Lutar, até que o povo acorde. Neste blog publicarei as minhas opiniões e a de outros com as quais concorde. Denunciarei as injustiças e a corrupção de forma simples e pragmática para que os mais desatentos entendam a forma como somos roubados, por quem e para quem. Fá-lo-ei de forma anónima, usando o mesmo principio do voto secreto, e porque quero poder dizer o que penso sem condicionalismos de espécie nenhuma. Embora pensemos que vivemos num país democrático, o certo é que cada vez mais somos controlados pelos poderes e corporativismos instalados, que não olham a meios para atingir os fins.

É importante saber que não tenho partido, religião, clube ou qualquer outra doutrina ou forma de associativismo que condicione a minha forma de pensar. Tento estar atento ao que me rodeia e pauto-me pela independência, imparcialidade, justiça e bom censo.

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2015/12/24

A prova de que a desculpa do resgate dos bancos são apenas o roubo dos nossos impostos

Para quem não percebeu o que se passou no Banif, eu explico de forma simples.

Como a Europa vai proibir que os estados possam usar o dinheiro dos contribuintes para "salvar" bancos, os banqueiros e os políticos só poderiam roubar o dinheiro dos nossos impostos com esta desculpa, até ao fim do ano. Assim, aproveitaram para roubarem mais 3.600 milhões de euros enquanto era possível.

Vão continuar a roubar, nas parcerias público-privadas, nas rendas fixas para as empresas dos amigos, nas isenções de IMI a quem tem muitas casas e de todas as outras formas com que nos têm roubado até aqui, mas com a desculpa de salvar bancos, já não vai dar mais.

Roubar com a desculpa de que é para salvar a economia é muito vantajoso porque se rouba muito de cada vez. Para se roubar 3.600 milhões de euros numa parceria público-privada, ainda leva uns 3 anos, e para “salvar” os bancos rouba-se a mesma verba de um dia para o outro. No BPN foram roubados 7.000 milhões, no BPP mais uns 2.000 milhões, no BES mais 5.000 milhões, e agora mais 3.600 milhões.

Com a desculpa de “salvar” bancos, já nos roubaram 17.600 milhões de euros. Para quem não imagina o que são 17.600 milhões de euros, são 35 submarinos já com corrupção incluída, ou 25 pontes Vasco da Gama, também com corrupção incluída.

Se o objectivo dos políticos não fosse roubar o dinheiro dos nossos impostos, logo a seguir ao BPN, teriam mudado as leis no sentido de não permitir que voltasse a acontecer. Como depois do BPN não se alterou nada e tudo ficou na mesma, fica provado que a intenção dos políticos era que se pudesse repetir o roubo mais vezes. E foi o que aconteceu. Depois do BPN, veio o BPP, depois o BES e depois o Banif. O descaramento é tanto que para o Banif já fomos roubados duas vezes.

Para evitar ter que emprestar mais dinheiro para cobrir os assaltos aos bancos, o BCE criou esta nova lei que vai entrar em vigor em 2016, que proíbe o roubo do dinheiro dos nossos impostos por parte do governo, com a desculpa de que é para “salvar” bancos. O BCE percebeu que com políticos ladrões como temos, e com um povo burro que tudo permite, se não fossem eles a travar estes assaltos sistemáticos ao dinheiro do nossos impostos, o BCE teria que nos emprestar dinheiro indefinidamente.

Os políticos roubam, o BCE empresta, e o povo fica a dever. O BCE tem sido cúmplice destes assaltos, porque lhe interessa que Portugal tenha uma divida alta, mas como isso já foi conseguido, já não lhe interessa estar a pagar os roubos da banca indefinidamente.

2015/12/17

A Campanha das presidenciais e os outdoors

A desproporcionalidade e desigualdade de condições que cada candidato tem à sua disposição é  assustadoramente antidemocrática e uma vergonha nacional a que estes políticos corruptos que nos têm governado sujeitam o país e os cidadãos.

Deveria ser proibido os partidos poderem apoiar os candidatos quer ideologicamente como monetariamente. A escolha de um Presidente da República deveria ser uma escolha livre de cada cidadão e não deveríamos ser condicionados na nossa escolha do presidente da república.

Mas como vivemos numa sociedade maioritariamente corrupta, profundamente antidemocrática no que toca às nossas escolhas políticas, assiste-se a esta palhaçada, com o desperdício completamente desnecessário do nosso dinheiro, e com a degradante e vergonhosa "venda" dos candidatos em outdoors como se fossem um qualquer detergente para a loiça.

Em vez deste vergonhoso desperdício do nosso dinheiro, os media deveriam convidar os candidatos que tivessem a sua candidatura oficializada a exporem as suas ideias e entrevistados de seguida, com igualdade de tempos de antena. Os cidadãos ouviam os candidatos e escolhiam em consciência aquele em quem desejariam votar.

O mais revoltante, é que somos todos nós que pagamos os milhões de euros gastos em milhares de outdoors espalhados pelo país, a candidatos que nem sequer apoiamos. Como são os partidos que pagam as campanhas de alguns candidatos que apoiam, e como é o dinheiro dos nossos impostos que alimentam os partidos políticos, estamos nós a pagar a publicidade a candidatos que não queremos ver de todo como presidentes da república. Como se isso não bastasse, temos que ser massacrados com esta poluição visual e degradante de ver os cúmplices da corrupção instalada num enorme outdoor virar de cada esquina.

A grande lufada de ar fresco, são os candidatos honestos como o Dr. Paulo de Morais, que faz uma campanha sem desperdício de dinheiros, o único que diz de forma transparente onde vai buscar o dinheiro para a sua campanha, verdadeiramente independente, e que tem como principal objectivo da sua candidatura, acabar com a corrupção e a mentira na politica, fazer cumprir a Constituição e dignificar as instituições democráticas. (que bem precisam).

2015/12/15

A entrevista de Sócrates

Vi a entrevista de José Sócrates que me deixou muito decepcionado. A única vantagem que a entrevista teve, foi mostrar a culpabilidade de Sócrates. Fiquei muito desiludido com José Alberto de Carvalho que tinha como jornalista independente e que me decepcionou ao permitir fazer uma entrevista com perguntas combinadas. Se assim não fosse, deveriam ter sido feitas as muitas perguntas que todos nós gostaríamos de ver respondidas. Perguntas essas que nem sequer foram feitas. O que interessa aos portugueses, é que Sócrates esclareça os portugueses em relação aos factos que ninguém entende, e não ver uma entrevista da treta apenas para ajudar Sócrates a fazer-se de vítima, e desviar as atenções do que realmente interessa ver esclarecido.

O lado bom da entrevista, foi ver confirmada a culpabilidade de Sócrates. Se os factos de que acusam Sócrates, fossem mentira, seria ele o primeiro interessado em esclarecê-los perante a opinião pública, e ficou provado que não só não esteve interessado em esclarecê-los como passou esta primeira parte da entrevista a dizer coisas que toda a gente já sabe. Toda a entrevista serviu para Sócrates acusar a acusação e os juízes, e fazer passar a ideia de que foi incriminado por vingança pessoal e para prejudicarem o PS.

José Alberto de Carvalho, foi completamente “enrolado” ou cúmplice de Sócrates, permitindo que Sócrates brincasse com as palavras e gozasse com a cara dele e de todos os portugueses inteligentes, sendo-lhe permitido várias vezes, que enfiasse os pés pelas mãos sem ser confrontado com as incoerências expostas. Diz ele que foi presente ao juiz apenas para se identificar, mas esteve lá dentro umas 8 horas. Mentiu descaradamente, com a conivência ou a incompetência do entrevistador.

Quando Sócrates diz que a sua detenção prejudicou o PS, é verdade, mas foi a sua corrupção que prejudicou o PS e não ele ser injustamente acusado para prejudicar o PS. É bem diferente. Outra coisa que José Alberto deixou passar em branco, foi Sócrates dizer que não é crime adjudicar trabalhos ao grupo Lena, e que os governos anterior e o posterior ao seu governo também adjudicaram trabalhos ao grupo Lena. Não é crime adjudicar trabalhos ao grupo Lena, o que é crime, é receber milhões de euros dos administradores do grupo Lena, quando se fizeram adjudicações de muitos milhões ao grupo Lena. Sócrates diz que Passos Coelho também adjudicou trabalhos ao grupo Lena, a única diferença, é que Santos Silva não paga as contas de Passos Coelho nem da sua família.

A segunda parte da entrevista vai ser passada amanhã, e espero que desta vez façam as perguntas incómodas e que todos os portugueses honestos querem ver esclarecidas.

Como é que Sócrates fez uma vida de luxo em Paris se não tinha rendimentos para isso?

Se o dinheiro que passa de Santos Silva para Sócrates é legal e legítimo, porque é que as entregas são feitas em dinheiro e às escondidas, e porque é que quando são transferências bancárias, têm que andar a saltar de conta em conta, entre familiares e amigos dos dois até finalmente chegarem a Sócrates?

Porque é que a conta em nome de Santos Silva só é movimentada por Sócrates? Todo o dinheiro que sai da conta, é para pagar despesas de Sócrates, do filho e da ex-mulher. É Santos Silva que paga as prestações da quinta que a ex-mulher de Sócrates tem no Alentejo.

Todos gostávamos de ver estas e muitas outras perguntas respondidas por Sócrates.

2015/12/07

Mentiras e mitos

Os partidos de extrema direita PSD/CDS, têm o mau habito de repetir mentiras até que se tornem verdade nas cabecinhas dos menos informados. Como os media estão nas mãos de grandes grupos económicos e todas as noticias são controladas, estes mitos que se cravam na nossa sociedade, são repetidos até que uma grande parte das pessoas acreditem que são verdade.

Das muitas mentiras que foram sendo repetidas até à exaustão pelos partidos de extrema direita, estão, entre muitas outras, que os portugueses gastaram acima das suas possibilidades, (quando hoje sabemos que fomos roubados acima das nossas possibilidades), que a segurança social não é sustentável, (quando hoje sabemos que a segurança social tem sido descapitalizada para fazer frente a outros gastos), que as empresas publicas que são vendidas ao desbarato, dão prejuízo, (quando todos nós sabemos que ninguém compra uma empresa que dá prejuízo) ou a pior de todas, que os bancos vão à falência (quando todos sabemos que são roubados pelos seus administradores, que fazem empréstimos aos amigos sem garantias bancárias, que nunca são pagos). São mentiras fáceis de desmontar, mas como são repetidas até à exaustão por todos os aldrabões e divulgadas pelos media repetidamente, acabam por se tornarem dados adquiridos numa sociedade inculta e que se limita a acreditar no que ouve nos media.

A mentira que agora tentam passar, é que não há dinheiro para que a maioria de esquerda consiga cumprir as suas promessas eleitorais. Para fazer cumprir as promessas da maioria de esquerda, dizem os entendidos que precisaríamos de 1.100 milhões de euros. Quatro vezes mais do que isso (4.100 milhões de euros), foi exactamente o que o governo anterior gastou em benefícios fiscais que ofereceu aos grandes grupos económicos e às empresas dos amigos. Ou seja, para se poder devolver o que foi roubado aos trabalhadores e pensionistas, aumentar substancialmente o ordenado mínimo, reduzir o IVA e melhorar a vida dos portugueses, basta que os grandes grupos económicos que se fartam de ter lucros, paguem os seus impostos como qualquer outra empresa ou cidadão.

Para além disto, o governo anterior ofereceu isenção de IMI aos excêntricos que têm muitas casas. Os fundos imobiliários e os bancos não pagam IMI. Se acabassem essas isenções, o estado arrecadava mais 5.000 milhões de euros. Ou seja, se os excentricamente ricos começassem a pagar o IMI que qualquer familia paga, teríamos dinheiro para melhorar substancialmente os cuidados de saúde prestados aos portugueses e sem pagar taxas moderadoras. Sabendo que gastamos anualmente 7.000 milhões de euros no Serviço Nacional de Saúde, imaginem como poderia aumentar substancialmente o orçamento da saúde se os fundos imobiliários pagassem os seus impostos como qualquer cidadão.

É mentira que não haja dinheiro para melhorar a vida aos portugueses, o que acontece é que os politicos corruptos dos partidos de extrema direita (PSD/CDS), roubaram os trabalhadores e reduziram o orçamento do estado social para dar esse dinheiro aos grandes grupos económicos, em isenções e perdões fiscais, em apoios aos bancos privados e no aumento das parcerias publico-privadas, em vez de acabar com as existentes. Na prática, os partidos corruptos de extrema direita roubam aos pobres para dar aos ricos, que são quem os financia e para quem eles realmente trabalham.

Não só não é preciso mais dinheiro para se cumprir as promessas eleitorais da maioria de esquerda e melhorar a vida dos portugueses, como ainda se pode poupar muito dinheiro se os grandes grupos económicos e os ricos começarem a pagar impostos como qualquer outro cidadão. Vamos ver como vai lidar o PS com estas injustiças sociais deixadas pelo governo de extrema direita.

2015/10/23

Radicalismos selvagens

Um dia destes ouvi o radical de extrema-direita Daniel Proença de Carvalho dizer que o PCP e o Bloco de esquerda são partidos de extrema-esquerda. Esta afirmação qualifica quem a profere. Só um radical de extrema-direita pode considerar extremistas, partidos que se preocupam com a sobrevivência de pessoas indefesas, roubadas, espoliadas e completamente abandonadas pelo governo de extrema-direita do seu país. Como se pode chamar de extrema-esquerda, partidos que lutam contra as desigualdades, e pelos direitos dos cidadãos?

Partidos radicais de extrema-direita, são os partidos de coligação PSD/CDS que roubam o dinheiro dos nossos impostos que deveria servir para cobrir as despesas do estado social. Um governo composto por selvagens radicais, que deixam os seus cidadãos e famílias sem trabalho, sem casa, sem comida e sem qualquer outra fonte de rendimento ou qualquer tipo de subsidio, para com esse dinheiro subsidiarem bancos, grandes grupos económicos que pagam ordenados de centenas de milhares de euros mensais a militantes e antigos governantes ou milhões de euros às firmas de advogados dos amigos, para criarem leis que deveriam ser criadas na assembleia de republica. E são essas leis, que dificultam a criminalização dos corruptos, já que são leis encomendadas por corruptos, e feitas à medida por advogados corruptos e sem escrúpulos, para branquearem e legalizarem os roubos a que estamos todos sujeitos.

radicais, extremistas e autênticos terroristas, são os partidos responsáveis pela morte de milhares de cidadãos que morrem por falta de cuidados de saúde, ou que se suicidam por não terem forma de dar comida aos seus filhos ou pagar as suas dívidas, e que são despejados das suas casas. Radicais de extrema-direita, são os partidos do governo, que aumentam selvaticamente os impostos aos cidadãos que trabalham, para isentarem de impostos, os bancos, os fundos imobiliários e os ricos. Radicais de extrema-direita são os traidores que deram as empresas públicas aos amigos, a quem lhes pagou comissões e lhes prometeu lugares na administração das empresas que beneficiaram, como é costume em Portugal.

2015/10/20

O BES não faliu... foi assaltado. Agora nós pagamos.

 Quando os ladrões que administravam o BES perceberam que se, à semelhança do BPN, sacassem todo o dinheiro que estava no banco e o levassem para contas offshore, seriamos todos nós a cobrir o prejuízo por ordem do Passos Coelho, não perderam tempo e depositá-lo noutros bancos.

Se isto não fosse verdade, o governo já tinha seguido o rasto do dinheiro, e já o teria confiscado. Mas como eles distribuem o lucro entre todos os envolvidos, o povo paga e não se fala mais nisso.

2015/09/16

Algo de estranho se está a passar na Europa

Há duas situações que não fazem sentido nesta vaga de refugiados e na resposta europeia a esta situação:

1 - não se entende porque é que os refugiados, fugindo da guerra, arriscando a vida numa travessia perigosa, não o fazem para países seus vizinhos, como a Jordânia ou Arábia Saudita bem mais ricos que os países da Europa, onde se fala a mesma língua, e com quem partilham os mesmos costumes culturais e a mesma religião. Não faz sentido nenhum, quererem vir para países onde não se entende sequer o que eles dizem e onde não se aceita nem se compreende os antidemocráticos radicalismos da religião Islâmica. Mais estranho ainda quando se sabe que a Europa está instável, em crise e com problemas entre países ricos e países pobres.

2 - a segunda situação incompreensível, é o facto de os partidos de direita que sempre foram contra o abrir de portas aos emigrantes, estejam agora tão solidários com esta vaga de refugiados. Normalmente, são os partidos de esquerda que são solidários para com os emigrantes e sempre tolerantes com estes movimentos. Tanto em Portugal como no resto da Europa os partidos de direita têm sempre um discurso xenófobo, prometendo ao seu eleitorado fechar a porta ou mesmo expulsar emigrantes nos seus países. Sendo os actuais governos europeus maioritariamente de direita, não se entende esta surpreendente mudança de atitude. Nunca se tinha visto governantes e políticos de direita, defenderem emigrantes ou refugiados, e pior, em quantidades industriais, que devido ao facto de se reproduzirem rapidamente, e de quererem impor as suas leis religiosas, chegam ao ponto de pôr em causa a nossa identidade cultural e a própria democracia. Mais estranho ainda, o facto de em alguns países europeus, os respectivos governos de direita oferecerem aos refugiados, condições de vida que não dão aos seus nacionais.

A única explicação plausível para compreender estas situações aparentemente inexplicáveis, é haver interesses ocultos de desestabilizarão da Europa. Da parte do Islamismo já conhecemos a pretensão de invadir a Europa, o que é estranho é ver os governos europeus de direita mudarem completamente de linhas ideológicas em relação a emigrantes e refugiados, e permitirem ou serem cúmplices desta desestabilizarão da Europa e este ataque à democracia, que já se verifica em alguns países da Europa, com manifestações de muçulmanos contra o ocidente em geral, contra a democracia, desejando a morte a quem não segue as leis religiosas do Islão. Só se entende esta mudança de paradigma dos governos europeus de direita, pelo facto de receberem ordens superiores.

Embora na Alemanha e em muitos outros países da Europa não se note tanto como aqui, porque nesses países os nacionais ainda não perderam as suas casas e ainda vão tendo dinheiro para comer, o facto é que em Portugal são retiradas as casas aos portugueses, que depois são dadas aos refugiados. Como é possível que o governo português ajude os refugiados com casa, comida e dinheiro, quando há cidadãos e famílias portuguesas a viverem na rua e a passarem fome sem qualquer rendimento ou apoio do estado? É preciso não ter vergonha nenhuma na cara, para o governo alemão exigir e o governo português aceitar esta situação.

Conhecendo a submissão dos governos de direita aos “donos do poder”, sejam eles os “mercados”, os “Bilderbergs” ou qualquer outro poder oculto que comanda a Europa, tudo leva a querer que esta islamização da Europa é desejada pelos donos do poder, que matam dois coelhos com uma porrada só. Por um lado retiraram os habitantes dos países ricos em petróleo que ficam assim sem os legítimos donos, deixando essa riqueza para quem for combater e retirar o estado Islâmico desses países, e por outro, controlar a Europa através da sua islamização. As democracias e a cultura democrática são um problema para quem deseja dominar o mundo, e nada melhor que substituir as democracias por ditaduras religiosas desejadas pelos controlados. Todos conhecemos a felicidade com que os muçulmanos vivem sob uma ditadura de fanatismo religioso, a facilidade com que se reproduzem, e como estão dispostos a dar a vida para implementar e impor os seus costumes religiosos em todo o mundo. Quando os muçulmanos forem mais de 50% da população europeia e acabarem com as democracias europeias, basta controlar o seu líder religioso para controlarem toda a Europa.

Ninguém acredita que se o ocidente quisesse acabar com o estado Islâmico não o teria já feito. O estado Islâmico é formado por uns poucos milhares de guerrilheiros que não têm aviação, nem marinha, nem armamento que se possam comparar ao armamento possuído pelos EUA ou pelos países europeus. O estado Islâmico é armado pelo ocidente e faz o trabalho sujo do ocidente, matando ou escorraçando as populações dos países que o ocidente desestabilizou para deitar a mão ao petróleo. Quando o trabalho estiver feito, os EUA entram lá e acabam com os “maus” da fita, e ficam com o petróleo. A Europa vai viver em convulsão social até estar completamente islamizada, como já se está a verificar em muitos países da Europa.

2015/09/08

O Problema dos refugiados

Tenho visto publicações no facebook a avisar do perigo de receber muçulmanos em massa, onde se mostra como são um povo bárbaro, fanaticamente religiosos, e outros, que apelam à nossa solidariedade.

Este tema dos refugiados é bastante complexo. E há várias maneiras de ver o problema. Quem é a favor só vê o lado bom e quem é contra só vê o lado mau. Mas se olharmos para este problema sem preconceitos, podemos ver claramente os dois lados. Até porque estamos a falar de pessoas, e como tal, há pessoas boas, com boas intenções e há pessoas más, ou sofridas, a quem o ocidente já lhes tirou tudo e nada têm a perder.

Os dois extremos são os seguintes: Por um lado, devemos ser solidários com estes povos que não têm a culpa do que está a acontecer no país deles, e acolhê-los da melhor forma que nos for possível, integrando-os na nossa sociedade. por outro, não podemos esquecer que a experiência nos mostra que muitos deles são fanáticos, e não só querem viver no ocidente e com boas condições de vida, como querem mudar a nossa forma de vida, os nossos hábitos e costumes, e querem impor os deles.

Estupidamente não percebem que ou vivemos num regime democrático e tolerante, e podemos ter uma sociedade desenvolvida e ordenada, com liberdade de expressão e as liberdades individuais de uma sociedade democrática, ou vivemos num fanatismo religioso, em que todos são obrigados a determinadas regras, e aí a sociedade transforma-se numa ditadura onde não há desenvolvimento, nem liberdade individual.

Se é de regimes totalitários e violentos que fogem, não faz sentido que queiram trazer para a nossa sociedade, o fanatismo religioso que transforma a sociedade naquilo que os faz fugir dos países deles.

É evidente que se vierem para cá em massa e se se reproduzirem a uma taxa muito superior à nossa, em pouco tempo quando eles forem mais de 50% da população europeia, nós somos comidos vivos se não nos submetermos à religião e às regras deles. Até porque como países democráticos que somos, vamos dar-lhes a oportunidade de eleger lideres através do voto, e não tenham duvidas que vamos ficar em minoria.

Na minha opinião, devemos acolher os que quiserem cá ficar, que venham por bem, e vivendo de acordo com as nossas regras democráticas, mas devemos ser rigorosos e exigentes, no sentido de não os deixarmos impor-nos o seu fanatismo religioso, como já se verifica em muitos países da Europa.

Quem quer viver numa sociedade tolerante, livre e democrática, tem que ser tolerante, livre e democrata.

Mas não tenho duvidas, que devido à diferença das civilizações das duas culturas e religiões, a melhor forma de os ajudarmos, é ajudarmos a que criem condições nos seus países, para que vivam em harmonia, de forma democrática e livre.

Já agora deixo uma perguntinha inocente... Porque razão é que estes refugiados arriscam a vida atravessando o mediterrâneo em condições perigosíssimas para vir viver para a Europa, quando têm ali mesmo ao lado e sem mar a separar, países bem mais ricos que os da Europa, onde se fala a mesma lingua e onde se partilham os costumes e até a religião? Será que não haverá manipulação nestas migrações sem sentido? Será que as cabecinhas pensadoras dos governantes europeus não pensam nisto? Será que podemos confiar nos palhaços que governam a Europa?

2015/05/30

A mentira repetida pelo governo de que a segurança Social não é sustentável

Acabei de ver o governo sombra e fiquei chocado com uma afirmação da cebecinha pensadora do João Miguel Tavares que disse com toda a convicção que toda a gente sabe que a segurança social é insustentável.

Ele disse aquilo com tanta convicção que me faz pensar que ele acredite mesmo no que está a dizer, ao contrário dos burlões do governo que apesar de o dizerem, sabem que é mentira. É uma mentira repetida tantas vezes que as cabecinhas pensadoras acabam por acreditar.

É claro que toda a gente que é inteligente e pensa, sabe que a segurança social não só é sustentável como tem contribuído para pagar tudo o que o governo se lembra de lá ir roubar. É tão sustentável, que até os banqueiros com reformas de centenas de milhares de euros mensais, também lá vão mamar.

Se a segurança social não é sustentável, apesar de ter milhões de pessoas a contribuírem todos os meses, será que o resgate a bancos que não contribuem para nada, será sustentável?

É engraçado como as cabecinhas pensadoras da direita, só acham que não é sustentável e estado social para o povo, porque o estado social para salvar bancos, empresas privadas dos amigos dos governantes e para dar isenções de impostos a ricos, bancos e grandes multinacionais é sempre sustentável.

Se um dia a segurança social deixar de ser sustentável, o estado só tem que lá pôr o as verbas que lá tem ido roubar há décadas para tudo e mais alguma coisa, e se um dia for preciso, só tem que suportar todos os custos que forem necessários, à semelhança do que faz com os bancos que são privados, e nunca descontaram para um fundo de resgate a bancos. Isso é que não é certamente sustentável.