraças no médio oriente. Como a censura não é só praticada em Portugal, mas em toda a europa, é fácil perceber que toda a europa está a ser controlada pelo grupo Bidelberg, e C.ia lda.

Os ladrões dos politicos ao serviço das maçonarias e dos grandes grupos económicos (bancos, e outras organizações criminosas) só deixam passar na comunicação social as noticias que lhes interessam, e escondem as que não lhes interessam. Nunca se ouve falar de como a Islândia resolveu o problema da crise, nem como um empresário do norte acabou com um contrato SWAP e recuperou o dinheiro que lhe tinha sido roubado por um banco.

Vamos sendo entretidos com telenovelas, futebol e "casas dos segredos" e quando dermos por ela, estamos todos em campos de concentração.

Assokapa

Para quem quiser aprofundar o tema... http://assokapa.blogspot.pt/search/label/X%20-%202012%2F09%2F24%20Como%20a%20Isl%C3%A2ndia%20resolve%20a%20crise

2013/11/11

O governo não está a cumprir o memorando da troika

Sabia que… o governo não está a cumprir o memorando da troika no que respeita às exigências de acabar com as transferências de verbas publicas para empresas privadas?

Pois é… o governo diz que está a cumprir as exigências da troika e que a austeridade é imposta pela troika, mas na verdade o governo não está a cumprir na totalidade o acordo com a troika. O governo só está a cumprir a parte que lhe interessa do memorando da troika, e não está a cumprir as orientações do memorando no que toca a acabar com o roubo dos dinheiros públicos a favor dos privados, das gorduras do estado e dos interesses instalados.

Do memorando com a troika, fazem parte a redução drástica das transferências de verbas publicas para as PPP’s, contratos SWAP, o fim dos financiamentos a escolas privadas, rendas fixas pagas a empresas privadas e cortes nas gorduras do estado, como Institutos, observatórios, empresas municipais e todas as outras instituições criadas apenas para dar tachos aos boys dos partidos. Mas os ladrões que se apoderaram do estado com programas eleitorais fraudulentos, fazem ouvidos moucos e só cumprem a parte do memorando que não afecta as empresas para quem trabalham, que são os grandes grupos económicos, as maçonarias, os amigos e os boys dos partidos.

É por isso que os ladrões que estão no governo vão mais além do que a troika exige, no que toca ao assalto aos ordenados, subsídios e pensões do povo, e às pequenas e médias empresas. Há que roubar ao povo mais dinheiro do que seria necessário, para não ter que tocar nos interesses instalados, nem taxar as grandes fortunas que simplesmente não pagam impostos.

Mas veja com os seus próprios olhos...
https://www.youtube.com/watch?v=Qqxgdp6_9Ig

2013/11/05

Roubar ao público para dar ao privado

Sabia que…  O dinheiro que é retirado ao ensino público, é dado aos amigos dos políticos que constroem escolas luxuosas subsidiadas com o dinheiro dos nossos impostos?

Pois é… as escolas públicas com turmas de 30 alunos, estão sem aquecimentos, sem equipamentos adequados, com instalações degradadas, porque o estado diz que não há dinheiro, mas esse mesmo dinheiro que é retirado às escolas publicas, é dado às escolas privadas para pagar todo o tipo de luxos.

Esta é mais uma maneira de roubar aos pobres para dar aos ricos. Uma família remediada que tem o seu filho numa escola pública degradada e sem condições, paga com os seus impostos, a educação dos filhos dos ricos que têm os seus filhos em escolas privadas, confortáveis e bem equipadas.

Vejam o vídeo anexo porque se não virem, não acreditam. É o roubo descarado e despudorado, em clara violação do memorando da troika que preconiza o fim dos subsídios dos colégios privados, memorando esse que o governo usa para justificar a austeridade imposta ao povo português.

A localização destas escola privadas em locais onde existem escolas publicas e o facto do estado não dar condições nem os equipamentos necessários ao ensino púbico que está disposto a pagar nas escolas privadas, revela bem a intenção do governo de substituir o ensino público pelo privado, onde, em clara violação da constituição, podem roubar para os mesmos do costume e fazer da educação aquilo que fazem com todos os outros sectores vitais da sociedade, um excelente e lucrativo negócio.

Como já estamos habituados, estas negociatas com dinheiros públicos conferem casos de clara corrupção, já que, à semelhança do que se passou em muitas parcerias público-privadas, os ex-governantes que decidiram a favor de determinados grupos económicos, passaram a ser gestores ou consultores desses mesmos grupos económicos que favoreceram enquanto governantes. Há também casos de ex-diretores regionais de educação, ou presidentes de câmara que fundaram colégios privados, pagos com o dinheiro dos nossos impostos.

Assokapa

Veja aqui o video... indigne-se e partilhe

2013 11 04 verdade inconveniente repórter TVI

2013/11/04

Roubar 30.000.000 (30 milhões) para os amigos

Sabia que…  Em alguns contratos de parcerias público-privadas rodoviárias (ex. autoestrada em Viana do Castelo), existem cláusulas em que o concessionário paga ao estado (a todos nós) 600.000 (seiscentos mil euros) de multa se a sinistralidade subir 10%,  e recebe do estado (de todos nós) um prémio de 30.000.000 (trinta milhões de euros) se a sinistralidade descer 10%?

Comentário… é uma negociata bem fixe (com o nosso dinheiro) que os ladrões dos nossos governantes fazem com as empresas para onde vão trabalhar a receberem ordenados chorudos quando saem da política. Se a sinistralidade descer pagamos 50 vezes mais do que se subir. Reduzindo as verbas em causa para termos noção da disparidade do negócio e do tipo de roubos a que estamos sujeitos, se tivermos a receber, recebemos 1.000, se tivermos que pagar, pagamos 50.000.  Agora, multipliquemos estes valores por 600 vezes mais, e temos o resultado do roubo a que estamos sujeitos. Pois é… é assim que somos roubados. O mais preocupante, é que este roubo pode ser executado legalmente todos os anos. Como são as concessionárias que contabilizam a sinistralidade das autoestradas que exploram, basta fazerem descer a sinistralidade 10% para nos roubarem 30 milhões de euros todos os anos.

Se num ano se registaram 10 acidentes, e no ano seguinte se registarem 9 acidentes, pagamos 30 milhões, e assim sucessivamente. O ladrão que aceitou, propôs ou assinou este contrato por parte do estado devia estar preso e impedido para o resto da sua vida de representar o estado português.

Assokapa

http://assokapa.blogspot.pt/

Para quem não acredita… deixo aqui a fonte

2013/10/25

Fábrica de peúgas dá lição de gestão ao governo

Sabia que… um empresário do norte, dono de uma fábrica de peúgas anulou um contrato swap em tribunal, coisa que os ladrões que estão no governo dizem não conseguir anular?

Pois é… a prova de que os ladrões que estão no governo, são cúmplices no roubo do dinheiro que sai das empresas publicas (nós todos) para os cofres dos bancos através dos contratos swap lesivos para o estado, é que uma empresa relativamente pequena, conseguiu anular um contrato swap e ser reembolsada do dinheiro que lhe foi roubado pelo banco.

Se o governo não fosse cúmplice do roubo, já poderia ter feito o que fez este empresário, ou mesmo que não tenham tido a inteligência de o fazer antes, podiam agora aproveitar a jurisprudência desta decisão, e contestar todos os contratos swap que têm com os bancos.

Mas como os contratos swap não foram feitos inocentemente, foram feitos para roubar o dinheiro dos nossos impostos para dar aos bancos, é natural que os ladrões que estão no governo não contestem os contratos em tribunal.

Estranhamente, esta noticia que só se ouviu uma vez, desapareceu de todos os noticiários como que por magia, enquanto que outras “não noticias” como o caso Maddie anda a ser repetida há uma semana.

Não seria de interesse publico que algum jornalista perguntasse ao governo porque não contesta os contratos swap em tribunal?

Assokapa

2013/10/23

Os partidos políticos são organizações criminosas

Embora muitos portugueses já tenham percebido que os partidos políticos existem para assaltar o estado e servirem os interesses de sociedades secretas (Maçonaria), e de grandes grupos económicos (Bancos e empresas concessionárias dos equipamentos do estado), segundo as sondagens, ainda há muita gente que pensa que os partidos políticos existem para servir o país. Até há quem pense que entre o PS, PSD e CDS haja diferenças ideológicas… hehehehe

No caso dos partidos do arco do poder, já se percebeu que o objectivo é o assalto ao dinheiro dos nossos impostos, e que todos eles roubam para os mesmo grupos económicos, mas mesmo os partidos de esquerda, põe os seus interesses próprios à frente dos interesses do país, já que não se unem numa luta que deveria ser conjunta.

Todos os políticos dizem que não há democracia sem partidos, mas no caso português é exactamente o contrário, nunca haverá democracia enquanto houver os partidos que temos. Os partidos impedem que a sociedade civil organize candidaturas independentes nas eleições legislativas, e impedem qualquer tentativa de se acabar com a corrupção.

Quando todos sabemos que a causa da crise em que nos encontramos é a corrupção, é chocante ver que nenhum partido, nenhum comentador politico (que seja politico) e muito poucos jornalistas falem de corrupção.

Nos debates que ocupam os canais televisivos, fala-se de tudo menos de corrupção. Os lóbis dos partidos estão bem organizados, e controlam com muita eficácia tudo o que passa nas televisões.

O Controle é tão bem feito, que até o movimento “que se lixe a troika” que não duvido, tenha as melhores intenções, se organiza em torno da luta contra a troika, quando se devia organizar em torno da exigência da criação de leis que incriminasse a corrupção, porque até a vinda da troika para portugal foi motivada pela corrupção e é em si um acto de corrupção, já que há um acordo secreto entre a troika e o estado português, em que o estado português paga juros muito mais altos à troika, em troca da troika deixar o estado português continuar a roubar dinheiro aos trabalhadores e aos reformados, para dar aos grandes grupos económicos.

Mas vejam aqui a opinião de alguns jornalistas (pouco conhecidos) pelo facto de não pactuarem com os grandes grupos económicos...

Assokapa



2013/08/26

Os ladrões estão no governo

Sabia que… alguns responsáveis pelas maiores fraudes, ilegalidades e roubos ao estado (dinheiro dos nosso impostos) tais como (BPN, parcerias público-privadas, contratos Swap e submarinos) estão neste momento no governo a decidir que destino dar ao dinheiro dos nossos impostos?

Antes eram escolhidos para formar governo, pessoas que não estavam envolvidas em crimes, e só se tornavam ladrões depois de serem eleitos. Hoje em dia é mesmo à descarada, e só são escolhidos para o governo ladrões credenciados, com curriculum e com provas dadas, para terem a certeza de que estão a entregar o nosso dinheiro a ladrões que nos roubam a favor de grandes grupos económicos.

Este governo tem ministros e secretários de estado ligados aos maiores roubos que se fizeram ao erário publico. Do BPN, aos contratos SWAP, passando pelas parcerias público-privadas e pela corrupção dos submarinos, há no governo ladrões para todos os gostos, e especializados nos diversos tipos de roubo de que temos sido e vamos continuar a ser vítimas. Se houvesse justiça neste país, maior parte dos ministros e secretários de estado deste governo estavam presos.

2013/08/09

Reformas dos políticos sem cortes

Sabia que… os ladrões do PSD e do CDS que estão no governo e que decidem o que fazer com o nosso dinheiro, vão cortar 10% em todas as pensões, e que ficam livres dos cortes as pensões dos políticos, dos juízes e dos diplomatas?

Comentário… Pois é, os ladrões dos políticos do PSD e do CDS que foram eleitos pelos portugueses através de um programa eleitoral mentiroso e fraudulento, com a cumplicidade do presidente da republica que deveria zelar pelo regular funcionamento das instituições, têm a lata de deixar de fora dos cortes, as reformas dos políticos.

Segundo os ladrões que estão no governo, as reformas dos políticos não são reformas, são subvenções vitalícias, e como tal não ficam abrangidos pelos cortes de 10%. Numa coisa eles têm razão, as subvenções vitalícias são diferentes das reformas na medida em que as reformas são normalmente miseráveis, e só podem ser atribuídas a quem já tenha pelo menos 65 anos de idade e mais de 30 anos de serviço, e as subvenções vitalícias andam na sua maioria entre os 5.000 e os 20.000 euros e são atribuídas pelos ladrões, aos ladrões que nunca descontaram na vida e que podem começar a ser recebidas em qualquer idade. Há ladrões com 45 anos a receber subvenções vitalícias.

Os chulos que nunca fizeram nada na vida senão roubar os cofres do estado (dinheiro de todo nós) e que recebem até morrerem 20.000€ (vinte mil euros) por mês (pagos por quem trabalha), não podem sofrer um corte de 10%. Como é que os coitadinhos iam viver apenas com 18.000€ por mês?

Mais uma vez os ladrões que nos roubam têm razão. O povo é tão estupido, que dá para tudo. Até já nos gozam dizendo que somos o melhor povo do mundo. Apesar de sermos escandalosamente roubados em mais de 10.000.000.000 (dez mil milhões de euros) todos os anos, segundo as sondagens, ainda há 65,2% de mentes brilhantes que votam nos ladrões que nos roubam há décadas. (PS 34,6%, PSD 25% e CDS 5,6%). Se os benificiários dos roubos são menos de 1% da população, é inacreditável que, depois de todos os roubos de que temos sido vitimas e de toda a informação disponível acerca desses roubos, 65,2% dos portugueses que votam, ainda estejam dispostos a entregar o nosso dinheiro a quem o tem roubado para dar aos grandes grupos económicos. Pelos vistos estamos a adorar ser escandalosamente roubados. Somos de facto “o melhor povo do mundo”. Que tristeza.

Assokapa

2013/08/06

Lei beneficia a corrupção

Sabia que… nos crimes de corrupção e conexos, os recursos apresentados pelos corruptos têm efeitos suspensivos sobre as penas e não têm efeitos suspensivos nos prazos de prescrição?

Comentário… Pois é, esta é a melhor prova de que os políticos são maioritariamente corruptos. Como são eles que fazem as leis, fazem-nas de forma a livrarem-se da prisão. Quando um corrupto é condenado em 1ª instância, interpõe recurso que lhe suspende a pena. Passados uns anos, se for condenado no Tribunal da Relação, mete outro recurso e livra-se novamente da prisão. Interpõe mais um recurso para o Supremo e se for condenado no Supremo ainda pode recorrer para o Constitucional. Com estes recursos todos que não têm efeitos suspensivos sobre os prazos de prescrição, o crime apesar de várias vezes condenado, prescreve e o ladrão pode ir roubar novamente para o governo ou para outro tacho qualquer

É por isto que os políticos corruptos não são presos. Se os políticos não fossem corruptos e quisessem combater a corrupção, bastaria fazer a lei ao contrário. Os recursos não tinham efeitos suspensivos nas penas e se fossem condenados aguardavam o recurso na prisão como qualquer outro cidadão, e uma vez apresentado um recurso, teria efeito suspensivo no prazo de prescrição, evitando assim que os crimes prescrevessem com a interposição de recursos.

Assokapa

2013/08/05

A crise foi provocada pela corrupção



O vice-presidente da Associação de Integridade e Transparência, Paulo Morais, garantiu hoje que a crise económica em Portugal não se deve ao facto de os portugueses terem vivido acima das suas possibilidades, mas aos fenómenos de corrupção.

"Há duas mentiras que têm sido repetidas na sociedade portuguesa: que os portugueses andaram a gastar acima das suas possibilidades e que não há alternativa à austeridade para expiarem os pecados (que não cometeram)", disse.

Segundo Paulo Morais, que falava sobre a "Origem da Crise" numa conferência sobre o modelo do Estado Social, promovida pela Escola Superior de Ciências Empresariais do Instituto Politécnico de Setúbal, "grande parte da divida pública e privada é fruto da corrupção e não dos alegados excessos dos portugueses".

Paulo Morais destacou o peso do caso BPN e das Parcerias Público-Privadas (PPP), entre outros, na dívida pública e lembrou que 68% da dívida privada é resultante da especulação imobiliária, salientando que só cerca de 15% da divida privada se pode atribuir aos alegados excessos dos portugueses.

Os resultantes 15% da divida privada, disse Paulo Morais, correspondem a todo o dinheiro disponível na banca para apoiar a economia portuguesa, que considerou insuficiente.

Para o antigo vereador do Urbanismo da Câmara do Porto, a verdadeira explicação para a crise em Portugal está nos fenómenos de corrupção na administração central e local, que têm permitido a "transferência de recursos públicos para grandes grupos económicos".

"Seis a sete por cento dos recursos do Orçamento de Estado vão para grandes grupos económicos", disse Paulo Morais, referindo o grupo Espírito Santo, o grupo Mello e o grupo Mota Engil, como alguns dos principais beneficiários.

"Em 2011, as PPP custaram 1.700 milhões de euros, ou seja, mais do dobro dos 799 milhões de euros que estavam previstos inicialmente", disse Paulo Morais, considerando incompreensível que tivesse havido um desvio com um custo superior ao preço que estava inicialmente previsto.

"O que o Estado pagou a mais às PPP só é possível porque a sede da política - Assembleia da República - está transformada num centro de negócios", disse.

Como exemplo da gestão danosa dos dinheiros públicos, Paulo Morais referiu uma fórmula de cálculo inserida no contrato de uma PPP, numa auto-estrada em Viana do Castelo, em que o concessionário paga multas, ou recebe prémios do Estado, em função da taxa de sinistralidade.

"Se a sinistralidade aumentar 10%, o concessionário tem de pagar uma multa de 600 mil euros, mas, se houver uma redução de 10% na sinistralidade, o Estado tem de pagar à empresa 30 milhões de euros", disse. "Quem assinou o contrato, só por isso, devia estar preso", sentenciou.

Referindo-se à nacionalização do BPN, Paulo Morais lembrou que o anterior governo socialista nacionalizou apenas os prejuízos, que estão a ser pagos pelo povo português, e permitiu que os acionistas da SLN - Sociedade Lusa de Negócios (agora com o nome Galilei), detentora do banco, ficasse com os ativos e com todas as empresas lucrativas.

Paulo Morais garantiu, no entanto, que "se houver vontade política e se a justiça atuar como deve, o Estado ainda pode recuperar três ou quatro mil milhões de euros, através dos ativos do grupo Galilei e das contas bancárias dos principais acionistas".

A aquisição de dois submarinos à Alemanha é, segundo Paulo Morais, mais uma caso de "corrupção comprovada", não pelos tribunais portugueses, mas pelos tribunais da Alemanha.

"Na Alemanha há pessoas [acusadas de corrupção] a dormirem todos os dias na cadeia", disse.

Paulo Morais (vice-presidente da Associação de Integridade e Transparência)

Fonte: http://www.dn.pt/inicio/economia/interior.aspx?content_id=3197635&page=-1