Lutar, até que o povo acorde. Neste blog publicarei as minhas opiniões e a de outros com as quais concorde. Denunciarei as injustiças e a corrupção de forma simples e pragmática para que os mais desatentos entendam a forma como somos roubados, por quem e para quem. Fá-lo-ei de forma anónima, usando o mesmo principio do voto secreto, e porque quero poder dizer o que penso sem condicionalismos de espécie nenhuma. Embora pensemos que vivemos num país democrático, o certo é que cada vez mais somos controlados pelos poderes e corporativismos instalados, que não olham a meios para atingir os fins.

É importante saber que não tenho partido, religião, clube ou qualquer outra doutrina ou forma de associativismo que condicione a minha forma de pensar. Tento estar atento ao que me rodeia e pauto-me pela independência, imparcialidade, justiça e bom censo.

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2016/01/31

Os governos portugueses violam sistematicamente a Constituição Portuguesa

Sabia que... Os governos portugueses violam sistematicamente a Constituição Portuguesa

Pensamos que vivemos numa democracia e que temos uma imprensa livre, mas de facto não é verdade. Na recente campanha eleitoral para as presidenciais de 2016, o candidato Paulo de Morais denunciou várias violações à Constituição da República Portuguesa, que foram sistematicamente abafadas durante a campanha e que passadas as eleições nunca mais se ouviram falar.

Os chamados comentadores políticos, que não são mais do que fazedores de opinião e os chamados jornalistas, que são controlados como se marionetas se tratassem, não só não falam sobre o assunto como não interrogam os actores políticos sobre essas violações alarmantes da Constituição Portuguesa.

Essas violações Constitucionais que beneficiam os grandes grupos económicos e os excentricamente ricos deste país e que não pagam impostos, têm como cúmplices os políticos dos partidos que têm estado no poder nas últimas décadas, os deputados eleitos para fiscalizarem o governo em nome do povo, e pior ainda, de todos os presidentes da republica, que jurando defender, cumprir e fazer cumprir a Constituição da República Portuguesa, permitem que a Constituição seja brutalmente violada como se nada fosse.

Entre as denúncias feitas por Paulo de Morais, estão o facto de a Constituição Portuguesa determinar que o Estado tem que garantir um ensino básico universal obrigatório e gratuito e no entanto uma família que tenha um filho a estudar no 9º ano só em livros escolares gasta cerca de 400 euros por ano.

Outra violação gritante da Constituição é a desproporcionalidade no pagamento de impostos. Em Portugal, e contra o que dita a Constituição, quem tem pouco património paga IMI, e quem tem muito património está isento de IMI.

2016/01/15

Francisco Louçã do lado dos corruptos

Ataque a Paulo de Morais

Sempre tive grande apreço por Francisco Louçã, e nunca pensei ser possível ver Louçã atacar quem ataca a corrupção ou tentar branquear a corrupção com a argumentação habitualmente usada pelos corruptos.

Há duas formas de ver a corrupção, ou à luz da definição do que é a corrupção, (O uso de um poder publico delegado para beneficio próprio ou de terceiros) ou à luz da lei feita por corruptos, que tentam através da lei, dificultar a identificação e a obtenção de prova para o crime de corrupção. Assim, uma coisa é a corrupção em si, outra é aquilo a que a lei (feita por corruptos) identifica como corrupção.

O que os corruptos ou quem os defende fazem, e Francisco Louça está a fazer, é usar a definição da lei para identificar a corrupção, quando todos sabemos que à luz da lei só é considerada corrupção quando se consegue obter um determinado tipo de provas, obtidas em determinadas condições, e que sejam aceites pelo tribunal como prova, para que um caso claro de corrupção, seja efectivamente considerado pela lei portuguesa como corrupção.

O que acontece, é que segundo a lei portuguesa, actos de pura corrupção não são considerados corrupção, e são considerados incompetência ou actos de má gestão para que os corruptos não possam ser condenados por corrução. Os contratos das parcerias público-privadas que não são mais do que uma forma de roubar dinheiro ao estado, perante a lei é legal, porque a lei permite que estes roubos sejam realizados de forma legal.

Um caso paradigmático e que ilustra bem o que explico acima, é o caso dos submarinos que é claramente um caso de corrupção com provas apresentadas e com condenações na Alemanha e na Grécia, com a prisão dos envolvidos, à luz da lei portuguesa não é considerado um caso de corrupção e foi arquivado por falta de provas, porque a lei portuguesa não aceita como provas, as provas que são aceites noutros países. Ou seja, um caso de pura corrupção, segundo a lei portuguesa não é corrupção. Assim, segundo a argumentação de Francisco Louça e que tem sido a argumentação dos corruptos e seus beneficiários, o caso dos submarinos não é um caso de corrupção porque a lei português assim o diz.

Paulo de Morais não é investigador nem polícia, e o que ele faz é o que todos os portugueses deviam fazer (Francisco Louçã incluído) que é denunciar a corrupção no ministério público, e esperar que o ministério publico investigue a acuse os envolvidos. Se os casos são arquivados, não é culpa de Paulo de Morais.

Francisco Louçã deve estar a pagar o facto do Bloco de Esquerda o ter indicado para o Concelho de Estado, e como é impossível arranjar algo contra Paulo de Morais, acaba por fazer uma triste figura ao tentar iludir os portugueses, utilizando a argumentação que costuma ser utilizada pelos corruptos. Nunca pensei ser possível, ver Francisco Louçã, atacar quem ataca a corrupção ou tentar branquear a corrupção apenas por uma questão de concorrência politica. Ou foi só agora que Francisco Louçã conheceu a acção de Paulo de Morais?

https://www.facebook.com/groups/paulo.morais.a.presidente.da.republica/

2015/12/24

A prova de que a desculpa do resgate dos bancos são apenas o roubo dos nossos impostos

Para quem não percebeu o que se passou no Banif, eu explico de forma simples.

Como a Europa vai proibir que os estados possam usar o dinheiro dos contribuintes para "salvar" bancos, os banqueiros e os políticos só poderiam roubar o dinheiro dos nossos impostos com esta desculpa, até ao fim do ano. Assim, aproveitaram para roubarem mais 3.600 milhões de euros enquanto era possível.

Vão continuar a roubar, nas parcerias público-privadas, nas rendas fixas para as empresas dos amigos, nas isenções de IMI a quem tem muitas casas e de todas as outras formas com que nos têm roubado até aqui, mas com a desculpa de salvar bancos, já não vai dar mais.

Roubar com a desculpa de que é para salvar a economia é muito vantajoso porque se rouba muito de cada vez. Para se roubar 3.600 milhões de euros numa parceria público-privada, ainda leva uns 3 anos, e para “salvar” os bancos rouba-se a mesma verba de um dia para o outro. No BPN foram roubados 7.000 milhões, no BPP mais uns 2.000 milhões, no BES mais 5.000 milhões, e agora mais 3.600 milhões.

Com a desculpa de “salvar” bancos, já nos roubaram 17.600 milhões de euros. Para quem não imagina o que são 17.600 milhões de euros, são 35 submarinos já com corrupção incluída, ou 25 pontes Vasco da Gama, também com corrupção incluída.

Se o objectivo dos políticos não fosse roubar o dinheiro dos nossos impostos, logo a seguir ao BPN, teriam mudado as leis no sentido de não permitir que voltasse a acontecer. Como depois do BPN não se alterou nada e tudo ficou na mesma, fica provado que a intenção dos políticos era que se pudesse repetir o roubo mais vezes. E foi o que aconteceu. Depois do BPN, veio o BPP, depois o BES e depois o Banif. O descaramento é tanto que para o Banif já fomos roubados duas vezes.

Para evitar ter que emprestar mais dinheiro para cobrir os assaltos aos bancos, o BCE criou esta nova lei que vai entrar em vigor em 2016, que proíbe o roubo do dinheiro dos nossos impostos por parte do governo, com a desculpa de que é para “salvar” bancos. O BCE percebeu que com políticos ladrões como temos, e com um povo burro que tudo permite, se não fossem eles a travar estes assaltos sistemáticos ao dinheiro do nossos impostos, o BCE teria que nos emprestar dinheiro indefinidamente.

Os políticos roubam, o BCE empresta, e o povo fica a dever. O BCE tem sido cúmplice destes assaltos, porque lhe interessa que Portugal tenha uma divida alta, mas como isso já foi conseguido, já não lhe interessa estar a pagar os roubos da banca indefinidamente.

2015/12/17

A Campanha das presidenciais e os outdoors

A desproporcionalidade e desigualdade de condições que cada candidato tem à sua disposição é  assustadoramente antidemocrática e uma vergonha nacional a que estes políticos corruptos que nos têm governado sujeitam o país e os cidadãos.

Deveria ser proibido os partidos poderem apoiar os candidatos quer ideologicamente como monetariamente. A escolha de um Presidente da República deveria ser uma escolha livre de cada cidadão e não deveríamos ser condicionados na nossa escolha do presidente da república.

Mas como vivemos numa sociedade maioritariamente corrupta, profundamente antidemocrática no que toca às nossas escolhas políticas, assiste-se a esta palhaçada, com o desperdício completamente desnecessário do nosso dinheiro, e com a degradante e vergonhosa "venda" dos candidatos em outdoors como se fossem um qualquer detergente para a loiça.

Em vez deste vergonhoso desperdício do nosso dinheiro, os media deveriam convidar os candidatos que tivessem a sua candidatura oficializada a exporem as suas ideias e entrevistados de seguida, com igualdade de tempos de antena. Os cidadãos ouviam os candidatos e escolhiam em consciência aquele em quem desejariam votar.

O mais revoltante, é que somos todos nós que pagamos os milhões de euros gastos em milhares de outdoors espalhados pelo país, a candidatos que nem sequer apoiamos. Como são os partidos que pagam as campanhas de alguns candidatos que apoiam, e como é o dinheiro dos nossos impostos que alimentam os partidos políticos, estamos nós a pagar a publicidade a candidatos que não queremos ver de todo como presidentes da república. Como se isso não bastasse, temos que ser massacrados com esta poluição visual e degradante de ver os cúmplices da corrupção instalada num enorme outdoor virar de cada esquina.

A grande lufada de ar fresco, são os candidatos honestos como o Dr. Paulo de Morais, que faz uma campanha sem desperdício de dinheiros, o único que diz de forma transparente onde vai buscar o dinheiro para a sua campanha, verdadeiramente independente, e que tem como principal objectivo da sua candidatura, acabar com a corrupção e a mentira na politica, fazer cumprir a Constituição e dignificar as instituições democráticas. (que bem precisam).

2015/12/15

A entrevista de Sócrates

Vi a entrevista de José Sócrates que me deixou muito decepcionado. A única vantagem que a entrevista teve, foi mostrar a culpabilidade de Sócrates. Fiquei muito desiludido com José Alberto de Carvalho que tinha como jornalista independente e que me decepcionou ao permitir fazer uma entrevista com perguntas combinadas. Se assim não fosse, deveriam ter sido feitas as muitas perguntas que todos nós gostaríamos de ver respondidas. Perguntas essas que nem sequer foram feitas. O que interessa aos portugueses, é que Sócrates esclareça os portugueses em relação aos factos que ninguém entende, e não ver uma entrevista da treta apenas para ajudar Sócrates a fazer-se de vítima, e desviar as atenções do que realmente interessa ver esclarecido.

O lado bom da entrevista, foi ver confirmada a culpabilidade de Sócrates. Se os factos de que acusam Sócrates, fossem mentira, seria ele o primeiro interessado em esclarecê-los perante a opinião pública, e ficou provado que não só não esteve interessado em esclarecê-los como passou esta primeira parte da entrevista a dizer coisas que toda a gente já sabe. Toda a entrevista serviu para Sócrates acusar a acusação e os juízes, e fazer passar a ideia de que foi incriminado por vingança pessoal e para prejudicarem o PS.

José Alberto de Carvalho, foi completamente “enrolado” ou cúmplice de Sócrates, permitindo que Sócrates brincasse com as palavras e gozasse com a cara dele e de todos os portugueses inteligentes, sendo-lhe permitido várias vezes, que enfiasse os pés pelas mãos sem ser confrontado com as incoerências expostas. Diz ele que foi presente ao juiz apenas para se identificar, mas esteve lá dentro umas 8 horas. Mentiu descaradamente, com a conivência ou a incompetência do entrevistador.

Quando Sócrates diz que a sua detenção prejudicou o PS, é verdade, mas foi a sua corrupção que prejudicou o PS e não ele ser injustamente acusado para prejudicar o PS. É bem diferente. Outra coisa que José Alberto deixou passar em branco, foi Sócrates dizer que não é crime adjudicar trabalhos ao grupo Lena, e que os governos anterior e o posterior ao seu governo também adjudicaram trabalhos ao grupo Lena. Não é crime adjudicar trabalhos ao grupo Lena, o que é crime, é receber milhões de euros dos administradores do grupo Lena, quando se fizeram adjudicações de muitos milhões ao grupo Lena. Sócrates diz que Passos Coelho também adjudicou trabalhos ao grupo Lena, a única diferença, é que Santos Silva não paga as contas de Passos Coelho nem da sua família.

A segunda parte da entrevista vai ser passada amanhã, e espero que desta vez façam as perguntas incómodas e que todos os portugueses honestos querem ver esclarecidas.

Como é que Sócrates fez uma vida de luxo em Paris se não tinha rendimentos para isso?

Se o dinheiro que passa de Santos Silva para Sócrates é legal e legítimo, porque é que as entregas são feitas em dinheiro e às escondidas, e porque é que quando são transferências bancárias, têm que andar a saltar de conta em conta, entre familiares e amigos dos dois até finalmente chegarem a Sócrates?

Porque é que a conta em nome de Santos Silva só é movimentada por Sócrates? Todo o dinheiro que sai da conta, é para pagar despesas de Sócrates, do filho e da ex-mulher. É Santos Silva que paga as prestações da quinta que a ex-mulher de Sócrates tem no Alentejo.

Todos gostávamos de ver estas e muitas outras perguntas respondidas por Sócrates.

2015/12/07

Mentiras e mitos

Os partidos de extrema direita PSD/CDS, têm o mau habito de repetir mentiras até que se tornem verdade nas cabecinhas dos menos informados. Como os media estão nas mãos de grandes grupos económicos e todas as noticias são controladas, estes mitos que se cravam na nossa sociedade, são repetidos até que uma grande parte das pessoas acreditem que são verdade.

Das muitas mentiras que foram sendo repetidas até à exaustão pelos partidos de extrema direita, estão, entre muitas outras, que os portugueses gastaram acima das suas possibilidades, (quando hoje sabemos que fomos roubados acima das nossas possibilidades), que a segurança social não é sustentável, (quando hoje sabemos que a segurança social tem sido descapitalizada para fazer frente a outros gastos), que as empresas publicas que são vendidas ao desbarato, dão prejuízo, (quando todos nós sabemos que ninguém compra uma empresa que dá prejuízo) ou a pior de todas, que os bancos vão à falência (quando todos sabemos que são roubados pelos seus administradores, que fazem empréstimos aos amigos sem garantias bancárias, que nunca são pagos). São mentiras fáceis de desmontar, mas como são repetidas até à exaustão por todos os aldrabões e divulgadas pelos media repetidamente, acabam por se tornarem dados adquiridos numa sociedade inculta e que se limita a acreditar no que ouve nos media.

A mentira que agora tentam passar, é que não há dinheiro para que a maioria de esquerda consiga cumprir as suas promessas eleitorais. Para fazer cumprir as promessas da maioria de esquerda, dizem os entendidos que precisaríamos de 1.100 milhões de euros. Quatro vezes mais do que isso (4.100 milhões de euros), foi exactamente o que o governo anterior gastou em benefícios fiscais que ofereceu aos grandes grupos económicos e às empresas dos amigos. Ou seja, para se poder devolver o que foi roubado aos trabalhadores e pensionistas, aumentar substancialmente o ordenado mínimo, reduzir o IVA e melhorar a vida dos portugueses, basta que os grandes grupos económicos que se fartam de ter lucros, paguem os seus impostos como qualquer outra empresa ou cidadão.

Para além disto, o governo anterior ofereceu isenção de IMI aos excêntricos que têm muitas casas. Os fundos imobiliários e os bancos não pagam IMI. Se acabassem essas isenções, o estado arrecadava mais 5.000 milhões de euros. Ou seja, se os excentricamente ricos começassem a pagar o IMI que qualquer familia paga, teríamos dinheiro para melhorar substancialmente os cuidados de saúde prestados aos portugueses e sem pagar taxas moderadoras. Sabendo que gastamos anualmente 7.000 milhões de euros no Serviço Nacional de Saúde, imaginem como poderia aumentar substancialmente o orçamento da saúde se os fundos imobiliários pagassem os seus impostos como qualquer cidadão.

É mentira que não haja dinheiro para melhorar a vida aos portugueses, o que acontece é que os politicos corruptos dos partidos de extrema direita (PSD/CDS), roubaram os trabalhadores e reduziram o orçamento do estado social para dar esse dinheiro aos grandes grupos económicos, em isenções e perdões fiscais, em apoios aos bancos privados e no aumento das parcerias publico-privadas, em vez de acabar com as existentes. Na prática, os partidos corruptos de extrema direita roubam aos pobres para dar aos ricos, que são quem os financia e para quem eles realmente trabalham.

Não só não é preciso mais dinheiro para se cumprir as promessas eleitorais da maioria de esquerda e melhorar a vida dos portugueses, como ainda se pode poupar muito dinheiro se os grandes grupos económicos e os ricos começarem a pagar impostos como qualquer outro cidadão. Vamos ver como vai lidar o PS com estas injustiças sociais deixadas pelo governo de extrema direita.

2015/10/23

Radicalismos selvagens

Um dia destes ouvi o radical de extrema-direita Daniel Proença de Carvalho dizer que o PCP e o Bloco de esquerda são partidos de extrema-esquerda. Esta afirmação qualifica quem a profere. Só um radical de extrema-direita pode considerar extremistas, partidos que se preocupam com a sobrevivência de pessoas indefesas, roubadas, espoliadas e completamente abandonadas pelo governo de extrema-direita do seu país. Como se pode chamar de extrema-esquerda, partidos que lutam contra as desigualdades, e pelos direitos dos cidadãos?

Partidos radicais de extrema-direita, são os partidos de coligação PSD/CDS que roubam o dinheiro dos nossos impostos que deveria servir para cobrir as despesas do estado social. Um governo composto por selvagens radicais, que deixam os seus cidadãos e famílias sem trabalho, sem casa, sem comida e sem qualquer outra fonte de rendimento ou qualquer tipo de subsidio, para com esse dinheiro subsidiarem bancos, grandes grupos económicos que pagam ordenados de centenas de milhares de euros mensais a militantes e antigos governantes ou milhões de euros às firmas de advogados dos amigos, para criarem leis que deveriam ser criadas na assembleia de republica. E são essas leis, que dificultam a criminalização dos corruptos, já que são leis encomendadas por corruptos, e feitas à medida por advogados corruptos e sem escrúpulos, para branquearem e legalizarem os roubos a que estamos todos sujeitos.

radicais, extremistas e autênticos terroristas, são os partidos responsáveis pela morte de milhares de cidadãos que morrem por falta de cuidados de saúde, ou que se suicidam por não terem forma de dar comida aos seus filhos ou pagar as suas dívidas, e que são despejados das suas casas. Radicais de extrema-direita, são os partidos do governo, que aumentam selvaticamente os impostos aos cidadãos que trabalham, para isentarem de impostos, os bancos, os fundos imobiliários e os ricos. Radicais de extrema-direita são os traidores que deram as empresas públicas aos amigos, a quem lhes pagou comissões e lhes prometeu lugares na administração das empresas que beneficiaram, como é costume em Portugal.

2015/10/20

O BES não faliu... foi assaltado. Agora nós pagamos.

 Quando os ladrões que administravam o BES perceberam que se, à semelhança do BPN, sacassem todo o dinheiro que estava no banco e o levassem para contas offshore, seriamos todos nós a cobrir o prejuízo por ordem do Passos Coelho, não perderam tempo e depositá-lo noutros bancos.

Se isto não fosse verdade, o governo já tinha seguido o rasto do dinheiro, e já o teria confiscado. Mas como eles distribuem o lucro entre todos os envolvidos, o povo paga e não se fala mais nisso.